quinta-feira, 25 de junho de 2015

Namastê buscadores!
"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o!"

(Friedich Nietzsche)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Shalom!
 
Talvez o Amor...

Talvez o amor seja como um local de descanso, um abrigo da tempestade.
Ele existe para te oferecer conforto, Ele está lá para te manter aquecido.
E naqueles tempos de dificuldade quando você está sozinho,
A lembrança do amor vai te trazer para casa...

Talvez o amor seja como uma janela, Talvez uma porta aberta,
Ele te convida para chegar mais perto, Ele quer te mostrar mais...
E mesmo se você perder a si mesmo e não souber o que fazer,
A lembrança do amor vai te acompanhar...

O amor para alguns é como uma nuvem, Para alguns tão forte como o aço,
Para alguns um modo de vida, para alguns um modo de sentir.
E alguns dizem que o amor está persistindo.
 E alguns dizem que está desistindo.
E alguns dizem que o amor é tudo. E alguns dizem que não sabem...

Talvez o amor seja como o oceano, Repleto de conflito, repleto de dor,
Como uma chama quando está frio lá fora, Um trovão quando chove.
"Mas se eu viver mil anos... e então recomeçar...
Lutando pelo amor vais me encontrar..."

E alguns dizem que o amor está persistindo,
 E alguns dizem que está desistindo,
 E alguns dizem que o amor é tudo, E alguns dizem que não sabem...

Talvez o amor seja como o oceano, Repleto de conflito, repleto de dor,
Como uma chama quando está frio lá fora, Um trovão quando chove.
"Mas se eu viver mil anos... e então recomeçar...
Lutando pelo amor vais me encontrar..."

(Letra da Música: Perhaps Love - John Denver)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Namastê buscadores!

Imagem relacionada
Andar, falar e pensar...
por Vanessa Serra
“Ao aprender a ANDAR, a FALAR e a PENSAR, o caminho para os outros aprendizados está esboçado. O desenvolvimento saudável destes três aspectos da vida humana é um vislumbre de um ser humano que está se formando e um dia será capaz de exercer sua autonomia no mundo, com liberdade de movimento de expressão e de raciocínio. Um ser humano livre.”
*
São incontáveis os aprendizados que temos ao longo da vida. Vários deles são fundamentais para sermos identificados como seres humanos. Nos três primeiros anos de vida, estes aprendizados borbulham e servem como alicerce para tudo que será aprendido ao longo da vida.
A busca pela posição ereta exige um ano de trabalho árduo desde o nascimento. A liberdade para explorar ambientes e a percepção da confiança dos adultos que cercam a criança propiciam seu fortalecimento físico e emocional para arriscar-se diante desse primeiro grande desafio. A habilidade motora sem dúvida é imprescindível, mas sem a confiança, passada pelos pais de forma silenciosa e amorosa, a criança não teria coragem para enfrentar o mundo e locomover-se sobre dois membros.
O desenvolvimento neurológico-motor (físico, portanto) se dá de forma crânio-caudal: a criança firma o pescoço, o tronco (pode então rolar e sentar), as pernas (engatinhar) e fica em pé. Ao ANDAR, ela tem as mãos livres para atuar no mundo e com a postura ereta, o posicionamento da laringe, pulmões e cavidade oral permite que alcance outro aprendizado fundamental à identidade humana: o FALAR.
A fala abre as portas para o mundo da comunicação e das relações humanas. A função social da fala se inicia assim que a criança nasce, com o choro e o desenvolvimento mecânico tem início com a amamentação: a sucção é o primeiro e mais completo exercício para o fortalecimento da musculatura oro-facial.
Com alguns meses, o bebê já começa a “experimentar” os movimentos sonorizados com a boca. Nessa fase, o balbucio, ela consegue realizar todos os sons de todos os idiomas. Com o desenvolvimento cognitivo, a criança fica mais atenta ao seu redor e começa a imitar os sons que ouve, ainda sem intenção comunicativa.
A imitação não se limita aos fonemas: a criança imita a prosódia e a melodia da fala do adulto, entonações, sotaques, expressões faciais, velocidade de fala, etc. Nesse período, portanto, é fundamental que ela receba um bom modelo de fala, tanto físico, com a articulação correta dos fonemas, cognitivo, com o uso correto da gramática e emocional, com o tom de voz condizente com o conteúdo da fala e esta soando de forma verdadeira, sem infantilizações e “mentiras brancas”, pois rapidamente ela começa a perceber pequenas incoerências e inverdades e forma, assim, sua rede de confiança.
Assim como para o desenvolvimento do andar existe um critério físico-muscular (crânio-caudal), a tonificação da musculatura oro-facial segue o critério antero-posterior. A criança domina inicialmente o controle muscular dos lábios e é capaz de produzir os fonemas chamados labiais (/p/, /b/ e /m/). Não é coincidência que as primeiras palavras do universo infantil ao redor do mundo sejam com esses fonemas. Esse controle se inicia por volta dos 18 meses de vida e ocorre gradual e sucessivamente (com fonemas labio-dentais, alveolares e palatais) até por volta dos 4 ou 5 anos de idade (dependendo do sexo, sociabilização, exigência do ambiente, etc), com a aquisição do grupo consonantal com R.
Enquanto isso, ocorre paralelamente outro desenvolvimento que podemos, erroneamente, considerar como sendo o mesmo: o desenvolvimento da Linguagem. Quando a fala deixa de ser exclusivamente mecânica e passa a ter uma função comunicativa, tem início o desenvolvimento da Linguagem Oral. Nesse momento, podemos considerar que a criança está começando a PENSAR. A fala, que até então era solta e fragmentada começa a se organizar. A criança consegue nomear seres e objetos (usa inicialmente apenas substantivos), mesmo que seja através de onomatopeias (piu piu, au au) por categorias (todas as aves são “piu piu”). Com o tempo, as nomeaçaes ficam mais específicas (“piu piu” e “co cá”) até chegar aos substantivos propriamente ditos. Nesse percurso, começa a reconhecer açaes (usa verbos) e então, qualifica os substantivos (uso de adjetivos). Nessa fase, o vocabulário da criança costuma aumentar significativamente, podendo passar de 50 a 300 vocábulos num período de 6 meses.
Agora, por volta dos 36 meses de idade, ela consegue formar frases e conforme seu pensamento vai se organizando mais, as frases vão ficando mais complexas e, também por volta dos 4 ou 5 anos de idade, ela é capaz de se fazer entender por qualquer adulto. Aqui a diferenciação entre os sexos costuma ser significativa: as meninas falam de forma organizada mais cedo que os meninos.
Ao aprender a ANDAR, a FALAR e a PENSAR, o caminho para os outros aprendizados está esboçado. O desenvolvimento saudável destes três aspectos da vida humana é um vislumbre de um ser humano que está se formando e um dia será capaz de exercer sua autonomia no mundo, com liberdade de movimento de expressão e de raciocínio. Um ser humano livre.
www.falandoemeducacao.com.br – clique e conheça

quarta-feira, 3 de junho de 2015