(1º Livro dos Reis, 8, 27)
Ludovico Einaudi - Life
Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR. “Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn). Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem. Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.
Om shanti, buscadores!
Como diz Rajnnesh:
"Viver é como o ciclo respiratório. Na inspiração entra-se em contato consigo próprio, é o estar só, é o momento em que se carrega o coração de energia, é maturação do feto, a preparação do botão de rosa. E na expiração dá-se o encontro, o desabrochar do amor, o renascimento com o outro, o 'ser' com o outro. A respiração não é possível sem os dois movimentos..."

Estas são características de Deus?
Estas não são as qualidades de Deus. Melhor dizendo, são as nossas experiências de Deus. Elas não pertencem ao divino como tal; elas são as nossas percepções. O divino, por si mesmo, é incognoscível. Ou ele é todas as qualidades ou não é qualidade alguma. Mas tal como é constituída, a mente humana pode experimentar o divino através de três janelas:
Você pode ter o vislumbre ou através da beleza,
ou através da verdade ou através da bondade.
Estas três dimensões pertencem à mente humana. Estas são nossas limitações, A moldura é dada por nós; o divino em si é sem moldura. É assim. Podemos ver o céu pela janela. A janela parece uma moldura ao redor do céu, mas o céu em si não tem moldura ao redor dele. É infinito. Somente a janela lhe dá uma moldura. Da mesma forma, beleza, verdade e bondade são as janelas através das quais podemos vislumbrar o divino (...
A abordagem intelectual cria a janela da verdade, a moldura da verdade. Se a mente é emocional - se alguém chega à realidade não através da cabeça, mas através do coração - então o divino transforma-se em beleza. A qualidade poética é dada por você. É apenas a moldura. O intelecto dá-lhe moldura da verdade; a emoção dá-lhe moldura da beleza. E se a personalidade não é nem emocional, nem intelectual - se a ação é predominante - então a moldura torna-se bondade. (...)
Estas três características (verdade, bondade e beleza) são categorias humanas emolduradas em torno do divino, o qual é, em si mesmo, sem moldura. Não são qualidades do divino como tal. Se a mente humana conceber o divino através de qualquer quarta dimensão, então esta quarta dimensão também tor-nar-se-á uma qualidade do divino. Não quero dizer que o divino não é bom. Estou apenas dizendo que esta bondade é uma qualidade que é escolhida por nós e vista por nós. Se o homem não existisse no mundo, então o divino não seria bom, o divino não seria bonito, o divino não seria verdadeiro. A divindade existiria do mesmo jeito, mas estas qualidades, que são escolhidas por nós, não estariam lá. Estas são apenas concepções humanas. Podemos da mesma forma conceber que o divino é também outras qualidades.
Não sabemos se os animais percebem o divino, não sabemos de maneira alguma como eles percebem as coisas, mas algo é certo: eles não perceberão o divino em termos humanos. Se chegarem a perceber o divino, o perceberão e o sentirão de uma forma bem diferente da nossa. As qualidades que eles perceberem não serão as mesmas que são para nós.
Quando uma pessoa é predominantemente intelectual, não pode conceber como você pode dizer que Deus é belo. O próprio conceito é absolutamente estranho à sua mente. E um poeta não pode conceber que a verdade possa significar qualquer coisa, a não ser beleza. A verdade é beleza: tudo o mais é simplesmente intelectual. Para o poeta, para o pintor, para o homem que percebe o mundo em termos do coração, a verdade é uma coisa nua, sem beleza. É simplesmente uma categoria intelectual. Portanto, se uma determinada mente é predominantemente intelectual, não pode entender a mente emocional e vice-versa. Eis porque há tanto mal-entendido e tantas definições. Nenhuma definição única pode ser aceita por toda a humanidade. Deus deve chegar a você nos seus próprios termos. Quando você definir Deus, você será parte da definição. A definição virá de você; Deus como tal é indefinível. Logo, aqueles que olham para ele através destas três janelas, têm imposto, de uma certa forma, suas próprias definições ao divino.
Há também a possibilidade de um quarto modo de ver o divino, para aquele que transcendeu a estas três dimensões em sua personalidade. Na índia, não temos uma palavra para a quarta.
Simplesmente a chamamos de turiya (a quarta). Há um tipo de consciência na qual você não é nem intelectual nem emocional, nem ativo, mas simplesmente consciente. Então você não está olhando o céu através da janela. Você saiu da casa e conheceu o céu sem janela. Não há padrão, não há moldura. Somente o tipo de consciência que realizou a quarta pode entender as limitações das outras três. Ela pode entender a dificuldade de compreensão em meio às outras e pode também entender as similaridades subjacentes entre a beleza, a verdade e a bondade, Somente o quarto tipo pode compreender e tolerar. Os outros três tipos estarão sempre discutindo.
Todas as religiões pertencem a uma destas três categorias. E elas têm estado discutindo constantemente. Buda não pode tomar parte neste conflito. Ele pertence ao quarto tipo. Ele diz, É tudo sem sentido. Você não está discutindo as qualidades divinas; você está discutindo as suas janelas. O céu permanece o mesmo, de qualquer janela. Portanto, estas não são as qualidades divinas. Estas são as qualidades divinas tal qual concebidas por nós. Se pudermos destruir nossas janelas, podemos conhecer o divino como ausente de qualidades, nirguna. Então podemos ir além das qualidades. Somente então a projeção humana não ocorre. Mas então torna-se muito difícil dizer algo. O que quer que possa ser dito a respeito do divino, pode ser dito apenas através das janelas, porque qualquer coisa que possa ser dita está realmente sendo dita a respeito das janelas, não a respeito do céu em si. Quando vemos além das janelas, o céu é tão vasto, tão ilimitado. Não pode ser definido. Todas as palavras são inaplicáveis; todas as teorias são inadequadas. (...)
Wittgenstein fez esta distinção. Ele disse que há verdades que podem ser ditas e que há verdades que podem ser mostradas, mas não ditas. Uma coisa é definível porque existe em meio a outras coisas. Pode ser relacionada a outras coisas, comparada. Por exemplo, podemos sempre dizer que uma mesa não é uma cadeira. Podemos defini-la por referência a uma outra coisa. Ela tem uma fronteira para a qual se estende e além da qual uma outra coisa começa. Realmente, só a fronteira é definida. Uma definição significa a fronteira além da qual tudo o mais começa. Mas não podemos dizer nada sobre o divino. O divino é o total, logo, não há fronteira; não há fronteira da qual uma coisa começa. Não há uma outra coisa. O divino é sem fronteira, por conseguinte, não pode ser definido. A quarta pode apenas mostrar; pode apenas indicar. Eis porque a quarta tem permanecido misteriosa. E a quarta é a mais autêntica, porque não é colorida pelas percepções humanas. Todos os grandes santos indicaram; não disseram nada. Seja Jesus, Buda, Mahavira ou Krishna, não importa. Eles não estão dizendo nada; estão apenas indicando algo - apenas um dedo apontando para a lua. Mas há sempre a dificuldade no que diz respeito ao divino. (...)
Sempre que alguém aborda o divino, deve estar consciente de sua própria mente. Se aborda o divino pela mente, o divino é colorido por ela. Se você aborda o divino como vazio, como um vácuo, um nada sem quaisquer preconceitos, sem qualquer propensão a ver as coisas de uma forma particular - então você conhece a ausência de qualidade do divino, caso contrário não. Caso contrário, todas as qualidades que damos ao divino pertencem às nossas janelas humanas. Nós as impomos ao divino.
Você está dizendo que não precisamos usar a janela para ver o céu?
Sim. É melhor olhar da janela do que não olhar de forma alguma, mas olhar pela janela não pode ser comparado ao céu sem janela.
Mas como alguém vai da sala ao céu sem a janela?
Você pode passar pela janela para ir ao céu, mas não deve permanecer na janela. Caso contrário, a janela sempre estará lá. A janela deve ser deixada para trás. Deve ser ultrapassada e transcendida. Uma vez que alguém esteja no céu, não há palavras - até que volte à sala. Então vem a estória... Sim. O indivíduo pode voltar. Mas então ele não poderá ser o mesmo que era antes. Ele conheceu o que não tem padrão, o infinito. Então, mesmo da janela, ele saberá que o céu não é padronizado, não tem janelas. Mesmo se a janela estiver fechada e a sala escurecida, ele saberá que o céu infinito está lá. Agora ele não poderá ser o mesmo novamente. Uma vez que tenha conhecido o infinito, você tornou-se o infinito. Nós somos o que conhecemos, o que sentimos. Uma vez que tenha conhecido o ilimitado, o sem fronteiras, de uma certa forma você se tornou o infinito. Conhecer o amor é ser o amor; conhecer a oração é ser a oração, conhecer o divino é ser o divino. Conhecer é realização; conhecer é ser.
As três janelas tornam-se uma?
Não. Cada janela permanecerá como era. A janela não mudou, você mudou. Se a pessoa for emocional, sairá e entrará pela janela da emoção, mas agora não negará as outras janelas; não será antagônica a elas. Agora ela estará entendendo as outras. Saberá que as outras janelas também conduzem ao mesmo céu. Uma vez que você esteja sob o céu, sabe que as outras janelas são partes da mesma casa. Agora você pode atravessar as outras janelas ou não. Se a pessoa é como Ramakrishna, pode passar por outras janelas para ver se o mesmo céu é visto através delas. Depende da pessoa. O indivíduo pode olhar por outras janelas ou não. E realmente, não há necessidade. Conhecer o céu é o suficiente. Mas o indivíduo pode inquirir, ser curioso. Então, ele olhará por outras janelas. Há pessoas que olham e pessoas que não.
Mas uma vez que a pessoa tenha conhecido o céu aberto, não negará as outras janelas; não negará outras abordagens. Ela confirmará que suas janelas abrem-se à mesma coisa. Portanto, uma pessoa que conheceu o céu torna-se religiosa, não-sectária. A mente sectária permanece atrás da janela; a mente religiosa está além dela. O indivíduo que viu o céu pode vagar; pode também ir às outras janelas. Há muitas combinações possíveis. Há infinitas janelas. Estes são os tipos principais, mas não são as únicas janelas.
Há uma janela para cada consciência, para cada homem?
Sim. De uma certa maneira, cada pessoa chega ao divino a partir de sua própria janela. E cada janela é basicamente diferente da outra. Infinitas são as janelas... Dois cristãos não são iguais. Um cristão difere do outro tanto quanto o cristianismo difere do hinduísmo.
Uma vez que você tenha chegado ao céu, sabe que todas as diferenças pertencem à casa. Elas nunca pertencem a você. Pertencem à casa na qual você viveu, através da qual você viu, através da qual você sentiu, mas não a você como tal. Quando você chega sob o céu, sabe que você também era parte do céu - só que vivia entre paredes. O céu dentro da casa não é diferente do céu além da casa. Uma vez que tenhamos saído, sabemos que as barreiras não eram reais. Mesmo uma parede não é uma barreira para o céu; não dividiu o céu de forma alguma. Cria uma aparência do que o céu está dividido - de que esta é a minha casa e de que aquela casa é sua; de que o céu de minha casa pertence a mim e de que o céu na sua casa pertence a você - mas uma vez que tenha chegado a conhecer o céu em si, não há diferença. Então não há indivíduos como tais. Então as ondas se perdem e só o oceano permanece. Você voltará para dentro outra vez, mas agora você será diferente do céu. Parece que há poucos cristãos que tenham ido ao céu e que tenham retornado com este conceito.
Há alguns. São Francisco, Eckhart, Bohme... Eles não disseram que era o mesmo céu, disseram?
Não podiam. O céu é sempre o mesmo, mas eles não podem relatar o céu da mesma forma. Os relatos sobre o céu são propensos a serem diferentes, mas o que está sendo relatado não é diferente.
Àqueles que não conhecem a coisa relatada em si, o relato será tudo. Então as diferenças tornam-se agudas. Mas tudo que é relatado é apenas uma seleção, uma escolha. O todo não pode ser relatado; somente uma parte do todo pode ser relatada. E quando é relatada, torna-se morta...
Se eu relatar na minha própria linguagem individual, ninguém a entenderá. Quando experimentei o céu, o experimentei sem a comunidade. Eu estava totalmente só no momento do conhecer. Não havia linguagem; não havia palavras. Mas quando eu relato, relato aos outros que não conheceram. Devo falar na linguagem deles. Terei de usar uma linguagem que me era conhecida antes do meu conhecer.
São Francisco usa a linguagem cristã. No que se refere a mim, as religiões são apenas linguagens diferentes. Para mim, o cristianismo é uma linguagem particular derivada de Jesus Cristo. O hinduísmo é uma outra linguagem; o budismo é outra linguagem. A diferença é sempre de linguagem. Mas se alguém conhece apenas a linguagem e não a própria experiência, a diferença é propensa a ser vasta. (...)
No que diz respeito a mim, é melhor que uma pessoa não permaneça com a religião do seu nascimento. As atitudes e crenças que lhe foram dadas no nascimento devem ser negadas em algum momento ou a aventura nunca começará. O indivíduo não deveria permanecer onde nasceu. O indivíduo deveria ir a cantos desconhecidos e sentir a alegria disso. Às vezes não podemos entender a própria coisa que pensamos mais entender. O cristão pensa que entende o cristianismo. Isso se transforma na barreira. O budista pensa que entende o budismo porque o conhece, mas este próprio sentido de conhecer converte-se num obstáculo. Só o desconhecido pode tornar-se o magnético, o oculto, o esotérico.
O indivíduo deve transcender às circunstâncias de seu nascimento. É simplesmente circunstancial que alguém seja cristão de nascimento; é simplesmente circunstancial que alguém seja hindu de nascimento. O indivíduo não deveria ficar confinado às condições do seu nascimento. O indivíduo deve nascer duas vezes, no que se refere à religião. O indivíduo deve ir às esquinas desconhecidas. Então a emoção está ali. A exploração começa. As religiões são, de uma certa forma, complementares. Elas devem trabalhar pelas outras; devem aceitar as outras. (...)
Sempre que alguém vem do Ocidente para o Oriente, há algo novo. A atitude oriental é tão diferente que não pode ser colocada em categorias familiares. Toda a atitude é tão oposta ao que você está familiarizado, que se você quiser entendê-la, você próprio terá de mudar. A mesma coisa acontece a alguém do Oriente quando vai para o Ocidente. Deveria acontecer. O indivíduo deveria estar aberto, de forma que possa acontecer. É o desconhecido, o não familiar, que criará a mudança. (...)
Do Livro: A Psicologia do Esotérico - Osho - 10. JANELAS AO DIVINO
https://dasculturas.files.wordpress.com/2018/08/a-psicologia-do-esoterico-osho.pdf
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Meditemos!
"Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências."
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"O silêncio também fala, fala e muito!
O silêncio pode falar mesmo quando as palavras falham."
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"Sempre permaneça aventureiro. Por nenhum momento se esqueça de que a vida pertence aos que investigam. Ela não pertence ao estático; Ela pertence ao que flui. Nunca se torne um reservatório, sempre permaneça um rio."
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''Escute os sons da natureza e da mesma forma escute as pessoas. Escute sem impor coisa alguma ao que você está escutando – não julgue, pois no momento em que você julga, a escuta cessa.''
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"Não importa se você é uma rosa, um lótus ou outra flor.
O que importa é que você floresça."
(Osho)
***As citações parciais são para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
Shalom buscadores!
Namastê buscadores!
Somando:

Om shanti, Om...
"Procura, oh alma, obter conhecimento a respeito de todas as coisas.
E não acredites, que nenhuma delas esteja fora de ti.
Não, todas as coisas que deve buscar estão dentro de ti, ao teu alcance.
Acautela-te pois, em buscar fora o que se encontra dentro."
Namastê buscadores!
Fé!
Mas...
O amor de Deus está presente por toda parte. A natureza fala da sua grandeza em cada detalhe. E o amor de Deus é a própria esperança se derramando sobre toda a criação. Quando observamos as cinzas de um campo queimado, talvez pensemos que a vida ali se extinguiu para sempre. Mas em pouco tempo as plantas brotam, mais verdes que nunca, mostrando que nada consegue deter a vida. Quando vemos os escombros deixados pela fúria das tempestades, pode nos parecer que nada mais poderá existir em tão deprimente paisagem. No entanto, em breve tempo as mãos hábeis e competentes dos homens deixam o local em condições de ser habitado novamente. Quando olhamos vastas extensões de terras esturricadas pela estiagem, temos a impressão de que a vida bateu em retirada, para sempre.
Mas, para espanto de todos, a chuva cai de mansinho, penetrando o solo castigado, acordando as sementes que jaziam adormecidas e, em pouco tempo o que era deserto se converte em imenso jardim multicolorido.
É assim que Deus nos fala da esperança, a cada instante.
Foi observando esses pequenos detalhes da natureza, que um poeta escreveu o poema que reproduzimos a seguir:
"E eu que achei que a lua não brilhasse sobre os mortos no campo da guerrilha, sobre a relva que encobre a armadilha ou sobre o esconderijo da quadrilha,...
Mas brilha.
E achei que nenhum pássaro cantasse, se um lavrador não mais colhe o que planta, se uma família vai dormir sem janta com um soluço preso na garganta,...
Mas canta.
Também pensei que a chuva não regasse a folha cujo leite queima e cega, a carnívora flor que o inseto pega ou o espinho oculto na macega,...
Mas rega.
Pensei, também, que o orvalho não beijasse a venenosa cobra que rasteja, no silêncio da noite sertaneja, sobre as ruínas de esquecida igreja,...
Mas beija.
Imaginei que a água não lavasse o chicote que em sangue deprava, quando, de forma monstruosa e brava, abre trilhas de dor na pele escrava,...
Mas lava.
Apostei que nenhuma borboleta – por ser um vivo exemplo de esperança – dançaria contente, leve e mansa sobre o túmulo de uma criança,...
Mas dança.
E eu pensei que o sol não mais aquecesse os campos que a guerra empobrece, onde tomba do homem a própria espécie, e a sombra da dor enlouquece,...
Mas aquece...
Que são as soberanas leis divinas."
(Camille Flammarion)
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na poesia intitulada Mas..., do livro os Pratos de Vovó, de autoria de Antonio Roberto Fernandes e no cap. II do livro Deus na Natureza, Camille Flammarion, ed. FEB.
