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"Muitos propósitos há no coração do homem,
porém o conselho do Senhor permanecerá."
(Provérbios 19:21)
O Grande Arquiteto do Universo
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Grande Arquiteto do Universo (abreviado para GADU), segundo algumas religiões e sistemas de crenças, seria o principal Criador do universo, principalmente do mundo material (demiurgo) independente de uma crença ou religião específica.
Conceito cristão
O conceito de Deus como o Grande Arquiteto do Universo tem sido empregado muitas vezes no cristianismo. Ilustrações de Deus como o arquiteto do universo podem ser encontradas em Bíblias desde a Idade Média e regularmente empregadas pelos apologistas e professores cristãos.
Teólogos cristãos como Tomás de Aquino sustentam que existe um Grande Arquiteto do Universo, a Primeira Causa, e que este é Deus. Os comentadores de Aquino, como Stephen Richards têm apontado que a afirmação de que o Grande Arquiteto do Universo é o Deus cristão não é evidente, com base na "teologia natural" somente, mas requer adicionalmente de um "salto de fé" baseado na revelação da "Bíblia".
João Calvino, em sua obra "Instituto da Religião Cristã" (publicado em 1536), chama repetidamente o Deus cristão de "O Arquiteto do Universo", também se referindo aos seus trabalhos como "Arquitetura de Universo", e em seu comentário sobre Salmo 19 na Bíblia católica Salmo 18 refere-se à Deus como o "Grande Arquiteto" ou "Arquiteto do Universo".
Conceito maçônico
A Ciência, e em particular a Geometria e Astronomia, era ligada diretamente ao divino para a maioria dos estudiosos medievais. Desde que Deus criou o universo a partir de princípios geométricos e harmônicos, para buscar estes princípios bastava portanto, buscar e adorar a Deus.
O conceito do 'Grande Arquiteto do Universo' está além de qualquer credo religioso, respeitando toda a sua pluralidade. A crença num ser supremo é ponto indiscutível, para que se possa ser iniciado na maçonaria regular, uma realidade filosófica mas não um ponto doutrinal.
Como é uma escola de filosofia, moral e bons costumes, e não sendo uma religião, a maçonaria não pretende concorrer com outras religiões. Permite aos seus iniciados a crença em qualquer uma das religiões existentes, exigindo apenas a crença num ser superior, criador de tudo e de todos, que o candidato já acreditasse antes mesmo de considerar a possibilidade de vir a ser um maçom. Assim, 'Grande Arquiteto do Universo' ou 'G.'.A.'.D.'.U.'.' é uma designação maçônica para uma força superior, criadora de tudo o que existe. Com esta abordagem, não se faz referência a uma ou outra religião ou crença, permitindo que maçons muçulmanos, católicos, budistas, espíritas e outros, por exemplo, se reúnam numa mesma loja maçônica. Para um maçom de origem muçulmana se referiria a Alah, para outro de católica, seria Javé, de qualquer forma significaria Deus. Assim as reuniões em loja podem congregar irmãos de diversas crenças, sem invadir ou questionar seus conteúdos. A atividade da Maçonaria em relação ao Grande Arquiteto do Universo - G.'.A.'.D.'.U.'., envolve estudos filosóficos e não proselitismo.
Conceito hermético
O Grande Arquiteto também pode ser uma metáfora aludindo à potencialidade divina de cada indivíduo. "(Deus)... Esse poder invisível que todos sabemos existir, mas entendida por muitos nomes diferentes, tais como Deus, o Espírito, o Ser Supremo, a Inteligência, Mente, Energia, Natureza e assim por diante." Na Tradição Hermética, cada pessoa tem o potencial de tornar-se Deus, esta ideia ou conceito de Deus é percebido como interno e não externo. O Grande Arquiteto é também uma alusão ao universo criado observador. Nós criamos nossa própria realidade, por isso nós somos o arquiteto. Outra forma seria a de dizer que a mente é o construtor.
Conceito gnóstico
O conceito de Grande Arquiteto do Universo ocorre na Gnose ou Gnosticismo. O Demiurgo é o Grande Arquiteto do Universo, o Deus do Antigo Testamento, em oposição a Cristo e Sophia mensageiros da Gnose (Gnosis) do Verdadeiro Deus. A partir do Grande Arquiteto emanam uma série de æons, que gradualmente edificam o Universo. Para os Ebionitas, por exemplo, o Grande Arquiteto é a fonte e o recipiente de todas as coisas, enquanto Rabba Mana, o Grande Espírito, é responsável pela geração da primeira vida.
O que é conversão religiosa?
A conversão religiosa ou simplesmente conversão (do latim conversione) é a adoção de uma nova identidade religiosa. A conversão não ocorre apenas de uma religião para outra, mas também entre diferentes setores de uma mesma religião, como dentro das diferentes denominações cristãs, por exemplo...
Atitude das religiões frente à conversão
Dentre as religiões com maior número de adeptos, o cristianismo e o islamismo são as que mais enfatizam a conversão de pessoas. O budismo promoveu a conversão de pessoas no passado: hoje, exibe níveis apenas modestos de atividade missionária. O judaísmo permite a conversão de novos adeptos, mas não a encoraja.
Conversão ao Cristianismo
Os primeiros conversos ao Cristianismo foram os discípulos de Jesus, ou seja, os onze apóstolos mais o substituto de Judas Iscariotes - Matias, que juntamente com os outros seguidores de Jesus, romperam com o Judaísmo e passaram a seguir a mensagem do Evangelho, ou as Boas Novas do Evangelho de Cristo, o Nazareno, Boas Novas que seria então a alegre proclamação e afirmação da vitória de Jesus Cristo sobre o pecado e a morte e a chegada do seu Reino, que seria espalhado no mundo pela Igreja que proclamaria que o filho de Deus se tornou homem, sofreu a morte na Cruz para a libertação de nossos pecados e da morte eterna, ressuscitou dos mortos ao terceiro dia, e nos enviou o seu Espírito Santo a todos os que exercem fé nele, em Jesus Cristo, crendo na sua Palavra e vivendo conforme uma nova criação.
Conversão ao Cristianismo - As primeiras Igrejas
Nesse cenário do surgimento dessa nova mensagem entre o povo judeu, ou seja, dos seguidores de Jesus Cristo, que seguiam levando a mensagem do evangelho, dando destaque a ressurreição de Cristo e o advento de uma nova aliança mediante a sua morte na Cruz, o número de discípulos de Jesus crescia a cada dia, e os mesmos convocavam a todos que se arrependesse dos seus pecados e aceitassem a Jesus como o único Mediador entre Deus e os homens, e desta forma também receberiam o Espírito Santo, que transformaria as suas vidas, passando a viver para Cristo e em comunhão com os outros que se converteriam ao mensagem do evangelho, denominados “irmãos”, que passariam a ter momentos em comunidade, surgindo as primeiras reuniões destes novos conversos, ou seja, o surgimento das primeiras Igrejas Cristãs.
Conversão ao Cristianismo - As primeiras perseguições e os Gentios
As autoridades Judaicas, ao perceberem a expansão do Cristianismo, começam um movimento de repressão aos que professavam ser do Caminho, ou seja, seguidores de Jesus Cristo, e neste momento surge um Judeu, de nome Saulo, de grande influência entre as Autoridades Judaicas, pertencente à grupo dos fariseus, que passa a perseguir a todos que confessassem seguir a Cristo, colocando muitos deles em prisão e mesmo participando do julgamento e morte destes seguidores do Evangelho. Nesse contexto, aqueles que haviam se convertido ao evangelho passam a se espalhar pelas diversas regiões, ocorrendo ao contrário do que era buscado por seus perseguidores, a expansão da mensagem das Boas Novas ou boas notícias de que a Jesus ressuscitou, inclusive aos gentios, ou seja daqueles que não eram judeus de nascimento.
Conversão ao Cristianismo - O Apóstolo Paulo
“Tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti”, escreveu o Apóstolo Paulo em sua carta a Igreja em Gálatas(Gl 3.8). O Apóstolo Paulo, certamente foi um dos maiores responsáveis por propagar as Boas Novas da Salvação em Jesus aos Gentios, ou seja, para aqueles que não eram judeus. Ele que antes se chamava Saulo, era um ferrenho perseguidor dos seguidores de Jesus, mas em uma viagem a Damasco, onde pretendia reprimir o crescimento do Evangelho, sobrenaturalmente tem um encontro com Jesus, que o indaga a respeito porque ele o persegue, e neste momento, Saulo se converte A Jesus, tendo o nome mudado por Jesus para Paulo, vindo a se tornar o Apóstolo dos Gentios.
Origem: De acordo com os evangelhos, a grande Comissão foi dada aos discípulos por Jesus após sua ressurreição, em Evangelho segundo Mateus, capítulo 28, versículos 19 e 20: "Vá, faça discípulos de todas as nações, batizando-os em nome de Pai, Filho e Espírito Santo, ensine-os a guardar tudo o que eu lhe ordenei". A primeira missão foi realizada no dia de Pentecostes em Jerusalém, onde, de acordo com Atos dos Apóstolos, capítulo 2, três mil pessoas de várias origens se tornaram Cristãos depois que todos ouviram as boas novas da ressurreição de Jesus em sua própria língua. As organizações missionárias foram posteriormente fundadas e estabelecidas em vários países do mundo.
Qual a diferença de missão e propósito?
Propósito tem a ver com coração, alma; Missão tem a ver com estratégia; propósito tem a ver com cultura; Missão provoca envolvimento; propósito provoca pertencimento.
Qual é o propósito de Deus?
O propósito de Deus, portanto, tem um significado profundo: Ele nos convoca a viver uma vida verdadeira. Em Romanos 8: 28-29, lemos: “Em todas as coisas Deus trabalha para o bem daqueles que amam, dos que foram chamados segundo o seu propósito, que é o de serem conformes à semelhança de seu Filho”.
Qual foi o principal propósito de Jesus?
A missão de retirar a humanidade do reino das trevas e introduzi-la no reino da luz. Portanto, Jesus nos ensina como ser verdadeiramente cristão.
O que é viver uma vida de propósito?
Considerado o tema do momento, viver com propósito é ter uma direção a seguir, assim como sonhos, metas e objetivos. Embora pareça algo simples, não é todo mundo que consegue estabelecer o seu com clareza...
fonte: https://pt.wikipedia.org/

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