domingo, 30 de outubro de 2016

Om, shanti.

"Tudo na vida é temporário, porque tudo muda. 
É por isso que é preciso muita coragem para amar,
sabendo que pode acabar a qualquer momento, 
mas com fé que irá durar para sempre..."
"O amor é o sentimento mais puro e grandioso que existe, 
através dele tudo se modifica, tudo se transforma.:
A tristeza através do amor dá passagem ao sorriso...
A mágoa através do amor dá passagem ao perdão verdadeiro…
A doença através do amor dá passagem para que a cura venha…
Só a força do amor pode levantar aquele que se encontra
 sem força para levantar…
Só a força do amor pode fazer caminhar aquele 
que não tinha mais pernas para andar…
Amar incondicionalmente significa, renunciar defeitos e esculpir
 as virtudes, pautadas pelo esforço, dedicação e muita coragem.
Apegue-se ao amor em tudo que for necessário na vida, 
pois só ele é capaz de dar a reação necessária
 àquele que precisa de algo maior para continuar.
O amor cura e o amor constrói."

(Site Gotas de Paz)

sábado, 29 de outubro de 2016

Namastê buscadores!
O conceito: TAO 
por Mestre Wu Jyh Cherng

O ideograma chinês Tao, que literalmente traduzido significa caminho, exprime o conceito filosófico do Absoluto. Este conceito traz a idéia de origem, princípio e essência de todas as coisas. O Absoluto está além do tempo, do espaço e das linguagens.
Sendo assim, não pode ser expresso, pois todas as expressões dependem de uma linguagem e de uma referência de tempo e espaço. Da mesma forma que não é possível usar uma régua para medir algo que está além das medidas, também não se pode utilizar a linguagem para descrever algo que está além da linguagem.
Ou seja, não é possível usar conceitos ou ferramentas do mundo finito para definir algo que é o próprio infinito. Por isso, Lao Tsé diz, no Tao Te Ching: “O caminho que pode ser expresso não é o Caminho constante”.
Nenhuma palavra pode enquadrar a real natureza do Tao. “O nome que pode ser enunciado não é o Nome constante”, ou seja: o Absoluto está além das linguagens. Apesar disso, para que possamos compreender racionalmente a experiência de um mestre que vive na condição Absoluta de ser, torna-se necessário a utilização de nomes, de palavras.
Um caminho só tem sentido e efeito reais quando existem três elementos atuando simultaneamente: o caminhante, o caminho e o ato de caminhar. Um caminho que existe, porém não é trilhado, não tem utilidade. Da mesma forma, caso exista o caminhante, mas não exista o caminho, o caminhante não saberá por onde caminhar. Finalmente, caso exista caminho e caminhante, ainda assim, dependemos de um terceiro elemento: o ato de caminhar. 
Ou seja, a condição Absoluta de ser só pode ser encontrada através de experiência pessoal; o Absoluto existe somente quando nos integramos a ele. Assim, você pode até compreender racionalmente que existe uma condição anterior ao céu e à terra, fonte criadora de todas as coisas; porém, caso você não a vivencie através da prática de um caminho, ela não existirá para você.
Um caminho espiritual precisa ser praticado para que possa ocorrer a realização pessoal do praticante. Por isso, Lao Tsé escolheu o termo “caminho” para representar o Absoluto.
***
Yin e Yang... 
por Monica Bonfiglio
Na concepção chinesa do mundo, o universo consiste em yang - o elemento masculino e em yin, o elemento feminino.
Em 1850, o filósofo Ralph Emerson em seu ensaio sobre a filosofia oriental, descrevia que o yin-yangestava presente na polaridade, na ação e na reação, na escuridão e na luz, no calor e no frio, no masculino e no feminino, na inspiração e na expiração, no ritmo do sangue, nas forças centrífuga e centrípeta.
Tudo na natureza é dividido, de modo que cada coisa constitui uma metade que precisa ser completada por uma outra coisa, como o espírito e a matéria, subjetivo e objetivo, interior e exterior, movimento e repouso. Os pólos se complementam entre si para que exista um equilíbrio dinâmico".
Yin e Yang são inseparáveis. Seu simbolismo é representado por um círculo dividido em duas metades iguais por uma linha sinuosa. A parte preta é yin e a outra branca é yang. Podemos observar que o comprimento da separação das cores é igual a circunferência exterior e que o contorno de cada metade yin e yang é igual ao perímetro da figura. Cada um dos elementos contém o germe do outro, na forma do ponto claro ou do ponto escuro.
Na visão cabalista, o yin-yang representa o céu e a terra, presos um ao outro abraçando-se mutuamente. Para os chineses, o yin-yang significa que o tempo (e o espaço) é "Uno", ou seja, a matéria e o espírito também. A ação de uma pessoa resulta em uma reação boa ou má. Tudo no ser é yin ou yang, com a dupla possibilidade de evolução ou involução.
Christopher Markert em seu livro Yin-yang - polaridade e harmonia em nossa vida, explica que só é possível ser feliz e ter sucesso quando se vive em sintonia com as forças cósmicas como o consciente e inconsciente, corpo e espírito, ideal e realidade, doce e salgado, direita e esquerda, dia e noite etc. Cada pólo portanto, tem valor idêntico ao outro, onde estes se complementam e se necessitam mutuamente.
Se o equilíbrio for perturbado, ambas as partes mostram o seu lado destrutivo e maléfico. A meta não é incentivar um pólo em prejuízo do outro, mas visar um equilíbrio que beneficie ambos os pólos. A vida busca o equilíbrio correspondente a cada lugar e a cada momento. Um homem pode tomar uma iniciativa na parte da manhã, e a tarde, a mulher pode ser a responsável. Ao acordar por exemplo, a pessoa pode tomar uma decisão "prática", mas a noite pode seguir a "intuição". Isto é yin e yang.

O yang é: masculino, pai, céu, deus-pai, Sol, consciente, compreensão, lógica, eu, condição desperta, cabeça, forma, ter, tensão, voltado para o exterior, decidido, risco, só, gasta energia, construtivo ou destrutivo, abstrato, ordenado, sóbrio, patriarcado etc.

O yin é: feminino, mãe, terra, mãe-terra, Lua, inconsciente, sentimento, intuição, eu interior, condição de sonho, coração, conteúdo, ser, relaxamento, voltado para o interior, segue o fluxo da vida, pacífico, atraído pela comunidade, economiza energia, cura e preserva, orgânico, fluente, sóbrio, matriarcado etc.

De acordo com os ensinamentos chineses, o conceito yin-yang poderia ser exposto assim:
·  Confie no seu julgamento.
·  Dê para que possa receber.
·  Mantenha a confiança na ordem do universo.
·  O inimigo torna-se seu amigo porque este lhe mostra suas fraquezas, pois sabe aquilo que você desconhece. Portanto, aprenda com ele.
·  O que ocorre no dia-a-dia, bom ou mau foi causado direta ou indiretamente por você.
·  Os obstáculos fortalecem.
·  Quem evita as dificuldades não pode continuar sadio e feliz.
·  Sinta-se responsável pela sua vida.
·  Tudo está em constante mutação tanto no universo com na vida dos seres humanos.
Nem a terra nem o céu são perfeitos, mas juntos podem formar a perfeita harmonia. Yin e yang são vistos como um jogo harmonioso, e não competitivo. É discernir que ambos os elementos contém aspectos fortes e fracos.
Conflitos ocasionais entre os dois elementos são inevitáveis. Na verdade, a maneira de o ser humano conseguir criar a harmonia interior e exterior. A vida harmoniosa só pode ocorrer através do jogo vital do yin e yang, um caminho para chegar ao "Uno".
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O caminho do Tao... 
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por Monge Xin Shan

O taoísmo é uma via de cultivo interno e vivencias diárias das virtudes transmitidas pelos mestres ancestrais fruto de suas realizações.
O taoísmo não é algo que possa ser aprendido em leituras de livros e demais textos, pois trata se de caminho do coração e por isso somente por meio do cultivo dos métodos na vida cotidiana é possível ampliar as percepções e despertar para a realidade da natureza pura de todos os seres.
O caminho taoista não trata de acumular informações intelectualmente, saber algo, é o ato de esvaziar se, tornar se simples, praticar a simplicidade. Quanto mais verdades um ser humano adota e busca mais distante da quietude, serenidade e realização se coloca. As verdades são como duras rochas impedindo a luz da natureza pura interior de cintilar para o mundo.
O caminho taoista se faz com as práticas dos métodos que são inúmeros, com a convivência com outros taoistas, cultivo em meio a natureza para fortalecer as percepções.
O coração cheio de informações perde o contato com a pureza silenciosa que desperta a paz tênue. O coração precisa esvaziar e a mente silenciar para que o ser humano possa despertar para a realidade além das ilusões.
O ser humano vê o mundo e o que há nele com as lentes do medo, insegurança, carências, orgulhos, vaidades, e tantos outros sentimentos reprimidos. Por isso a confusão e a dúvida constante, a indecisão castigante.
O caminho taoista não procura responder as dúvidas sobre os mistérios do universo e sim levar a pessoa a um estado de serenidade e profunda quietude onde pode ela transcender esses sentimentos e estados mentais conflitivos.
Neste lugar de calma e silencio a pessoa pode acessar a grande clareza e dessa maneira perceber além das ilusões projetadas pela mente e emoções conflitantes. As pessoas costumam amar as ilusões as projeções. 
Mas esse amor é uma paixão como fogo que tem um auge e logo enfraquece deixando no lugar um frio.
O amor real é um estado de paz e felicidade e ausência de dependência de qualquer coisa ou fator externo. O cultivo do Tao com o taoísmo é para realizar o estado continuo de paz e felicidade. Não é uma via para encontrar uma verdade, sim um caminho intimo para despertar a felicidade e a paz.
Um ser realizado, iluminado não é um ser capaz de curar doenças graves, saber tudo o que lhe perguntarem, aparecer em vários lugares ao mesmo.   Um ser realizado é um ser feliz, que vive em paz. Permanece no estado de grande harmonia. Onde estiver, em qual situação e condição estiver consegue permanecer em harmonia perene e agir conforme o que provoca equilíbrio.
O taoísmo é um caminho não para alcançar a verdade ou o conhecimento, sim para realizar a simplicidade. O coração simples é a meta do cultivador do Tao.
Fonte: http://filosofiataoista.no.comunidades.net/
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Wu Wei: A arte de viver o TAO... 
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por Theo Fischer

Wu Wei: Estas duas sílabas contêm todo o segredo da arte de viver do Tao. Traduzindo textualmente significa “não fazer nada”, “não agir”. Aqui de maneira alguma se diz que devemos ser indolentes, indecisos ou indiferentes. 
É difícil definir em poucas palavras a sutileza do Wu Wei. No sentido mais profundo, Wu Wei quer dizer que em nossas decisões não devemos fazer nada contra nossa autoridade interior, o Tao. 
Procuremos enfrentar os desafios da nossa vida com os escassos recursos de nosso intelecto, da nossa experiência. Desta forma nós interferimos em forças inacessíveis ao nosso pensamento, aquelas que não só resolvem nossos problemas da melhor forma, mas que também estão em condições de resolvê-los de outra maneira. 
Se conseguíssemos aprender a praticar o Wu Wei pararíamos imediatamente de meditar sobre os nossos problemas, de analisá-los e procurar soluções. É totalmente suficiente enxergarmos o problema sem refletir sobre ele, sem analisá-lo. O resto podemos deixar tranqüilamente por conta do Tao. 
Na medida em que nossa interferência se torne necessária, perceberemos o impulso de ação através de uma forte intuição. Sendo que a palavra intuição, como normalmente a interpretamos, só faz uma descrição insuficiente do fato, pois trata-se muito mais de um diálogo interior que se torna hábito a aquele que aprendeu a viver no espírito de Tao. 
O Tao só pode ser vivido e realizado no presente, ou seja, no instante. Talvez esta seja a única tarefa difícil para você, isto é, não ficar vagando com a sua mente nem no passado nem no futuro, porém sempre e constantemente permanecer no aqui e agora.
Wu Wei exige a presença de espírito no momento presente, as forças que modificam as coisas para o bem podem ser ineficazes sem a nossa ação. Enquanto não olharmos diretamente de frente as tristezas de nosso cotidiano, não se modificará nada através do Tao. Porém, se conseguirmos contemplar nossa existência de forma tão sensata e realista como ela realmente é, sem esquivar-nos de nenhum reconhecimento – por mais desagradável que seja, então não será necessário permanecer por muito tempo neste estado cinzento. Como que, por um comando à distância, em seguida sua vida será dominada por energias com as quais, você nem ousaria sonhar.
Permanecer realmente com o espírito no presente, observar atentamente os acontecimentos, registrá-los sem análise, seria o primeiro passo para a realização do Tao na nossa vida. 
Deixar os acontecimentos seguirem o seu fluxo sem resistir, apenas observá-los, isto é agir na não-ação, isto é Wu Wei. Quando você aprender a passar seus dias assim, sua vida será como nos melhores tempos de sua infância: sem preocupações, sem conflitos, esquecendo ontem, não sabendo nada de amanhã, permanecer apenas no hoje repleto de felicidade e serenidade. Isto é arte de viver, isto é viver no espírito Tao. 
Nossos problemas existenciais solucionam-se de uma forma que depende de uma sabedoria tão profunda que a nossa razão não a possui. Aqui você pode perceber como é insensato prender-se a estas seguranças aparentes que o cotidiano nos oferece. Quem se dedicar à arte de viver do Tao, prescrever a si mesmo a ação intuitiva e entregar-se à segurança da própria autoridade interna, futuramente enxergará a vida e o seu cotidiano com outros olhos. 
Este comportamento espiritual é a verdadeira segurança, mas, curiosamente, o pensamento em segurança perde a sua grande importância uma vez que aprendemos a deixar nossa vida por conta do fluxo do Tao. Pois o fluxo da vida é idêntico ao Tao, assim como nós também somos idênticos a ele.
A partir do momento em que você perceber isto não será mais necessário lutar e esgotar-se; ocupar-se dia e noite com as suas preocupações e necessidades, e perceberá que sua vida consiste na mistura de poucas alegrias e muitos problemas. 
Você pode riscar qualquer tipo de objetivo de seu pensamento pois se você seguir atentamente aqui e agora o decurso da vida, este o levará a todo local desejado, a todo objetivo, antes mesmo que você possa imaginá-lo. Sim, é indispensável que você desista de seus motivos, seu próprio esforço, seus desejos de ser algo que ainda não é.
Você precisa aprender a não fazer mais nada, a observar e ser atento. Esta é a verdadeira forma da ação inteligente. “Ele” agirá por você melhor do que a sua razão conseguirá. Uma pessoa que realmente entender esta verdade viverá além de seu meio espiritual. Isso significa, antes de mais nada não estar ligado a nenhuma direção. Assim você poderá, partir e a retornar ao seu centro.
Texto retirado do livro: 
“Wu wei, a arte de viver o Tao”, de Theo Fischer
*
Visitem a Fonte:
TAO: O caminho do mestre interior
http://caminhodomestreinterior.blogspot.com.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Shalom!

A POTÊNCIA DO AMOR 

(Carta atribuída há Albert Einstein)

"Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam, e o que lhe revelarei agora para que o transmita à humanidade, também se chocará contra a incompreensão e os preconceitos do mundo.
Peço-lhe mesmo assim, que o guarde o tempo todo que seja necessário, anos, décadas, até que a sociedade haja avançado o suficiente para acolher o que lhe explico a seguir.
Existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência não encontrou ainda uma explicação formal.
É uma força que inclui e governa todas as outras, e que está inclusa dentro de qualquer fenômeno que atua no universo e que ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o Amor.
Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, esquecem da mais invisível e poderosa das forças.
O amor é luz, já que ilumina quem o dá e o recebe.
O amor é gravidade porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras.
O amor é potencia, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego.
O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre.
Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida.
Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dá medo, já que é a única energia do universo que o ser humano não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer. 
Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Si no lugar de E=mc² aceitamos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limite.
Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.
Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefato bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta.
Porém, cada individuo leva no seu Interior, um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.
Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por você toda minha vida.
Talvez seja tarde demais para pedir-lhe perdão, mas como o tempo é relativo, preciso dizer-lhe que a amo e que graças a você, cheguei à ultima resposta."

 (Autoria Desconhecida)

domingo, 23 de outubro de 2016

Shalom!

"O conhecimento torna a alma jovem e
 diminui a amargura da velhice. 
Colhe, pois, a sabedoria. 
Armazena suavidade para o amanhã."
(Leonardo da Vinci)

são os novos desvalidos do século XXI...

Atenção e carinho estão para a alegria da alma, como o ar que respiramos está para a saúde do corpo. Nestas últimas décadas surgiu uma geração de pais sem filhos presentes, por força de uma cultura de independência e autonomia levada ao extremo, que impacta negativamente no modo de vida de toda a família. Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões...
Texto por Ana Fraiman...
(Mestre em Psicologia Social pela USP)

A ordem era essa: em busca de melhores oportunidades, vinham para as cidades os filhos mais crescidos e não necessariamente os mais fortes, que logo traziam seus irmãos, que logo traziam seus pais e moravam todos sob um mesmo teto, até que a vida e o trabalho duro e honesto lhes propiciassem melhores condições. Este senhor, com olhos sonhadores, rememorava com saudade os tempos em que cavavam buracos nas terras e ali dormiam, cheios de sonho que lhes fortalecia os músculos cansados. Não importava dormir ao relento. Cediam ao cansaço sob a luz das estrelas e das esperanças.
A evasão dos mais jovens em busca de recursos de sobrevivência e de desenvolvimento, sempre ocorreu. Trabalho, estudos, fugas das guerras e perseguições, a seca e a fome brutal, desde que o mundo é mundo pressionou os jovens a abandonarem o lar paterno. Também os jovens fugiram da violência e brutalidade de seus pais ignorantes e de mau gênio. Nada disso, porém, era vivido como abandono: era rompimento nos casos mais drásticos. Era separação vivida como intervalo, breve ou tornado definitivo, caso a vida não lhes concedesse condição futura de reencontro, de reunião. 
Separação e responsabilidade
Assim como os pais deixavam e, ainda deixam seus filhos em mãos de outros familiares, ao partirem em busca de melhores condições de vida, de trabalho e estudos, houve filhos que se separaram de seus pais. Em geral, porém, isso não é percebido como abandono emocional. Não há descaso nem esquecimento. Os filhos que partem e partiam, também assumiam responsabilidades pesadas de ampará-los e aos irmãos mais jovens. Gratidão e retorno, em forma de cuidados ainda que à distância. Mesmo quando um filho não está presente na vida de seus pais, sua voz ao telefone, agora enviada pelas modernas tecnologias e, com ela as imagens nas telinhas, carrega a melodia do afeto, da saudade e da genuína preocupação. E os mais velhos nutrem seus corações e curam as feridas de suas almas, por que se sentem amados e podem abençoá-los. Nos tempos de hoje, porém, dentro de um espectro social muito amplo e profundo, os abandonos e as distâncias não ocupam mais do que algumas quadras ou quilômetros que podem ser vencidos em poucas horas. Nasceu uma geração de ‘pais órfãos de filhos’. Pais órfãos que não se negam a prestar ajuda financeira. Pais mais velhos que sustentam os netos nas escolas e pagam viagens de estudo fora do país. Pais que cedem seus créditos consignados para filhos contraírem dívidas em seus honrados nomes, que lhes antecipam herança. Mas que não têm assento à vida familiar dos mais jovens, seus próprios filhos e netos, em razão – talvez, não diretamente de seu desinteresse, nem de sua falta de tempo – mas da crença de que seus pais se bastam. 
Pais desvalidos 
Este estilo de vida, nos dias comuns, que não inclui conversa amena e exclui a ‘presença a troco de nada, só para ficar junto’, dificulta ou, mesmo, impede o compartilhar de valores e interesses por parte dos membros de uma família na atualidade, resulta de uma cultura baseada na afirmação das individualidades e na política familiar focada nos mais jovens, nos que tomam decisões ego-centradas e na alta velocidade: tudo muito veloz, tudo fugaz, tudo incerto e instável. Vida líquida, como diz Zygmunt Bauman, sociólogo polonês. Instalou-se e aprofundou-se nos pais, nem tão velhos assim, o sentimento de abandono. E de desespero. O universo de relacionamento nas sociedades líquidas assegura a insegurança permanente e monta uma armadilha em que redes sociais são suficientes para gerar controle e sentimento de pertença. Não passam, porém de ilusões que mascaram as distâncias interpessoais que se acentuam e que esvaziam de afeto, mesmo aquelas que são primordiais: entre pais e filhos e entre irmãos. O desespero calado dos pais desvalidos, órfãos de quem lhes asseguraria conforto emocional e, quiçá material, não faz parte de uma genuína renúncia da parte destes pais, que ‘não querem incomodar ninguém’, uma falsa racionalidade – e é para isso que se prestam as racionalizações – que abala a saúde, a segurança pessoal, o senso de pertença. É do medo de perder o pouco que seus filhos lhes concedem em termos de atenção e presença afetuosa. O primado da ‘falta de tempo’ torna muito difícil viver um dia a dia em que a pessoa está sujeita ao pânico de não ter com quem contar. 
A irritação por precisar mudar alguns hábitos.
Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões. Desde os poucos minutos dos sinais luminosos para se atravessar uma rua, até as grandes filas nos supermercados, a dificuldade de caminhar por calçadas quebradas e a hesitação ao digitar uma senha de computador, qualquer coisa que tire o adulto de seu tempo de trabalho e do seu lazer, ao acompanhar os pais, é causa de irritação. Inclusive por que o próprio lazer, igualmente, é executado com horário marcado e em espaço determinado. Nas salas de espera veem-se os idosos calados e seus filhos entretidos nos seus jornais, revistas, tablets e celulares. Vive-se uma vida velocíssima, em que quase todo o tempo do simples existir deve ser vertido para tempo útil, entendendo-se tempo útil como aquele que também é investido nas redes sociais. Enquanto isso, para os mais velhos o relógio gira mais lento, à medida que percebem, eles próprios, irem passando pelo tempo. O tempo para estar parado, o tempo da fruição está limitado. Os adultos correm para diminuir suas ansiosas marchas em aulas de meditação. Os mais velhos têm tempo sobrante para escutar os outros, ou para lerem seus livros, a Bíblia, tudo aquilo que possa requerer reflexão. Ou somente uma leve distração. Os idosos leem o de que gostam. Adultos devoram artigos, revistas e informações sobre o seu trabalho, em suas hiper especializações. Têm que estar a par de tudo just in time – o que não significa exatamente saber, posto que existe grande diferença entre saber e tomar conhecimento. Já, os mais velhos querem mais é se livrar do excesso de conhecimento e manter suas mentes mais abertas e em repouso. Ou, então, focadas naquilo que realmente lhes faz bem como pessoa. Restam poucos interesses em comum a compartilhar. Idosos precisam de tempo para fazer nada e, simplesmente recordar. Idosos apreciam prosear. Adultos têm necessidade de dizer e de contar. A prosa poética e contemplativa ausentou-se do seu dia a dia. Ela não é útil, não produz resultados palpáveis. 
A dificuldade de reconhecer a falta que o outro faz
Do prisma dos relacionamentos afetivos e dos compromissos existenciais, todas as gerações têm medo de confessar o quanto o outro faz falta em suas vidas, como se isso fraqueza fosse. Montou-se, coletivamente, uma enorme e terrível armadilha existencial, como se ninguém mais precisasse de ninguém. A família nuclear é muito ameaçadora. para o conforto, segurança e bem-estar: um número grande de filhos não mais é bem vindo, pais longevos não são bem tolerados e tudo isso custa muito caro, financeira, material e psicologicamente falando. Sobrevieram a solidão e o medo permanente que impregnam a cultura utilitarista, que transformou as relações humanas em transações comerciais. As pessoas se enxergam como recursos ou clientes. Pais em desespero tentam comprar o amor dos filhos e temem os ataques e abandono de clientes descontentes. Mas, carinho de filho não se compra, assim como ausência de pai e mãe não se compensa com presentes, dinheiro e silêncio sobre as dores profundas as gerações em conflito se infringem. Por vezes a estratégia de condutas desviantes dão certo, para os adolescentes conseguirem trazer seus pais para mais perto, enquanto os mais idosos caem doentes, necessitando – objetivamente – de cuidados especiais. Tudo isso, porém, tem um altíssimo custo. Diálogo? Só existe o verdadeiro diálogo entre aqueles que não comungam das mesmas crenças e valores, que são efetivamente diferentes. Conversar, trocar ideias não é dialogar. Dialogar é abrir-se para o outro. É experiência delicada e profunda de auto revelação. Dialogar requer tempo, ambiente e clima, para que se realizem escutas autênticas e para que sejam afastadas as mútuas projeções. O que sabem, pais e filhos, sobre as noites insones de uns e de outros? O que conversam eles sobre os receios, inseguranças e solidão? E sobre os novos amores? Cada geração se encerra dentro de si própria e age como se tudo estivesse certo e correto, quando isso não é verdade.
A dificuldade de reconhecer limites característicos do envelhecimento dos pais. Este é o modelo que se pode identificar. Muito mais grave seria não ter modelo. A questão é que as dores são tão mascaradas, profundas e bem alimentadas pelas novas tecnologias, inclusive, que todas as gerações estão envolvidas pelo desejo exacerbado de viver fortes emoções e correr riscos desnecessários, quase que diariamente. Drogas e violência toldam a visão de consequências e sequestram as responsabilidades. Na infância e adolescência os pais devem ser responsáveis pelos seus filhos. Depois, os adultos, cada qual deve ser responsável por si próprio. Mais além, os filhos devem ser responsáveis por seus pais de mais idade. E quando não se é mais nem tão jovem e, ainda não tão idoso que se necessite de cuidados permanentes por parte dos filhos? Temos aí a geração de pais desvalidos: pais órfãos de seus filhos vivos. E estes respondem, de maneira geral, ou com negligência ou, com superproteção. Qualquer das formas caracteriza maus cuidados e violência emocional. 
Na vida dos mais velhos alguns dos limites físicos e mentais vão se instalando e vão mudando com a idade. Dos pais e dos filhos. Desobrigados que foram de serem solidários aos seus pais, os filhos adultos como que se habituaram a não prestarem atenção às necessidades de seus pais, conforme envelhecem. Mantêm expectativas irrealistas e não têm pálida ideia do que é ter lutado toda uma vida para se auto afirmar, para depois passar a viver com dependências relativas e dar de frente com a grande dor da exclusão social. A começar pela perda dos postos de trabalho e, a continuar, pela enxurrada de preconceitos que se abatem sobre os idosos, nas sociedades profundamente preconceituosas e fóbicas em relação à morte e à velhice. Somente que, em vez de se flexibilizarem, uns e outros, os filhos tentam modificar seus pais, ensinando-lhes como envelhecer. Chega a ser patético. Então, eles impõem suas verdades pós-modernas e os idosos fingem acatar seus conselhos, que não foram pedidos e nem lhes cabem de fato.
De onde vem a prepotência de filhos adultos e netos adolescentes que se arrogam saber como seus pais e avós devem ser, fazer, sentir e pensar ao envelhecer? É risível o esforço das gerações mais jovens, querendo educa-los, quando o envelhecimento é uma obra social e, mais, profundamente coletiva, da qual os adultos de hoje - que justa, porém indevidamente - cultivam os valores da juventude permanente e, da velhice não fazem a mais pálida ideia. Além do que, também não têm a menor noção de como haverão eles próprios de envelhecer, uma vez que está em curso uma profunda mudança nas formas, estilos e no tempo de se viver até envelhecer naturalmente e, morrer a Boa Morte. Penso ser uma verdadeira utopia propor, neste momento crítico, mudanças definidas na interação entre pais e filhos e entre irmãos. Mudanças definidas e, de nenhuma forma definitivas, porém, um tanto mais humanas, sensíveis e confortáveis. O compartilhar é imperativo. O dialogar poderá interpor-se entre os conflitos geracionais, quem sabe atenuando-os e reafirmando a necessidade de resgatar a simplicidade dos afetos garantidos e das presenças necessárias para a segurança de todos.
Quando a solidão e o desamparo, o abandono emocional, forem reconhecidos como altamente nocivos, pela experiência e pelas autoridades médicas, em redes públicas de saúde e de comunicação, quem sabe ouviremos mais pessoas que pensam desta mesma forma, porém se auto impuseram a lei do silêncio. Por vergonha de se declararem abandonados justamente por aqueles a quem mais se dedicaram até então. É necessário aprender a enfrentar o que constitui perigo, alto risco para a saúde moral e emocional para cada faixa etária. Temos previsão de que, chegados ao ano de 2.035, no Brasil haverá mais pessoas com 55 anos ou mais de idade, do que crianças de até dez anos, em toda a população. E, com certeza, no seio das famílias. Estudos de grande envergadura em relação ao envelhecimento populacional afirmam que a população de 80 anos e mais é a que vai quadruplicar de hoje até o ano de 2.050. O diálogo, portanto, intra e intergeracional deve ensaiar seus passos desde agora. O aumento expressivo de idosos acima dos 80 anos nas políticas públicas ainda não está, nem de longe, sendo contemplado pelas autoridades competentes. As medidas a serem tomadas serão muito duras. Ninguém de nós vai ficar de fora. Como não deve permanecer fora da discussão sobre o envelhecimento populacional mundial e as estratégias para enfrentá-lo. 
http://www.portalplena.com/vamos-discutir/1292-idosos-orfaos-de-filhos-vivos-sao-os-novos-desvalidos-do-seculo-xxi

sábado, 22 de outubro de 2016

Om, shanti.

"Mortal Loucura é um poema de Gregório de Matos Guerra,
(1636- 1695), poeta barroco, conhecido por Boca do Inferno,
 por sempre criticar a Igreja Católica.
Em que o poeta aborda a fragilidade humana.
E se o humano é frágil, cabe a quem Deus deu o cuidado dos
homens pregar a cura da mortal loucura: a usura, a cobrança
pelo uso (indevido) das coisas de Deus. Daí o “cuidar de si”,
sugerido no poema. “Quem não cuida de si, que é terra, ...
erra” e, mesmo amados pelo “alto Rei”, devemos desaferrar
os desejos terrenos e atar nossas vidas à vontade de Deus."
(Neide Gama)
Poema Mortal Loucura
Direção Artística: Zé Miguel Wisnik
Produção Musical: Marcio Arantes
*
"MORTAL LOUCURA é o título de um Ele é considerado o maior poeta barroco da literatura brasileira. Neste poema, as palavras têm eco e seus ecos se transformam em outra palavra que dão um novo significado ao lindo poema. José Miguel Wisnik (1948), professor de literatura brasileira, músico, compositor e ensaísta brasileiro, viu no poema de Gregório de Matos uma sonoridade e assim nasceu a linda música do lindo poema que transcrevo abaixo. Como o próprio Wisnik declarou em um programa Metrópolis da TV Cultura "Parece que os ecos do poema estão pedindo para soarem"."
http://tagarelicesoblog.blogspot.com.br/2013/11/mortal-loucura-de-wisnik-e-gregorio-de.html

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Shalom!

Paz Universal


O amor apenas se revela plenamente

na prova silenciosa da convivência duradoura entre os seres.

É no tempo compartilhado, 

nas pequenas provas da presença diária,

que sua essência deixa de ser ideia

e passa a tornar-se experiência viva.


Amar é saber somar união

diante de uma igualdade essencial —

uma harmonia que nos aproxima

sem apagar aquilo que nos torna únicos.


Trata-se de um aprendizado contínuo,

um lento desvelar entre as múltiplas maneiras de sentir

que habitam cada consciência.


E nesse movimento discreto de amadurecimento,

quando a diferença já não separa, mas complementa,

o espírito começa a entrever

o verdadeiro sentido do caminho:

a realização gradual da Paz Universal.


Om, shanti!
"As estrelas são pontos de luz no céu para iluminar nossas noites e nos trazer a grandeza do Universo e sua perfeição. Somos como as estrelas, cada um de nós possuímos um brilho único e por isso devemos cuidar para que ele jamais se esconda atrás das nossas dificuldades. Assim como as estrelas em noites nubladas ficam escondidas atrás das nuvens, nós também em algum momento da vida vamos estar nebulosos e com o brilho escondido aos olhos da matéria, mas é sabido por todos nós que mesmo as estrelas em noites nubladas quando não podemos vê-las da Terra continuam a brilhar em alguma parte do Universo. Nosso brilho jamais se apaga aos olhos do espírito, por isso a importância de sempre estarmos buscando nosso equilíbrio emocional para que as nebulosidades da vida não se torne uma constante e que possamos sim ter dias com menos brilho, mas que o refazimento de nossas energias sejam sempre o nosso objetivo. Sinta-se brilhante como as estrelas aos olhos de Deus, porque este brilho nos dá a certeza de que somos possuidores de virtudes como a superação e a regeneração de nossas faltas."
(Site Gotas de Paz)

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Shalom!
10 Lições de Jesus para toda a vida...

Ele lançou um olhar profundo sobre tudo o que o rodeava e, a partir do que à primeira vista podia parecer corriqueiro, estruturou suas ideias. Mais de 2 mil anos depois, suas lições continuam atuais e extremamente valiosas

Texto por Paula Bianca de Oliveira

Passam-se os anos, mudam-se as estruturas, transformam-se as línguas. Mas as razões e objetivos de batalhas e angústias, ou de alegrias e contentamentos, permanecem muito parecidas. Tão similares que as lições proferidas por Jesus há milênios se encaixam na realidade atual.

Sua sabedoria, embora tenha nascido nos primeiros 30 anos da era Cristã, ainda hoje pode ser aplicada. Há quem afirme, inclusive, que este conhecimento está mais atual do que nunca, pois aborda temas de extrema importância do cotidiano de todos nós, transcendendo as questões de fé e religiosidade.

Com simplicidade, as lições de Jesus promovem o resgate das tradições e a manutenção da esperança e da luta. Sua palavra instiga as pessoas para que pensem sobre a realidade na qual vivem e, mais do que isso, sugere uma mudança de atitude.

Se lermos com atenção suas parábolas e sermões, veremos que ainda temos muito a modificar no mundo contemporâneo se quisermos instaurar suas lições de igualdade, justiça, liberdade, solidariedade, partilha e dignidade humana.

E você, está pronto para essa transformação? 

Confira, a seguir, dez lições para colocar os ensinamentos do Mestre em prática agora mesmo.

Viver com simplicidade
Os ensinamentos de Jesus Cristo são um convite ao retorno da simplicidade. No Reino de Deus, não há lugar para dissimulação e astúcia. Não há lugar para tentar ser o que não somos. Viver essa simplicidade significa abandonar preocupações fúteis e vivenciar o que realmente tem importância. Quem aprende essa lição se mantém sempre em equilíbrio, conhece a si mesmo e respeita as próprias limitações. “A nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade e sinceridade de Deus, e não com sabedoria carnal, mas com a graça de Deus, nos temos conduzido no mundo, e especialmente para convosco.” (II Coríntios, 1:12). 

Amar o próximo
O mais importante dos Dez Mandamentos é: “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças. E ame o seu próximo como você ama a si mesmo” (Lucas, 10:27). O amor ao próximo é a grande lição de Jesus Cristo para um mundo melhor. Praticar o amor, a caridade e a solidariedade não teria tanto valor se não servisse para construir um mundo mais irmão e mais justo. Nos dias de hoje, podemos dizer que esta máxima tem como pano de fundo um projeto econômico, político, social e religioso, pois amar ao próximo implica: não deixar que o outro morra de fome, denunciar as artimanhas e projetos políticos que não visem o bem comum, ser solidário e, claro, fazer o bem sem saber a quem. O amor verdadeiro é mais importante do que qualquer prática exterior. Por isso, para Jesus, nada tem valor se o homem vive em insegurança espiritual.

Não julgar os outros
No Sermão da Montanha, encontramos a lição do julgamento. A máxima é não julgar para não ser julgado. Nele, Jesus se concentra numa situação comum: um cisco no olho. O texto por si já demonstra um valioso ensinamento: “Por que reparas no cisco que está no olho do teu irmão, quando não percebes a trave que está no teu olho? Ou como poderás dizer ao teu irmão: deixa-me tirar o cisco do teu olho, quando tu mesmo tens uma trave no teu? ... tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão” (Mateus, 7:1). A mensagem que este ensinamento carrega é muito pertinente na vida moderna. Muitas pessoas, ao ocuparem-se com os erros e acertos alheios, esquecem-se de estar atentas às suas próprias condutas...

Não cultuar bens materiais
"Olhai as aves do céu: elas não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros e, no entanto, o vosso Pai celeste as alimenta” (Mateus, 6). A lição que devemos aprender com os animais é que de nada vale acumular riquezas e supervalorizar os bens materiais. A verdadeira fortuna vem da força espiritual, da fé, do amor incondicional, das relações que construímos com o próximo. Para quem acredita no contrário, Jesus Cristo manda o recado: “Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus” (Marcos, 10:25).

Ser perseverante
Perseverança é caminhar em passos lentos e constantes. É confiar, mesmo quando não se sabe onde se pode chegar. Na Bíblia, Sara e Abraão apresentam-se como a primeira dupla de perseverantes de todos os tempos. Eles acreditaram nas promessas de Deus, mesmo tendo que esperar muitos anos. “(...) Abraão, ao ser chamado por Deus, obedeceu e saiu para uma terra que Deus lhe prometeu dar. Ele deixou o seu próprio país, sem saber para onde ia...” (Hebreus, 11:8). Desistir é certamente o caminho mais fácil. Afinal, existem longas batalhas e, muitas vezes, raros aliados. Mas, como ensinou Jesus, Deus espera de nós a mesma perseverança de Sara, que deu à luz inúmeros descendentes porque não se deixou abater por sua velhice, e uma paciência semelhante a de Abraão, que cumpriu as responsabilidades dadas a ele por Deus, mesmo tendo sido constantemente tentado a desistir.

Exercitar a fé
O exercício da fé é exaltado por Jesus em inúmeras passagens. Vários textos ilustram este ensinamento, como o relato da cura do cego Bartimeu: “(...) O cego disse-lhe: Senhor, faze que eu recupere a vista. Então, disse-lhe Jesus: Vai, a tua fé te salvou” (Marcos, 10:51). A lição é simples: “Tudo é possível naquilo que crê” (Marcos 9:23). A fé afasta medos, promove a autoconfiança e traz alento nos momentos mais difíceis da vida.

Cultivar a justiça
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados...” (Mateus, 5:6). Os desafios que enfrentamos em nossas vidas são muitos. Jesus tem consciência disso e nos revela a necessidade de, mesmo diante das dificuldades, agirmos com justiça e retidão para, assim, alcançarmos o Reino de Deus. A crença em uma sociedade mais justa foi, inclusive, uma das grandes motivações de Jesus para que ele começasse a pregar e a espalhar seus ensinamentos pelo mundo. Aqui, ele reconhece que a luta pela justiça em todas as situações pode trazer sofrimento e nos estimula a não desanimarmos.

Dizer não à violência
A trajetória de Jesus transparece uma forte resistência às situações de violência. Em momento algum, ele aconselha ou instiga seus seguidores a praticar atos violentos contra os inimigos. Pelo contrário. “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; desse modo vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o seu sol igualmente sobre maus e bons e a chuva sobre justos e injustos" (Mateus, 5:43). A palavra de Jesus mostra que é necessário deter o ciclo da violência e não, simplesmente, dar curso a ele.

Ser humilde
“Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração” (Mateus, 11:29). Ao contrário do que se pode pensar, a humildade não tem nenhuma relação com pobreza, com a maneira de se vestir ou com o ato de nos rebaixarmos. A verdadeira humildade também não está nas palavras, mas na atitude. Jesus é o maior exemplo de humildade. Humildade é perseverar na decisão de esvaziar-se de si mesmo a cada dia, como disse Jesus: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, dia a dia tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 9:23). Ninguém pode seguir a Jesus sem tomar a sua vontade – esta sim é primordial.

Ser feliz
Se as lições de Jesus Cristo funcionam como uma luz que ilumina a vida, nesta seleção de ensinamentos não poderia faltar este que é um dos objetivos mais buscados pelo homem: ser feliz. Mas, afinal, o que é felicidade? Como pobres e aflitos podem ser declarados felizes? A bem-aventurança, para Jesus, não enfoca a riqueza ou a pobreza, mas o apego ou desapego. A questão reside no interior da pessoa, no seu coração, no seu espírito. “Pois o Reino de Deus não é uma questão de comida ou de bebida, mas de viver corretamente, em paz e com a alegria que o Espírito Santo dá” (Romanos, 14:17).

* Colaborou Rafael Rodrigues da Silva, especialista em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, professor de teologia e co-autor do livro Bíblia: palavra de Deus, palavra de gente, da editora Paulus.

Visitem a Fonte:
http://www.triada.com.br/espiritualidade/cristianismo/aq173-204-892-1-10-licoes-de-jesus-para-toda-a-vida.html

sábado, 15 de outubro de 2016

Shalom!

Todos somos, ao mesmo tempo, discípulos e mestres na grande escola da existência. Que o meu pensamento seja claro como uma lâmpada acesa no templo da consciência, livre de julgamento e guiado pela verdade serena. Que o meu sentir seja calor vivo do coração, irradiando compaixão e revelando no outro a centelha do amor que nele habita. Que minhas ações sejam firmes e pacificadoras, consagradas ao bem e ao serviço silencioso da vida. Que eu caminhe ao lado de meus semelhantes como um companheiro de jornada, oferecendo auxílio sem dominar, orientação sem impor. Que minha força interior se coloque a serviço da humanidade, iluminando as sombras com discernimento e despertando potenciais adormecidos. E que, ao reconhecer no destino do outro um reflexo do grande Todo, eu possa ajudá-lo a descobrir seus caminhos, cultivar suas virtudes e realizar, junto aos demais, a obra maior da evolução da Vida. 
"Educação não é encher um balde, 
mas acender uma chama."  
(William Butler Yeats)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Namastê!
A INFLUÊNCIA DA MENTE SOBRE O CORPO...

Não acredita no poder da mente sobre o corpo? É só pensar no efeito placebo. Ou todas as doenças estão na nossa cabeça, ou nossa cabeça é realmente capaz de curar doenças. De qualquer forma, esse é apenas um de muitíssimos fenômenos que provam que a mente é muito mais incrível que o corpo. 

Se sua mente acreditar que você não está cansado, é como se você não estivesse cansado.

Pesquisadores do Colorado College (EUA) mediram as ondas cerebrais de participantes enquanto eles dormiam. Também disseram aos participantes que a quantidade de tempo que eles gastavam em sono REM tinham um efeito enorme sobre seu descanso na manhã seguinte (o que não é verdade).

Em seguida, eles separaram aleatoriamente os participantes em grupos. Um grupo soube que tinha passado muito tempo no sono REM. O segundo grupo soube que teve uma má noite de sono, pois não passou muito tempo em REM (o que também não era verdade).

Devido ao efeito placebo, seria normal se as pessoas informadas de que não descansaram à noite começassem a bocejar imediatamente, independente da verdade. Mas o que realmente aconteceu foi mais surpreendente. Ambos os grupos fizeram testes cognitivos e os pesquisadores descobriram que, de alguma forma, o primeiro grupo teve um desempenho significativamente melhor. Só porque eles pensaram que tiveram um sono de qualidade, seus cérebros realmente começaram a trabalhar melhor.

Ou seja, não reclame de cansaço nas manhãs mais duras de trabalho. Tudo indica que você se sairá melhor se acreditar fielmente que dormiu bem. 

Efeito placebo funciona até com animais.
Ponto do efeito placebo parece ser a expectativa dos indivíduos – supor que o remédio vai funcionar é o que faz com que ele funcione.

Se o seu cão fica doente, você tem que enganá-lo para tomar remédio, geralmente escondendo-o em meio à comida. Por isso, pode-se presumir que a expectativa do cão é somente de comer algo incrível. Como poderia uma pílula de placebo funcionar para ele, se o bichinho nem sabe que está tomando uma?

A resposta é condicionamento. Aparentemente, a expectativa não precisa ser consciente. Um estudo feito com cães que apresentaram sinais de ansiedade de separação começou dando aos animais doses regulares de um medicamento real, o que foi eficaz. Quando os pesquisadores trocaram a medicação por um placebo, o tratamento continuou funcionando. Evidentemente, os pequenos cérebros dos cachorros ainda estavam fazendo uma espécie de conexão pavloviana entre o tratamento e o resultado, mesmo que os próprios cães não estivessem conscientes sequer de que estavam se tratando. 

Pensamento positivo pode melhorar a sua visão.
Muitos medicamentos placebo podem funcionar em condições um pouco nebulosas, por exemplo, um suplemento para reduzir a dor articular pode parecer eficaz simplesmente porque é difícil quantificar a dor. Mas como o efeito placebo poderia funcionar com coisas que são fáceis de quantificar, como a precisão da sua visão?

Quem tem uma visão normal provavelmente consegue ler os primeiros dois terços de um teste de visão (aqueles quadros com letras usados pelos oftalmologistas) muito bem.

Pesquisadores de Harvard resolveram criar novos testes de visão com letras ainda menores do que o usual e, em seguida, realizaram os testes em participantes que não sabiam disso. Como as pessoas esperavam ter dificuldade somente com o último terço do quadro, acabaram lendo corretamente as letras que eram muito pequenas até para uma pessoa com visão normal.

Os cientistas também descobriram que apenas inverter a ordem das letras no quadro, colocando as menores no topo e as maiores embaixo, teve um resultado semelhante, com mais pessoas sendo capazes de lê-las corretamente por causa da expectativa que já tinham de que o topo do quadro seria mais fácil de ler.

Mesmo o entorno das pessoas pode desempenhar um papel na precisão de sua visão. Em outro experimento, cadetes que associavam pilotos de caça com boa visão tiveram um desempenho substancialmente melhor em testes de visão quando estavam fingindo ser um em um simulador. Somente agir como alguém com boa visão foi o suficiente para enganar o cérebro dos cadetes a realmente ter boa visão. 

Você pode enganar seu corpo a ficar em forma.
Se você está tentando perder peso, sabe a importância de comer direito. Mas você tem um inimigo: um hormônio chamado grelina, que afeta sua fome e quão rápido seu metabolismo queima calorias. Quanto mais tempo você fica sem comer, mais os níveis de grelina aumentam, de forma que você fica com fome e seu metabolismo fica mais lento. Um combo Big Mac faz com que os níveis de grelina diminuam bastante rapidamente, mas uma maçã não. Então, uma das razões pelas quais pessoas obesas quase sempre ganham de volta o peso que perderam é que seus níveis de grelina nunca se ajustam.

Em um estudo, quando participantes beberam um milkshake com alto teor calórico, isso fez com que seus níveis de grelina caíssem mais do que quando receberam um milkshake de baixa caloria. Mas a boa notícia foi que o mesmo ocorreu quando os participantes apenas PENSARAM que tomaram o milkshake altamente calórico. O metabolismo acelerou e a fome foi embora. Do mesmo jeito, os participantes que acharam que estavam consumindo a opção mais saudável tiveram fome mais rápido e seus metabolismos ficaram mais lentos.

Ainda mais estranho foram os resultados de um estudo envolvendo grupos de empregadas de hotéis. Um grupo foi informado de que o seu trabalho no dia-a-dia servia como exercício físico. Só essa informação foi o suficiente para diminuir a pressão arterial, melhorar a gordura corporal e até mesmo ajudar as empregadas desse grupo a perder peso, apesar de nenhuma delas ter feito mais exercício do que o habitual. A única mudança foi mental.

* O experimento que rejuvenesceu seus voluntários em 22 anos e mostrou que doenças estão mais ligadas à mente do que ao corpo. 

Placebo pode funcionar mesmo que você saiba que é placebo
Um estudo que utilizou apenas placebos para tratar pacientes, informando-os do que eram, descobriu que o efeito pode funcionar mesmo que as pessoas saibam exatamente que não estão tomando um remédio real.

Os pesquisadores separaram dois grupos de pacientes com síndrome do intestino irritável e um deles recebeu um frasco de comprimidos nomeado “Placebo”, enquanto o outro não recebeu nada. O grupo do placebo ouviu uma explicação do médico de que aquilo não continha nenhum ingrediente ativo.

No grupo que não recebeu nenhum comprimido, apenas 35% dos pacientes relataram melhora após três semanas. No grupo que tomou conscientemente placebo, 60% relataram melhora.

Os pesquisadores acreditam que uma grande parte dos resultados se deveu ao fato de que os pacientes estavam bem informados sobre o próprio efeito placebo e o quão poderoso ele pode ser. Ou seja, sua crença no efeito placebo se tornou seu placebo. 

Médicos prescrevem medicação real por seu efeito placebo.
Se você ainda não está convencido de que o efeito placebo permeia todos os aspectos de sua vida cotidiana, considere isto: o efeito placebo não é causado apenas por placebos. De fato, alguns pesquisadores acham que ele tem um papel em praticamente todos os tratamentos médicos.

É difícil descobrir exatamente quanto benefício de um medicamento vem do seu efeito placebo, mas um estudo com a medicação para a dor Maxalt determinou que até metade do alívio sentido pelos pacientes foi, na verdade, resultado de suas expectativas e não do próprio medicamento. A eficácia de outros tratamentos, como os com antidepressivos, pode depender em até 80% do efeito placebo.

Os médicos sabem disso, e usam essa informação a seu favor. Um estudo de 2007 feito em Chicago, nos EUA, concluiu que cerca de metade dos médicos prescreviam tratamentos ou medicamentos inúteis na esperança de induzir um efeito placebo no paciente. Se o doente pensa que vai ajudar, o tratamento pode de fato ajudá-lo.

* Placebos mudam a interpretação da dor no cérebro

Isso funciona na direção contrária também. Uma pesquisa descobriu que pacientes que tomaram a medicação Finasteride e foram informados de que disfunção sexual era um possível efeito colateral tiveram duas vezes mais probabilidade de sofrer de impotência.

Ou seja, pode ser uma boa ideia pular a lista de possíveis efeitos colaterais dos remédios que você está tomando atualmente. 

Quando mais caro é alguma coisa, melhor ela funciona.
Uma medicação para a dor que custa R$ 50 a caixa é mais provável de ajudá-lo do que uma que custa apenas R$ 10, mesmo se ambos os comprimidos forem idênticos. Isso de acordo com um estudo feito pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) que concluiu que, como esperamos mais de coisas caras, nossos cérebros podem transformar essa expectativa em uma profecia autorrealizável.

Caso você esteja se perguntando, não, não funciona só com medicamentos. Um outro estudo descobriu que pessoas que pensaram que beberam uma bebida energética cara se sentiram mais alertas e desempenharam melhor em testes cognitivos do que aqueles que tomaram a mesma bebida, mas ficaram sabendo que ela estava com desconto.

E, enquanto não é nenhuma surpresa que as pessoas dizem preferir um vinho caro a um barato, mesmo que sequer saibam a diferença entre eles, quando pesquisadores mapearam cérebros de participantes de um estudo, verificou-se que os cérebros dos que tomaram o vinho que eles pensaram que era o mais caro de fato estavam “curtindo” mais a bebida.
*
Instituto Imagick:
A Escola Superior de Mentalismo trata de processos de compreensão e desenvolvimento dos chamados poderes mentais e suas várias áreas de manifestação, procurando de forma organizada, prática e acessível transmitir conhecimento, muitas vezes tido como hermético e obscuro.
Ela é o resultado prático do trabalho do casal fundador do Imagick, a Dra. Zelinda Orlandi Hypolito e o Engenheiro Civil Arsenio Hypollito Jr., que dedicaram a vida ao estudo da mente e psique humana, sempre experimentando, desenvolvendo e aplicando várias técnicas e sistemas de aprimoramento mental e psicológico, buscando melhor desempenho do ser humano.
Com liberdade filosófica, a Escola oferece um sistema exclusivo de ensino, baseado não em uma única vertente filosófico-religiosa, mas no conhecimento que faz sentido, transmitido pelos Grandes Mestres da Humanidade, pela Doutrina da Tradição e pelos recentes avanços e descobertas nas áreas da Ciência, Medicina, Biologia, Física Quântica e Astronomia.
O ensino é sempre orientado, porém pragmático. Na Escola Superior de Mentalismo Imagick, a experiência prática e os resultados validam as teorias – e não o contrário. Não queremos formar teóricos, mas pessoas plenas e felizes, capazes de alterar para melhor a realidade e a influenciar positivamente todos aqueles à sua volta.

http://hypescience.com/7-alteracoes-fisicas-que-sua-mente-pode-fazer-em-seu-corpo/
http://www.esmi.com.br/a-influencia-da-mente-sobre-o-corpo/