Om shanti!
Lucidez!
Um sol interno se ergue
no horizonte da consciência coletiva.
Um fogo sutil adentrou,
não para cegar,
mas para revelar.
Cicatrizou feridas antigas do nosso ser comum,
iluminou sombras até que se tornassem aprendizado,
fortaleceu corações na expansão do amor fraterno.
Ensinou-nos que despertar
é assumir responsabilidade,
é transformar dor em consciência,
é reconhecer o “eu” dentro do “nós”.
Tecendo uma rede invisível
entre consciências que já não querem dormir,
somou fraternidade ao caminho.
Ensinou-nos resiliência
não como resistência ao mundo,
mas como alinhamento ao propósito.
E fez florescer consciências —
uma a uma —
até que o singular se reconhecesse
no plural.
Porque quando um desperta,
o coletivo se eleva.
