“Se interroga a consciência sobre seus próprios atos, pergunta a si mesmo se não violou as leis evangélicas; se negligenciou voluntariamente uma ocasião de ser útil…”
— O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 3
A vida nos apresenta uma infinidade de oportunidades... algumas claras, outras disfarçadas. Cada uma delas exige reflexão e discernimento, pois o tempo é precioso e irreversível; permanecer indeciso ou hesitar é, muitas vezes, permitir que chances de crescimento passem despercebidas.
Nenhum ser humano deseja ser negligente intencionalmente. Quando agimos de forma equivocada, é porque escolhemos o que nos parecia melhor naquele momento, de acordo com nosso entendimento, experiências passadas e grau de envolvimento na situação. Ora, nossa ação se funda no conhecimento; ora, na ignorância; mas sempre há aprendizado.
Portanto, apenas o que sentimos com profundidade, guiados pela verdade e pela transparência de nossas intenções, constitui nossa melhor ferramenta de decisão. Devemos confiar em nossos sentimentos e intuições, permitindo que eles nos conduzam com serenidade, coragem e discernimento.
Através dessa atenção consciente, conseguimos concretizar nossas realizações pessoais, sem negligenciá-las em função da indecisão ou do medo. Mantendo o foco na paz da própria consciência, cada escolha torna-se um passo firme na construção de uma vida pautada pelo amor, pela responsabilidade e pelo crescimento espiritual.

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