segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Om shanti, buscadores!

Nos disse, Buda:
"Nada vai embora antes de ensinar 
aquilo que temos que aprender."
"'O comportamento correto é como a água: a água está em toda parte e fica em todos os lugares desprezados pelos homens', diz Lao-Tsé.
E ele prossegue: ‘Aí está porque o sábio se aproxima do Tao. Ele ocupa o seu lugar exato. Seu coração é profundo como um abismo. Seu amor é perfeito. Ele se mantém na verdade, ele cumpre a verdade. Chamado a governar, ele mantém a ordem. Ele passa a ação no momento exato. Como ele não discute, nada se pode reprovar nele.'"
(Trecho extraído do artigo: 
" Põe quanto és no mínimo que fazes"
- Revista Pentagrama Ano 21, n⁰ 3)
 "Quando estamos abertos para ver além do nosso espaço e ouvir além da nossa voz... Fortalecemos a fraternidade da vida em ação altruísta, somando espontaneamente ao bem comum."

Perseveremos!

 Namastê buscadores!

Perguntou, Jiddu Krishnamurti:

"A taça só pode ser útil quando vazia. Então, você pode enchê-la com aquilo que você gosta. Mas, se a sua taça já está cheia – cheia de sofrimento, aflição, conflito – que utilidade ela tem?"

Reflexionemos juntos:

“Li muitos livros, mas esqueci a maioria deles. 

 Mas então, qual é o propósito da leitura? 

 Esta foi a pergunta que um aluno certa vez fez ao seu Mestre. O Mestre não respondeu naquele momento. No entanto, depois de alguns dias, enquanto ele e o jovem estudante estavam sentados perto de um rio, ele disse que estava com sede e pediu ao menino que lhe trouxesse um pouco de água usando um coador velho e sujo que estava no chão.

 O aluno levou um susto, pois sabia que era um pedido sem lógica. No entanto, ele não poderia contradizer seu Mestre e, pegando a peneira, começou a realizar essa tarefa absurda.

 Cada vez que ele mergulhava o coador no rio para buscar um pouco de água para levar de volta ao seu Mestre, ele não conseguia nem dar um passo em direção a ele, pois não restava uma gota no coador.

 Tentou e tentou dezenas de vezes, mas por mais que tentasse correr mais rápido da margem até seu Mestre, a água continuava passando por todos os furos da peneira e se perdia no caminho.

 Exausto, sentou-se ao lado do Mestre e disse: 

Não consigo tirar água com esse coador. Perdoe-me Mestre, é impossível e falhei em minha tarefa.

 - Não - respondeu o velho sorrindo - você não falhou. Olha o coador, agora está brilhando, está limpo, está como novo. A água, que escorreu por seus buracos, o limpou.

 - Quando você lê livros - continuou o velho Mestre - você é como uma peneira, e eles, são como a água do rio. Não importa se você não consegue guardar na memória toda a água que eles deixaram correr em você, porque os bons livros... com suas ideias, emoções, sentimentos, conhecimentos, com a verdade que você encontrará entre as páginas... limparão sua mente e espírito, e eles farão de você uma pessoa melhor e renovada. 

 Esse é o propósito da boa leitura”.

(@dell de ollinda)

"O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água e vai em frente, dançando... Ele não se prende à árvore. A árvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidão, e o rio segue em frente. O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente... E a árvore empresta o seu perfume ao vento... Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar."

(Osho)