Om, shanti.
A MENTE QUÂNTICA E A EXPERIENCIA DA REALIDADE
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"A filosofia ocidental e a ciência dominante consideram a consciência como computacional, epifenomênica, acausal e ilusória, enquanto as abordagens filosóficas orientais e a física quântica consideram a consciência como uma característica intrínseca do universo, desempenhando um papel ativo. Como um correlato neural da consciência, o nosso cérebro representa um terminal de conexão com todo o universo através da dimensão quântica não local, onde a fonte de tudo isso começa com o conceito da "coerência quântica". Pesquisadores sugerem que dentro do cérebro, um bilhão de microtúbulos estão em constante estado de entrelaçamento entre eles, como se fossem instrumentos musicais tocando a mesma nota ao mesmo tempo. Esse é um caso típico de coerência quântica de objetos mesoscópicos descritos por apenas uma função de onda como se fossem apenas uma entidade. Portanto, o cérebro adquire exatamente o mesmo papel que o macrouniverso físico e causal, enquanto a consciência é um processo não-local capaz de se manifestar quando algumas condições particulares de coerência quântica estão presentes no próprio cérebro. Desta forma, o universo é uma espécie de processo no qual o “corpo” da partícula responde às leis causais / locais da física, enquanto a “consciência” da partícula obedece às leis não locais provenientes do potencial quântico. Sob essa luz, o cérebro é uma espécie de “receptor de rádio” que permite ao universo se conscientizar através dos seus muitos terminais sensíveis. Caso contrário, sem a vida inteligente no universo, o mecanismo da consciência seria apenas mecânico."