Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR.
“Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn).
Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem.
Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.
"A grande verdade é que todos nós precisamos aprender a viver bem.
A vida é um sopro que a qualquer vento se desfaz.
Enquanto vivos, vivamos o melhor possível."
(By Crisbalbueno)
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"O que começa, termina.
Esteja em paz com isso e tudo ficará bem."
(Buda)
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''Que suas mãos se dediquem a abençoar.
Que o brilho dos seus olhos, como o sol,
aqueça o frio de uma alma.
E que seus lábios ao falar, profiram orações
disfarçadas de meros cumprimentos.
Que hoje a felicidade não precise bater à sua porta,
por já estar habitando em ti."
(Gi Stadnicki)
sábado, 17 de junho de 2017
Om, shanti.
Por que a espiritualidade cura?
Entrevista com Herbert Benson para Revista Bons Fluídos
Herbert Benson está à frente do Instituto Mente/Corpo da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Nos últimos 35 anos, dedica-se a pesquisas científicas que comprovam: a fé e a meditação melhoram a saúde.
Imagine um médico receitando 20 minutos de meditação, duas vezes ao dia, para combater a hipertensão, por exemplo. É isso que faz o doutor Herbert Benson, pesquisador e fundador-presidente do Instituto Mente/ Corpo da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, em Boston, nos Estados Unidos. Há mais de três décadas, ele realiza estudos em laboratório e vem comprovando que aquietar a mente é um hábito poderoso na prevenção e no combate de problemas como insônia, tensão pré-menstrual, infertilidade e hipertensão. Além disso, alivia os efeitos de doenças crônicas e tratamentos químicos fortes, como o de câncer. O doutor Benson concluiu que de 60 a 90% das doenças podem ser curadas pela mente. Ele é autor de sete livros sobre o assunto, como Medicina Espiritual (ed. Campus) e o best seller The Relaxation Response (não traduzido para o português), que já vendeu mais de 4 milhões de exemplares. Em julho de 2005, no II Congresso Internacional de Stress, organizado pela ISMA-BR (International Stress Management), em Porto Alegre, ele falou sobre medicina e espiritualidade.
Bons Fluidos - Como a espiritualidade pode trazer benefícios para a saúde?
Herbert Benson - Sempre digo que há um tripé que sustenta a cura: os medicamentos, a cirurgia e a espiritualidade. Cada um deles tem seu peso, sendo que o hábito diário da prática da meditação corresponde de 60 a 90%. O resto é efeito da medicação ou, caso seja necessário, da cirurgia. Como médico, não receito para meus pacientes apenas a meditação, pois os recursos da medicina não podem ser desprezados.
BF - Por que, então, o senhor pesquisa a espiritualidade?
HB - Pesquiso os efeitos da espiritualidade na cura de doenças há 35 anos e comecei estudando a relação entre o estresse e a hipertensão. Primeiro fiz experimentos com macacos. Porém, na época, recebi uma proposta de estudar os efeitos físicos da meditação em um grupo de praticantes assíduos. Essas pessoas não tinham problemas de pressão alta e diziam que isso estava relacionado à meditação. Foi então que realmente estabeleci a conexão entre corpo e mente.
BF - O que o senhor notou no corpo dessas pessoas?
HB - Percebi que durante a prática há a diminuição da pressão arterial, da freqüência cardíaca e do ritmo respiratório. Tentei, então, descobrir o que provocava isso. E são dois os componentes básicos capazes de causar essas reações: a repetição de palavras e a capacidade de deixar os pensamentos de lado. Como parte do estudo, pesquisei os estados meditativos ao longo da história e nas diferentes religiões e esse efeito estava presente no cristianismo, no judaísmo e no budismo.
BF - Qualquer tipo de meditação traz benefícios?
HB - Meditação é deixar a mente livre de pensamentos. E isso é geralmente conseguido pela repetição de palavras. Quando um católico reza um terço, por exemplo, ele está meditando. Não importa o que está dizendo, desde que aquela palavra tenha um significado importante para ele. Pode ser paz, amor, aleluia, shalom, um mantra (os sons sagrados orientais). Os pacientes que escolhem repetir palavras ou expressões relacionadas com suas crenças religiosas têm maior probabilidade de meditar continuamente e melhores resultados fisiológicos do que aqueles que escolhem palavras indiferentes, sem um significado particular. E existem técnicas orientais que também causam as mesmas mudanças físicas, como ioga, tai chi chuan, chi kun e a dança.
BF - Meditar ajuda no processo de cura e prevenção de quais doenças?
HB - As que apresentam melhor resposta ao relaxamento são hipertensão, problemas cardíacos, insônia, calorões da menopausa e toda forma de dor, inclusive as crônicas. Nesses casos, meditar ajuda a suportar melhor os desconfortos.
BF - E a infertilidade?
HB - Problemas de infertilidade, causados por estresse e ansiedade, melhoram 50% depois da prática diária do relaxamento e 59% das mulheres têm diminuição dos sintomas de TPM (tensão pré-menstrual). Mas é preciso lembrar que não se deve abandonar os medicamentos, independentemente do problema de saúde. Quem pratica as várias formas de meditação deve, sim, avisar seu médico.
BF - Por quê?
HB - Se a prática é diária, as doses do medicamento precisam ser diminuídas. Caso contrário, passa-se a ter efeitos colaterais causados pelo excesso de remédios. Por exemplo, em quem é hipertenso, toma medicação e começa a meditar todo dia, a pressão arterial vai cair naturalmente. Assim, as doses dos remédios devem ser reduzidas aos poucos, com a orientação do especialista, até que a pressão se normalize. Percebo que, em males como a Aids ou o câncer, a meditação ajuda a suportar melhor os efeitos colaterais dos tratamentos. Ou seja, há uma melhora na qualidade de vida desses pacientes.
BF - A fé interfere na cura?
HB - Defendo uma medicina unificada de corpo, mente e espírito. Se a fé não fosse importante, como você explicaria o efeito placebo? Pesquisas demonstram que uma pílula com açúcar dada em laboratório tem resultados positivos em 90% das pessoas com problemas de depressão e ansiedade. Isso é o que chamo de fator fé.
BF - E a fé religiosa, ela conta pontos para a saúde?
HB - Estudos comparativos de grupos religiosos e não religiosos constataram: quem é mais religioso é mais saudável, independentemente da alimentação ou da atividade física. Isso também independe da religião. Um católico, por exemplo, que reza todos os dias e acredita em sua crença produz os mesmos efeitos benéficos para o organismo que um budista, que medita diariamente. O importante é a resposta que o relaxamento causa no organismo. Pode ser com meditação, rezando terço, com ioga.
BF - Existe uma idade certa para começar a praticar?
HB - Crianças a partir de 5 anos já podem ser iniciadas. Estudos feitos em Harvard demonstram que isso reduz a ansiedade, facilita a concentração, a capacidade de aprender e de ter notas melhores na escola em comparação a garotos que não meditam.
BF - É preciso meditar todos os dias? Quanto tempo?
HB - Para obter uma resposta eficaz, deve-se praticar uma ou duas vezes por dia, de dez a 20 minutos, cada vez. As alterações fisiológicas causadas pela meditação duram 24 horas, e isso faz também com que o praticante se torne mais resistente ao estresse e às doenças causadas por ele. O ideal é meditar de manhã, ao acordar (antes do café da manhã), e no final da tarde.
"Ama-me acima de todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo"
"Ama-me na luz do sol que revigora toda vida e cuja força de
atração mantém o equilíbrio dos mundos deste sistema.
"Ama-me na água das chuvas com a qual fecundo os teus campos,
para que tenhas azeite e trigo em tuas despensas e vinho em teus lares.
"Ama-me no ar que respiras, na luz que te ilumina, na terra que te
sustentas, nos bosques que te dão fogo, nos hortos que te oferecem
os seus frutos e nos jardins que te coroam de mirtos e de rosas!
"Ama-me acima de todas as coisas, porque sou o teu Criador e teu
Senhor, e ama também a todos os seres semelhantes a ti, porque
sou o Pai de todos, e todos vós saístes de meu seio para serdes
justos e felizes na posse eterna do meu amor!
Livro: "Harpas Eternas" - vol. quatro
por Deise Ramos.
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Namastê buscadores!
"Quando reduzimos nossos desejos e terminamos com todas as expectativas, começamos e diminuir nosso sofrimento e passamos a experimentar a verdadeira felicidade que reside na alma. Mas a maior felicidade é compartilhar a bondade que está dentro de nós. Quando temos bons votos em abundância para todos, sem nenhuma discriminação ou egoísmo, nossas alegrias são multiplicadas - recebemos bênçãos de Deus e dos outros. Isto age como um tapete mágico que nos mantêm voando mais e mais alto em alegria e bem-aventurança ilimitadas."
(Brahma Kumaris)
"Um sinal claro de que a energia do amor está fluindo de verdade é que ele nunca provoca cansaço, só lhe dá energia, só o fortalece."
- Extraído do Livro: Os 7 mitos sobre o amor: uma viagem da mente ao fundo da alma, de Mike George - Brahma Kumaris
sábado, 10 de junho de 2017
Om, shanti.
"Se a sociedade humana perde o valor da justiça, o valor da compaixão, o valor da honestidade, a próxima geração vai enfrentar mais dificuldades e mais sofrimento. Portanto, embora a mudança interior seja de fato difícil, vale absolutamente a pena tentar. O importante é tentar o nosso melhor. Mesmo se não conseguirmos o que queremos, pelo menos vamos ter feito a tentativa, com base no amor e com menos egoísmo."
Podemos dizer: “a arte ensina a pensar”, “a arte é um meio para a reflexão”. Podemos chegar a algo mais extremo: “a arte substituiu o pensamento na tarefa da interpretação do mundo”. Frases como estas correm soltas em nossos meios, sejam eles intelectuais ou não; conhecemos a ideia da arte como “medium” de reflexão no romantismo alemão que veio fazer escola no século XX influenciando artistas, filósofos e até a figura do curador de exposições que veio a se tornar enfática na atualidade. Sua verdade, porém, só será compreendida se analisarmos a ambiguidade que veiculam. Um bom método para buscar a compreensão de algo é sempre ver o que cada frase, cada ideia ou preposição, oculta. E é sempre útil desconfiar que perguntas camuflam perguntas e respostas prontas podem evitar ou interromper o processo do pensamento.
Neste contexto é importante uma crítica sobre a questão “a arte faz pensar” capaz de mostrar sua pertinência e limites.
Tais preposições estão extremamente vinculadas à questão da falência da filosofia. Desde Marx, segundo a famosa 11ª Tese sobre Feuerbach, “os filósofos até agora se ocuparam da interpretação do mundo enquanto cabe transformá-lo”. Marx fazia do pensamento um trabalho cuja responsabilidade era a modificação das condições materiais da existência. A filosofia não poderia ser mera teoria no sentido da contemplação desligada da realidade social e política e sem função prática. Neste sentido Marx apenas conclamava os filósofos, aqueles que se davam à tarefa do pensamento especializado e qualificado como até hoje, a que, como os proletários do seu tempo - objetos de relações de poder, mas artífices dos meios de produção - tomassem em suas mãos o poder de que dispunham e realizassem sua excelência e natureza: que cada um efetivasse sua função social, que os filósofos fizessem o pensamento valer revolucionando a vida concreta e que os trabalhadores fizessem seu trabalho valer como poder que ele de fato era. Mas o que não estava dito era que a falência da filosofia era igual, neste contexto, à falência do trabalho e ambos deveriam ressurgir como poderes transformadores.
Neste ponto, a arte aparece como uma atividade capaz de fazer o que a filosofia não foi capaz, a saber, oferecer uma reflexão mais profunda e mais crítica da realidade. É interessante que não tenha se tornado uma questão tão levada a sério a capacidade da arte em revolucionar o mundo do trabalho. A crítica da arte jamais colocou a questão sobre a pertinência da arte na transformação do mundo que a filosofia teria deixado a desejar. Uma transformação da ação por meio da arte equivalia a uma transformação do trabalho que estava na esteira da crítica de Marx à filosofia. Apenas Marcuse, em meados do século XX, acreditará que a arte é capaz de ser trabalho não alienado, trabalho que realiza subjetivamente quem o promove. Mas é curioso que hoje a arte venha reivindicar o lugar especial frente ao pensamento. Quem defende a idéia de que arte realiza o papel da filosofia tem em mente esta falência do pensamento no que concerne à sua vocação prática abandonada. Vocação que não pode, a propósito, ser perdida de vista, devendo - a cada vez e com urgência - ser recuperada. Filósofos como Theodor Adorno (autor da Teoria Estética, a maior obra a relacionar arte e filosofia no século XX) dirá que a arte é autônoma no que concerne à sua lei formal em relação à sociedade e que isso constitui sua maior crítica ética e política. O que a arte veio ensinar à filosofia deve ser compreendido nos termos do que a sensibilidade é capaz de ensinar à razão, processo cujo reconhecimento é absolutamente necessário desde que a razão iluminista demonstrou sua necessidade de crítica ao perder-se nos descaminhos de uma existência separada da sensibilidade.
Seguindo tal caminho, desde Schopenhauer, Nietzsche e Kierkegaard, pelo menos entre os mais conhecidos, a filosofia tem tentado ser arte no sentido da aventura criativa do pensamento que deixa revelar suas sombras e luzes, expandindo-se como consciência e inconsciência, emoção e lógica num arranjo dialético, ou seja, capaz de entrelaçar facetas opostas. A arte mostrou e ainda mostra à filosofia os limites do pensamento meramente racional e lógico. A evolução da filosofia dependia de que objetos, as obras de arte, devessem ser enfrentados pela racionalidade e que, na oferta de um choque de sensibilização dado pelas obras de arte, o pensamento evoluísse rumo ao reconhecimento de seus limites. Isso, de fato, ocorreu no século XX. A obra de arte mostra o limite da explicação racional e lógica e evidencia-se como algo “mais” em relação à linearidade do pensamento lógico.
Mas não é possível dizer que a arte substitui o pensamento, antes a relação é dialética e Adorno tinha razão: se a arte auxilia o pensamento, o pensamento também auxilia a arte. Outra coisa, no entanto, é dizer que o pensamento substitui a arte. Diante dessa ideia o que encontramos é a ausência de dialética que promove um retrocesso no trabalho do pensamento tanto quanto no das artes. A dialética é o método que permite reconhecimento na relação entre opostos, que não elimina polaridades na intenção de hierarquizar um deles oferecendo uma resposta rápida e fácil ás dificuldades imanentes ao processo do conhecimento.
É necessário, entretanto, voltar à questão do trabalho e pensar por que ninguém pergunta sobre a falência da arte, enquanto a falência da filosofia parece dada. Por que pensamos a arte como tendo o direito de ser “mais adequada” para a reflexão do que a filosofia, do que o trabalho especializado com o pensamento que ela quer promover? Se ela promove pensamento, podemos dizer que ela tem razão ao interferir no método, colocando a sensibilidade no lugar onde antes estava apenas a lógica. Mas, por outro lado, não seria de devolver à arte a pergunta sobre a sua própria incapacidade em transformar o mundo do trabalho, da prática, da ação? Optar pelo pensamento só tem sentido se carregamos junto dele a ação.
Se a filosofia produziu pensamento alienado enquanto tentava produzir pensamento qualificado, o fato de que a arte venha interferir no pensamento é relevante e fundamental, pois ela alcança para a filosofia algo que ela mesma era incapaz. Mas isto não transforma a arte na verdade das verdades, o novo tribunal onde o pensamento qualificado pode ser julgado.
Resta a pergunta sobre o fato de que a arte não tenha se ocupado com a esfera da prática e do trabalho, afinal, que espécie de “pensamento” ela pretende ser ou produzir? O que a arte mostra é a possibilidade de mudar o mundo mudando o pensamento. Adorno interpretou assim a vantagem da arte diante da filosofia...
***
Há que se colocar uma questão camuflada: é preciso suspeitar da arte quando ela procura esquivar-se de uma tarefa que é imanente ao seu sentido enquanto coisa social: a tarefa da sensibilização.
Aquilo que a arte critica, o pensamento, define o objeto sobre o qual ela deseja interferir e certamente o fará ao dar sensibilidade ao pensamento, mas isso não é nenhuma garantia de que a arte, por si só e simplesmente, possua como absoluto a sensibilidade como algo que a obra carrega espontaneamente. Este é o grande limite da arte, a crença na onipotência da sensibilidade como se esta não fosse formada e educada, instrumento do poder e da ideologia.
E devemos perguntar: quando a arte se propõe a substituir a filosofia quem realizará a ação de sensibilização? Não podemos tomar a sensibilidade como dada, ela precisa ser construída, tanto quanto o pensamento. Assim como o pensamento é uma tarefa complexa e árdua, do mesmo modo o é a sensibilidade. Neste ponto, a filosofia avança para além da arte: enquanto a filosofia está procurando chegar à prática, ter relevância para o mundo da ação após a dura autocrítica que levou a cabo, a arte, com todas as tentativas revolucionárias promovidas no século XX, também não chegou onde prometia. É preciso reformular o juízo: a falência da filosofia é concomitante à falência das artes...
Publicado no Jornal do Margs, n° 105, Dezembro 2004. Página 8.
"O milagre ocorre quando a pessoa tem a coragem e a honestidade de reconhecer que não sabe o que fazer consigo mesma. Não se trata de uma descoberta complicada. Na verdade, é muito simples. Calma e claramente, você se dá conta de que não sabe, e nunca realmente soube, como dirigir sua vida interior. De boa mente, renuncia ao orgulho e vaidades que insistiam em que tudo corria bem, quando, na realidade; não era assim. Você não pode mais lutar: está cansado e quebrado demais...
Mas, em vez disso, ocorre o milagre. Tendo aberto o caminho para uma força mais alta, ela surge para ajudá-lo em tudo. Você não tenta mais viver; permite apenas que a vida seja vivida por si mesma. As ideias se transformam em algo novo e diferente. Os pensamentos, sentimentos, situação financeira, casamento, lar, amizades são magicamente transformados. Com grande alívio, você compreende que a altaneira força que temeu outrora é a única salvação. Sente-se feliz e sabe que coisa alguma poderá afastá-la de si."