Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR. “Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn). Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem. Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.
sábado, 20 de abril de 2024
quinta-feira, 18 de abril de 2024
Namastê buscadores!
Reflexionemos juntos!
[Nosso mestre interior: o coração]
As civilizações antigas conheciam seu sentido profundo. Talvez por isso, tal como o antigo papiro de Ani, egípcio, apresenta, o coração era pesado na balança ao final de cada etapa, para que seu peso pudesse ser medido e comparado à leveza da pluma, Maat, a justiça e a verdade da vida. O coração capta nossa íntima realidade e, deste modo, já não somos capazes de lhe ocultar nenhum anseio, pensamento ou sentimento. Sempre que nos esforçamos para escuta-lo, em busca de respostas, encontraremos uma necessidade de ação que pode nos conduzir ao melhor de nós mesmos. Cabe-nos refletir:
Temos consultado nosso coração?
Extraído da obra Popol Vuh, da antiga civilização Maia.
#NovaAcropole#NovaAcropoleMossoro#Egito #mossoró
sábado, 6 de abril de 2024
terça-feira, 2 de abril de 2024
Namastê buscadores!
Meditemos juntos:
"Escalando os degraus do conhecimento, todos os homens chegaram um dia, cada qual em seu próprio tempo, aos portais das ciências ocultas; então, de ascensão em ascensão; atravessando também inúmeros umbrais; por fim realizaram o mistério do seu próprio ser..."
Ocultismo
estudo do paranormal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ocultismo (da palavra em latim occultus: "escondido, secreto") é "o conhecimento do oculto". No uso comum da língua inglesa, oculto refere-se ao "conhecimento do paranormal", em oposição ao "conhecimento do mensurável", geralmente referido como ciência. O termo é, por vezes, entendido como conhecimento do que "destina-se apenas a certas pessoas" ou que "deve ser mantido escondido", mas para a maioria dos praticantes ocultistas é simplesmente o estudo de uma realidade espiritual mais profunda, que se estende além da razão pura e das ciências físicas. Os termos "esotérico" e "arcano" têm significados muito semelhantes e, por vezes, são intercambiáveis.
Ele também descreve um número de organizações mágicas ou ordens, os ensinamentos e práticas ministradas por eles, e em grande parte da literatura atual e histórica e a filosofia espiritual relacionada a este assunto.
Ocultismo é um conjunto vasto, um corpo de doutrinas proveniente de uma tradição primordial que se encontraria na origem de todas as religiões e de todas as filosofias, mesmo as que, aparentemente, dele parecem afastar-se ou contradizê-lo.
O homem aqui retratado seria um completo e arquétipo, composto não apenas de corpo, mas também de emoção,
Ocultismo
estudo do paranormal e alma (como divide a cabala).
Segundo algumas tradições monoteístas e ocultistas, as religiões do mundo teriam sido inspiradas por uma única fonte sobrenatural. Portanto, ao estudar essa fonte chegar-se-ía à religião original. Outras tradições de orientação panteísta acreditam em milhares de fontes em razão de seus vários deuses. O hinduísmo e o xintoísmo são alguns exemplos.
Muitas vezes um ocultista é referenciado como um mago. Alguns acreditam que estes antigos Magos já conheciam a maior parte das descobertas da ciência contemporânea e até além delas, tornando estas descobertas meros achados.
Definiçãoeditar
Nas ciências ocultas, a palavra oculto refere-se a um "conhecimento não revelado" ou "conhecimento secreto", em oposição ao "conhecimento ortodoxo" ou que é associado à ciência convencional. Para as pessoas que seguem aprofundando seus estudos pessoais de filosofia ocultista, o conhecimento oculto é algo comum e compreensível em seus símbolos, significados e significantes. Este mesmo conhecimento "não revelado" ou "oculto" é assim designado, por estar em desuso ou permanecer nas raízes das culturas.
Originalmente no século XIX era usado por ter sido uma tradição que teria se mantido oculta à perseguição da Igreja e da sociedade e por isso mesmo não pode ser percebido pela maioria das pessoas.
Mesmo que muitos dos símbolos do ocultismo estejam sendo utilizados normalmente e façam parte da linguagem verbal ou escrita), permanecem assim, ocultos o seu significado e seu verdadeiro sentido. Desta maneira, tudo aquilo que se chama de "ocultismo" seria uma sabedoria intocada, que poucas pessoas chegam a tomar conhecimento, pois está além da visão objetiva da maioria, ou de seu interesse. O ocultismo sempre foi concebido desde o início, como um saber acessível apenas as pessoas iniciadas (ou seja, para aquelas que passaram por uma "iniciação"; uma inserção num grupo separado do comum e do popular; ou mesmo uma espécie de batismo, onde as pessoas seriam escolhidas, então guiadas e orientadas a iniciar numa nova forma de compreender e pensar o que já se conhece, transcendendo-o).
A percepção do oculto consiste, não em acessar fatos concretos e mensuráveis, mas trabalhar com a mente e o espírito. Refere-se ao treinamento mental, psicológico e espiritual que permite o despertar de faculdades ocultas.
Origens, influências e tradiçõeseditar
O ocultismo teria as suas origens em tradições antigas, particularmente, no hermetismo do antigo Egito. Ele envolve aspectos como a magia, a alquimia e a cabala.
O ocultismo tem relação com o misticismo e o esoterismo e tem influências das religiões e das filosofias orientais (principalmente Yoga, Hinduísmo, Budismo, e Taoísmo).
O ocultismo em si não é considerado uma religião, é somente o "estudo do oculto".
Históriaeditar
As raízes mais antigas conhecidas do ocultismo são os mistérios do antigo Egito, relacionados com o deus Hermes ou Thoth. Essa parte do ocultismo ou doutrina é tratada no Hermetismo.
Na Idade Média, principalmente na Península Ibérica devido à presença de muçulmanos e judeus, floresceu a alquimia, ciência relacionada com a manipulação dos metais, que segundo alguns, seria na verdade uma metáfora para um processo mágico de desenvolvimento espiritual. Tanto a alquimia quanto o ocultismo receberam influência da cabala judaica, um movimento místico e esotérico pertencente ao judaísmo.
Alguns destes ocultistas medievais acabaram sendo condenados pela Inquisição, acusados de serem bruxos e terem feito pacto com o diabo. Mas existem trabalhos relacionados à cabala durante toda Idade Média. E de alquimia na Baixa Idade Média.
O ocultismo ressurgiu no século XIX, com os trabalhos de Eliphas Levi, Helena Petrovna Blavatsky, Papus, Aleister Crowley, Rudolph Steiner, Joan Grant, Edgar Cayce, Alice Bailey e outros.
A partir do século XX, a Teosofia Brasileira também tem difundido este conhecimento metafísico e iniciático.
História recente e Ocultistas famososeditar
O ocultismo moderno, cujo ressurgimento deu-se principalmente ao final do século XIX, teve sua parte teórica sistematizada por Helena Petrovna Blavatsky, no que ficou conhecido como Teosofia. Além dela, também são importantes, na definição do moderno ocultismo, Eliphas Levi, S. L. MacGregor Mathers, William Wynn Westcott, Papus, Aleister Crowley, Charles Webster Leadbeater, Annie Besant, Dion Fortune, Alice Bailey, entre outros.
Eliphas Levi divide as preferências de alguns com Papus como o maior ocultista do século XIX, tendo ambos sistematizado boa parte do que hoje conhecemos como ocultismo prático moderno.
Também devemos lembrar a importância de S. L. MacGregor Mathers e da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado ("Hermetic Order of the Golden Dawn"), responsáveis em parte pelo ressurgimento da magia ritualística, e que influenciaram fortemente a maioria dos mais conhecidos e importantes magos e ocultistas do século XX.
No século XX, destaca-se enormemente a figura de Aleister Crowley, que desenvolveu um sistema mágico, conhecido como Thelema, que deu origem e influenciou diversas escolas mágicas. Ele também escreveu uma extensa gama de livros, que figuram entre as preferências de ocultistas modernos.
Não podemos esquecer também a contribuição do não tão famoso Franz Bardon com seus poucos, mas valiosos, livros.
No Brasil, um dos principais expoentes dos estudos ocultistas, Henrique José de Souza, nasceu em Salvador, em 1883, e participou de uma série de movimentos, desde a fundação de lojas maçônicas a correntes espiritualistas como Dhâranâ, que mais tarde viria a se chamar Sociedade Brasileira de Eubiose. O Professor Henrique, como é chamado pelos membros de diversas correntes da teosofia brasileira, deixou um legado de centenas de "cartas-revelações", contendo material de cunho profundamente ocultista.
Sociedades e Irmandadeseditar
Atualmente, as tradições relacionadas com o ocultismo são mantidas por diversas sociedades e irmandades secretas ou abertas, cuja admissão ocorre por meio de uma iniciação, que é um ritual de aceitação. (...)
Ver tambémeditar
Referências: Wikipédia
Om shanti!
por Desvende & Descubra
Como era Deus para Albert Einstein?
*
Albert Einstein, disse certa vez:
"Lá fora a um mundo enorme que se estende a nossa frente
como um grande e enorme enigma..."
*
"Apenas homens que são livres criam as invenções e
trabalhos intelectuais que fazem a vida valer a pena."
*
"O cuidado com o homem e seu destino, deve ser sempre seu maior objetivo. Para que as criações da nossa mente, seja uma bênção e não uma maldição para a humanidade."
domingo, 24 de março de 2024
Om shanti, buscadores!
"Vosso destino é ser livre do viver e do morrer, do Céu e do Inferno e de todos os opostos guerreadores fundamentados na Dualidade. Se não fordes enterrados para a dualidade da vida e da morte, não podereis despertar para a unidade do Ser."
Mikhail Naimy – "O Livro de Mirdad" -
"No silêncio profundo
Repousa o Mistério,
Qual pérola
No fundo do mar
O Mistério diz:
Eu sou a Luz do Mundo,
Imutável e eterna,
O coração do universo.
Eu sou o sol dos sóis.
Oferto meus raios a vós
E os revelo na cruz de luz.
Em forma de centelha
Penetrei vosso coração,
Infinitamente pequena como um átomo,
Mas grande em poder;
Como botão que se desabrocha,
Transformando-se em rosa;
Como semente que deseja tornar-se homem-luz.
Despertai, sonhadores!
Rebelai, prisioneiros!
Combatentes, rendei-vos à Luz!
Dirigi vossos olhos e ouvidos
Para o imo,
E vede o que ninguém percebeu no
reino dos sentidos."
Trecho extraído do Poema: "Cruz de Luz"
Revista Pentagrama Ano XVIII, n⁰ 2-
Pentagrama Publicações
Imagem: artvizual, por Pixabay.
Namastê buscadores!
Meditemos!
"Livre é aquele que compreende"
(Spinoza)
***
Observe aquele sentimento superficial de amor ao próximo, respeito, perdão, altruísmo, compaixão e empatia só existem no momento de louvor extasiado da massa coletiva e não vivem alicerçados realmente no Eu individual, portanto logo se transformam em sentimentos inferiores como ódio, indiferença e condenação no íntimo individual, quando se está fora da "excitação superficial coletiva" como o promovida em cultos e grupos:
"Na história da entrada em Jerusalém no Domingo de Ramos reconhecemos o caráter falacioso de todos os estados extáticos. O verdadeiro entusiasmo, que persiste no “hosana” e não se transforma em 'crucificai-o'. A embriaguez do entusiasmo da massa popular é que se apodera do povo. A superfície bem pode estar agora concordando, excitada. Mas isto nada significa. Poucos dias depois veremos que a superfície pode amaldiçoar tão bem quanto abençoar." - Emil Bock
E você, seus sentimentos Crísticos permanecem alicerçados em sua alma individual na solidão do seu íntimo individual ou se transformam em pensamentos, sentimentos e atitudes inferiores perante o mundo no dia a dia?
DOMINGO DE RAMOS – Dia do antigo Sol – Centro, Eu, Humanização
No primeiro dia da Semana Santa, Jesus Cristo entra na cidade santa de Jerusalém, montado em um burrinho branco. Com brados de “Hosana” o povo o saúda com ramos de palmeiras. A força solar que emana do Eu do Cristo reascende no povo a antiga clarividência, vivenciada nos rituais das festividades em homenagem ao sol. A palmeira sempre fora considerada o símbolo do sol natural.
O Cristo atravessa em silêncio a vibração popular, sem se contagiar. Internamente, sabe que aquele entusiasmo, logo passará. Não tem consistência interna. É o entusiasmo natural que logo se transfere para outra novidade, para outro acontecimento externo. Cristo sabe o que ele próprio representa e a que veio. Quer penetrar na camada mais consciente da alma humana. O seu brilho é um brilho próprio que emana da própria essência de seu ser espiritual. O seu estado de alma é autoconsciente e acolhedor. Permanecerá.
Entrar em Jerusalém montado no burrinho, tinha para Cristo, o sentido de deixar clara a transição: da antiga exaltação visionária inconsciente, desencadeada pelos elementos externos da natureza, para a atitude receptiva, fruto da presença de espírito, do Sol interior na alma individual e vigorosa.
(Edna Andrade)
#antroposofia#pedagogiawaldorf #rudolfsteiner#paz#palestina#israel
quinta-feira, 21 de março de 2024
Meditemos! "Deus dorme nas pedras, respira nas plantas, sonha nos animais, desperta nos homens..." (Poesia Indiana)
Namastê buscadores!
"Os que me procuram me acham..."
Disse Jesus.
(Provérbios 8:17)
"Amar ao próximo não é sentir impulsos emocionais; é servir. Quando sacrificamos voluntariamente o que queremos, em favor do bem de outra pessoa, quando escolhemos suprir a necessidade de alguém, em vez de satisfazermos nossa própria necessidade, então, realmente amamos."
(Jeremias Pereira)
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Meditemos!
"Deus dorme nas pedras,
respira nas plantas,
sonha nos animais,
desperta nos homens..."
(Poesia Indiana)
quinta-feira, 14 de março de 2024
quarta-feira, 13 de março de 2024
Բարի առավոտ!
Om, shanti.
"O duduk é facilmente o mais reconhecido instrumento musical armênio, devido ao seu tom melancólico, também usado durante celebrações ou danças. Com diferentes variações e nomes, é usado em toda a região - os Bálcãs, o Oriente Médio, o Cáucaso e a Ásia Central.










