sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Om, shanti.
por Annemieke van Leeuwen
Beautiful Nature Around The World
Music by Vangelis - Conquest of Paradise
***
Ecos do Despertar

A vida anuncia, todos os dias, silenciosas alegrias
e sutis presságios de renovação.
Cabe ao coração desperto reconhecê-los
na simplicidade luminosa dos instantes.

A vida também revela, a cada amanhecer,
novos desafios e travessias interiores.
E é na coragem serena da alma
que encontramos forças para desbravar o desconhecido.

A existência é um convite sagrado e constante
à realização do futuro que intuimos no espírito.
Mas para acolher o novo,
é preciso libertar-se das sombras do passado,
preservando no presente apenas os afetos verdadeiros
e os aprendizados que expandem a consciência.

Viver plenamente o agora
é harmonizar-se com o ritmo eterno da vida,
onde cada experiência se transforma
em instrumento de evolução interior.

Que o coração permaneça resiliente,
ancorado na verdade silenciosa da própria existência,
pois a alma que compreende a vida
descobre que tudo é caminho, revelação e despertar.


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Om, shanti.
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por
Refletindo, agindo, mudando.


"O mundo inteiro está cheio de pessoas:
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém 
que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém 
para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que pensam que não sabem fazer nada e precisam de alguém 
que as ajude a descobrir o quanto são capazes de fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém 
para lhes mostrar tudo o que não têm tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém 
que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém
 que lhes mostre o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém 
que as ajude a descobrir como são importantes.
Há sempre pessoas que precisam de alguém."

(Leif Kristiansson)
Shalom!
por Peter Kater
Peter Kater & R. Carlos Nakai - Themes from EARTH & SURRENDER
***
"Ricos ou pobres, cultos ou incultos. 
O amor é o alimento da alma.
Você já notou quanto amor tem recebido? 
A própria alimentação que lhe chega à mesa não é um ato de amor?
O amor liga você aos outros. 
Alimenta a sua alegria.
 Dá sentido à sua existência.
Expanda o amor. 
Negá-lo é como deixar de dar a roupa protetora a quem tirita de frio. 
Não o retenha para si.
Ame com força. 
Você está a caminho da felicidade.
O amor é a energia de Deus atuando em nós,
 para nós e entre nós."

(Site Gotas de Paz)

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Namastê buscadores!

"Há corpos celestes e há corpos terrestres. São, porém, diversos o brilho dos terrestres. Um é o brilho do sol, outro o brilho da lua, e o outro das estrelas. E de até de estrela para estrela há diferença de brilho."
(I Coríntios, 15:40 e 41)
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"Nesta passagem, o grande apóstolo do Cristianismo nascente refere-se ao perispírito, que ele denomina de corpo celeste.
O perispírito é um corpo organizado, uma espécie de modelo energético, um molde fundamental para o organismo humano. Ele é um centro de forças que aglutina e dá consistência à vestimenta carnal, mantendo-a em pleno funcionamento. Podemos assim dizer que o corpo material é a condensação do corpo astral. É considerado o mediador plástico entre o Espírito e o corpo físico.
Organismo sutil, com extremo poder de plasticidade, modifica-se sob o comando do pensamento e da vontade. Impulsos, sentimentos, emoções, traumas, repressões nele se expressam com fidelidade, por sua vez, ele se altera gradativamente, de acordo com a ação vibratória das criaturas." 
(Trechos extraídos do Livro: A Imensidão dos Sentidos 'Capacidade Ignorada' - Francisco do Espírito Santo Neto ditado por Hammed)
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domingo, 26 de agosto de 2018

Om, shanti.
por Peter Kater
Peter Kater - Heart Chakra - Light Body CD
*

Paz além da matéria


Em meio à imaginação de uma criança,

nasce o bem que a todos alcança.


Em meio aos sorrisos da alma,

desperta uma amorosa calma.


Em meio à beleza das flores,

brota a alegria espontânea.


Em meio à pureza do beija-flor,

descem bênçãos para a vida nova.


Em meio ao espírito vivo da dança,

ergue-se leve a alma humana.


Em meio às vibrações musicais,

expande-se a paz além da matéria.


segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Om, shanti.


"Sabemos que a CARÊNCIA, em geral - e a afetiva em particular - é um mal comum em nossos tempos. E que está na raiz de muitos outros males que acometem o ser humano."
por NOVA ACRÓPOLE - Escola de Filosofia Internacional

"Para combatê-la e vencê-la, é necessário compreendê-la!
NOVA ACRÓPOLE oferece uma reflexão filosófica aprofundada sobre o tema - que busca clarificar as causas da Carência afetiva, suas consequências e seus antídotos - conduzida pela professora e voluntária LÚCIA HELENA GALVÃO."


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Shalom!

O Banquete

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O Banquete, também conhecido como Simpósio (em grego antigo: Συμπόσιον, transl. Sympósion) é um diálogo platônico escrito por volta de 380 a.C.. Constitui-se basicamente de uma série de discursos sobre a natureza e as qualidades do amor (eros). O Banqueteé, juntamente com o Fedro, um dos dois diálogos de Platão em que o tema principal é o amor. A interpretação de Leo Strauss e de Stanley Rosen destaca o aspecto tragicômico deste diálogo, que é, na verdade, a resposta de Platão às acusações da Cidade contra a filosofia.

Temática

Tò sumpósion, em grego, é em geral traduzido como O Banquete, mas, no sentido atual, equivaleria a uma festa mundana, em que quase sempre se bebe mais do que se come. Trata-se, pois, de um festim na casa de Agatão, poeta trágico ateniense. Sócrates é o mais importante dentre os homens presentes. Entre outros, também ali estão Aristodemo, amigo e discípulo de Sócrates; Fedro, o jovem retórico; Pausânias, amante de Agatão; o médico Erixamaque; Aristófanes, comediante que ridicularizava Sócrates, e o político Alcibíades.

Questões relativas à obra

O exagero cometido na festa do dia anterior, sobretudo o excesso de bebida, fatigara os convidados de Agatão. Pausânias propõe, então, que, em lugar de beber, ficassem ali a conversar, a discutir ou que cada um fizesse algo "diferente". A proposta de Pausânias é aceita por todos. Eriximaco sugere que fossem feitos elogios a Eros: os convidados deveriam fazer discursos para louvar o amor. Sócrates intervém, ponderando que, antes de falar sobre o bem que o amor causa e seus frutos, deveriam tratar de definir o que é o amor. Diz que, na sua juventude, fora iniciado na filosofia do amor por Diotima de Mantineia, que era uma sacerdotisa. Diotima lhe ensinou a genealogia do amor.
O primeiro a discursar sobre o assunto é Fedro, seguido por Pausânias, que afirma que há mais de um Eros, dividido entre bem e mal, real e divino. Após, segue Eriximaco: segundo ele, o amor não exerce influência apenas nas almas, mas dá, ainda, harmonia ao corpo.
O próximo a discursar é Aristófanes, que começa seu discurso advertindo que sua forma de discursar será diferente. Faz de imediato uma denúncia da insensibilidade dos homens para com o poder miraculoso de Eros, e sua consequente impiedade para com um deus tão amigo. Para conhecer esse poder, ele diz que é preciso antes conhecer a história da natureza humana e, dito isto, passa a narrar o mito da nossa unidade primitiva e posterior mutilação. Segundo Aristófanes, havia inicialmente três gêneros de seres humanos, que eram duplos de si mesmos: havia o gênero masculino masculino, o feminino feminino e o masculino feminino, o qual era chamado de andrógino. Nas palavras do poeta:
É então de há tanto tempo que o amor de um pelo outro está implantado nos homens, restaurador da nossa antiga natureza, em sua tentativa de fazer um só de dois e de curar a natureza humana. Cada um de nós portanto uma téssera complementar de um homem, porque cortado com os linguados, de um só em dois; e procura cada um o seu próprio complemento.
Assim, aqueles que foram um corte do andrógino, sejam homens ou mulheres, procuram o seu contrário. Isto explica o amor heterossexual. E aquelas que foram o corte da mulher, o mesmo ocorrendo com aqueles que são o corte do masculino, procurarão se unir ao seu igual. Aqui Aristófanes apresenta uma explicação para o amor homossexual feminino e masculino. Quando estas metades se encontram, sentem as mais extraordinárias sensações, intimidade e amor, a ponto de não quererem mais se separar, e sentem-se a vontade de se "fundirem" novamente num só. Esse é o nosso desejo ao encontramos a nossa cara metade.
O amor para Aristófanes é, portanto, o desejo e a procura da metade perdida por causa da nossa injustiça contra os deuses. O último a elogiar o amor foi Agatão, o anfitrião do banquete. Ao contrário dos que o precederam, Agatão não se propõe enaltecer os benefícios que Eros faz ao homem, mas sim cantar o próprio deus e a sua essência, passando em seguida a descrever-lhe o dote. Após toda essa longa lista de virtudes atribuídas a Eros, nota-se o quanto o poeta se distancia de sua proposta inicial e de seu preceito metodológico.
Finalmente chega a hora de Sócrates discursar, e ele fala que, sendo o Amor, amor de algo, esse algo é por ele certamente desejado. Mas este objeto do amor só pode ser desejado quando lhe falta e não quando o possui, pois ninguém deseja aquilo de que não precisa mais.
O que deseja, deseja aquilo de que é carente, sem o que não deseja, se não for carente.
Aqui, na fala de Sócrates, Platão coloca seu apontamento crucial sobre o conceito de amor, onde, o que se ama é somente aquilo que não se tem. E se alguém ama a si mesmo, ama o que não é. O objeto do amor sempre está ausente, mas sempre é solicitado. A verdade é algo que está sempre mais além: sempre que pensamos tê-la atingido, ela se nos escapa entre os dedos. Essa inquietação na origem de uma procura, visando uma paixão ou um saber, faz do amor um filósofo. Sendo o Amor, amor daquilo que falta, forçosamente não é belo nem bom, visto que necessariamente o Amor é amor do belo e do bom. Não temos como desejar aquilo que temos. No mesmo diálogo, Platão ainda fala sobre a origem de Eros (através do mito narrado por Diotima de Mantineia a Sócrates). Eros teria a natureza da falta justamente por ser filho de Recurso e Pobreza.

O Eros

Platão deixa entrever em O Banquete, que Eros deve ser pensado em termos relacionais, não em termos absolutos. Não se deve compreender o amor como absoluto, mas como relativo, pois é amor de alguma coisa. O amor estabelece relação entre quem ama e aquele que é amado, assim como a opinião certa medeia a sabedoria e ignorância.
No texto, Platão retira de Eros (Amor) a condição de deus, e transforma-o em um selo, um intermediário entre os deuses e os mortais (o amor como ligação). Segundo relatos do texto de Platão e de alguns de seus companheiros, o amor é um dos maiores bens do homem (junto com o inteligência e a sabedoria); não é nem bom nem mal em si mesmo, como prática. No diálogo, existe também uma explicação e a naturalização do amor bissexual e do amor homossexual. Platão relaciona o amor com a verdade, pois quando se ama não é somente exercer o poder sobre alguém ou demonstrar força, mas trata-se de saber ser correspondido, ou seja, trata-se da verdade.
Para alguns intérpretes, o conceito de amor em Platão em O Banquete é irracional e explicado pela natureza.
  • ¤ Não é da autoria de Platão segundo a maioria dos estudiosos
  • † Não é geralmente aceito pelos estudiosos
  • ‡ Somente trechos têm a autoria comprovada
      • Referências:
      • https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Banquete

domingo, 5 de agosto de 2018

Namastê buscadores!
por NOVA ACRÓPOLE - Escola de Filosofia Internacional
SABEDORIA ROMANA - Os Estoicos e a arte de viver.
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A Nova Acrópole é um organização sem fins lucrativos, temos como objetivo promover a filosofia, cultura e voluntariado. Todos os envolvidos, incluindo professores e editores são voluntários.


SOBRE O CURSO DE FILOSOFIA APLICADA:

A filosofia, quando abordada de forma prática, é formadora, nos ajuda a nos conhecer e nos aprimorar. Resgatamos essa forma clássica de aprendizado, natural a todas as pessoas, que sempre foi utilizada nas grandes civilizações: adquirir conhecimentos universais e exercitá-los ao mesmo tempo, compondo nossa vida. Ser filósofo é uma forma de vida comprometida com as melhores aspirações da Humanidade, gerando crescimento para si e para os demais.

Por isso oferecemos uma educação integral, humanista, que capacita o ser humano para dirigir sua própria vida e ajudar eficazmente àqueles que o rodeiam. A educação filosófica nos faz descobrir o sentido da vida e nos permite conhecer e aproveitar suas causas e objetivos. Apostamos no indivíduo: tal como sejam os indivíduos, serão as sociedades.

Conheça alguns temas abordados durante o curso:
Filosofia Natural. A arte de aprender a viver
O Ser Humano e o Cosmos. Os sete princípios da Natureza
A Sabedoria da Antiga Índia. Leis que regem a vida. Simbolismo do poema Bhagavad-Gita
Ensinamentos do Tibet. “La Voz do Silêncio”: um encontro com a Alma.
Ensinamentos do Buda. A superação da dor. O caminho do centro.
Sabedoria Chinesa. Confúcio. A conquista da harmonia
Egito. O sentido da vida. Máximas de Ptahotep e Ani.
Grécia, grandes filósofos. Platão: Justiça e Liberdade. O mito da caverna. Aristóteles: os valores éticos e a busca da felicidade.
Roma, filosofia estóica. Epíteto, Sêneca, Marco Aurélio.
A Escola Neoplatônica. Plotino e a busca da Unidade.e
Kant e a Fundamentação da Metafísica dos Costumes: Liberdade e Autonomia da Vontade
O Ser Humano e a Sociedade. Valores universais sobre a organização social, a educação e a convivência.
O Ser Humano e a História. A antiguidade da Humanidade. Importância da mitologia.

– Não são necessários conhecimentos prévios.
– Apostila inclusa 
– Biblioteca à disposição dos alunos, além de livraria, onde se pode adquirir livros relacionados.
PERIODICIDADE: De 3 a 5 meses.
Valor: Cada escola define o valor de acordo com a realidade local (cobramos uma contribuição para manter a estrutura da instituição uma vez que tudo é feito por voluntários)

Este é nosso programa de estudos voltado para adultos, e abarca os mais importantes sistemas de pensamento do Oriente e do Ocidente, com seus enfoques práticos, para que se aprenda a utilizar seu potencial de forma útil e eficaz. Busca aplicar os valores humanos essenciais e as qualidades atemporais que foram suporte de todas as civilizações, com seus filósofos e heróis.

O curso se desenvolve por meio de aulas expositivas e ao mesmo tempo práticas, com exercícios propostos para refletir e aplicar na vivência diária. Além disso, toda a estrutura de Nova Acrópole oferece oportunidades para se desenvolver, por meio de oficinas, trabalhos voluntários e cursos de aprofundamento.

CURSO DE FILOSOFIA PRA JOVENS DE 13 A 17 ANOS - PROGRAMA JANOS:
Algumas de nossas unidades também promove o curso de filosofia para jovens de 13 a 17 anos. O Programa compreende não apenas as aulas de filosofia, mas atividades que propiciam a vivência do que aprendem, desenvolvendo a inteligência e a imaginação, a identidade, a vocação e todas as suas potencialidades.

SOBRE A NOVA ACRÓPOLE EM OUTROS PAÍSES:
O mesmo programa de estudos é realizado em todas as sedes de Nova Acrópole, em mais de 60 países em todo o mundo.
Informações de outros países: www.acropolis.org