segunda-feira, 30 de junho de 2014

Om, shanti.

ADULTOS ÍNDIGOS


Os adultos índigo sentem e leem o campo energético das pessoas, eles são naturalmente leitores de manifestações energéticas. Estes adultos quer em mais do que tudo aprender a equilibrar sua energia, assumir sua missão e dons, aprender a como se desenvolver e evoluir, ajudando os que seguem nascendo, as crianças e jovens.
A frequência índigo está disponível a todos os seres humanos e pode ser acessada na medida em que nossa consciência vai se expandindo mais e mais. Quanto mais conscientes, mais aptos nós nos tornamos a perceber e acessar outros diferentes tipos de realidades, que antes nem imaginávamos existir.
Na medida em que mais e mais seres humanos índigos existam e convivam entre si, mais rápido se dará nossa evolução, nosso processo de ampliação da consciência. Com esta convivência estaremos nos aproximando cada vez mais da quarta e quinta dimensões, já que a Terra é originalmente um planeta da terceira dimensão, devido às consciências predominantes.
Abaixo, cito algumas características de adultos índigos para uma melhor compreensão da temática:
- São muito inteligentes, apesar de não terem tido as melhores notas na escola.
- Tinham aversão ou detestavam grande parte dos trabalhos repetitivos e obrigatórios da escola.
- Muitos experimentaram depressão existencial bem cedo e sentimentos de impotência ao decorrer de sua infância e adolescência.
- Tem dificuldade com empregos supervisionados, os adultos índigos resistem à autoridade e ao sistema hierárquico de trabalho.
- Tem problemas com sistemas que consideram falidos ou ineficazes, exemplo: sistema financeiro, político, médico, educacional.
- Frustração ou rejeição do tradicional “sonho” de carreira, casamento, filhos.
- Um ardente desejo de fazer algo para mudar ou melhorar o mundo, porém demoram até reconhecer, qual é a sua vocação para realizar este desejo.
- Desde muito novos tem interesses por assuntos espirituais e esotéricos.
- Possuem forte intuição.
- Tiveram experiências psíquicas, tais como premonições, ouvir e ver pessoas desencarnadas, experiências fora do corpo, etc.
Os índigos que hoje são adultos, especialmente aqueles que têm idade acima dos trinta anos, chegaram ao planeta em uma época em que ainda havia poucos índigos por aqui e, portanto, a energia era mais densa; os paradigmas eram outros e a consciência era ainda mais limitada. Os padrões eram mais rígidos e as mentes dos pais, professores e governantes era muito mais limitadas que hoje em dia.
Estes adultos índigo encarnaram na Terra em uma época em que a vida e a realidade eram totalmente enquadradas em alguns padrões socialmente aceitos e tudo o que não fosse enquadrado nestes padrões era tido como inexistente.
Quando crianças eram extremamente sensíveis, sensibilidade que lhes causaram enormes dificuldades para adaptação. Eram crianças cuja essência apontava na direção de uma vida espiritual, uma vida guiada por valores mais elevados. Imagine o quão difícil é encarnar em uma época e em um contexto tão contrário à manifestação de seus dons.
A missão destes seres na Terra está voltada para a produção de mudança, para a revisão de valores e paradigmas por onde passarem. Para sua missão se concretizar é preciso deixar velhos hábitos e pensamentos para que novos paradigmas possam ser estabelecidos, assim a unidade e o amor encontrarão espaço para se manifestar.
No processo de desenvolvimento os adultos índigo presenciaram um choque significativo entre as energias mais sutis e as mais densas, oriundas principalmente de seu universo familiar e do seu entorno. Poucas famílias estavam espiritualizadas suficientemente para recebê-los e compreendê-los.
Estas atitudes causaram-lhes grandes dificuldades de adaptação por onde quer que fossem. Seus dons não eram aceitos em suas famílias e muitos se desviaram do caminho espiritual por não ter tido a devida aceitação por seus pais e amigos à sua volta.
Eles foram chamados de hiperativos, loucos, bipolares, esquizofrênicos e muitos foram excessivamente medicados esquecendo-se de sua verdadeira essência.
Os índigos que compreendem sua missão sabem da importância de sua vinda a Terra, eles mantém a possibilidade de que a Terra continuará a evoluir. Tudo o que não serve à humanidade se desvanecerá com sua presença.
Eles encarnaram para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações.
Os índigos não começaram a chegar a Terra somente nas últimas gerações; o que acontece é que o seu número está aumentando cada vez mais para auxiliar no aumento vibracional da Terra, eles já são tantos que, finalmente, não podemos ignorá-los."
Visitem as Fontes:

domingo, 29 de junho de 2014

Om, shanti.
A Oração Indígena do Silêncio:

"Sente-se à beira do amanhecer, o sol nascerá para você.
Sente-se à beira da noite, as estrelas brilham para você.
Sente-se à beira do rio, o rouxinol cantará para você.
Sente-se à beira do silêncio, Deus falará com você."

 (Avagana Daçui-rá)

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Namastê buscadores!

Importante é não parar!

"Na vida é impossível parar. Mesmo quando decidimos não avançar, a vida avança. E às vezes temos mesmo a impressão que ela corre. E nesse nosso viver, encontramos diariamente caminhos na nossa frente. Em cada situação há sempre uma opção de estrada. Escolhemos então a mais longa, mais curta, mais fácil, mais difícil... Somos guiados por vontades, necessidades, coração, emoções... E na verdade nem sempre sabemos onde nos conduzirá nossa escolha. E é preciso a cada dia, cada passo, seguir e assumir. Ninguém, ninguém mesmo pode ou deve ser responsável pelas nossas escolhas. E mesmo se damos ouvidos a um amigo, aos pais, a escolha final e responsabilidade final sempre será nossa. Muitas vezes sofremos porque escolhemos caminhos errados. E sabemos que há volta  para as caminhadas da vida, pois sempre teremos a opção de dirigir nossos passos para direções diferentes. E então uma nova escolha se dá. Com todos os riscos possíveis...
O importante é não parar. Alguém disse uma vez que:  "água estagnada apodrece",  e penso que ninguém gostaria de viver como água estagnada. Devemos ser como as águas dos rios, correndo sempre em alguma direção, regando flores que nascem do lado, matando sede de pássaros e homens, desembocando em grandes mares. E assim segue nossa vida, repleta de flores e espinhos... Cabe a cada um a responsabilidade da escolha diária, pois a semeadura é livre mas a colheita é obrigatória. E tudo que se pode dizer com certeza, sempre é que não há erro possível na escolha, é aquela de seguir o grande, o verdadeiro Caminho. Para os outros, que a sabedoria esteja no coração de cada um, e para que as escolhas estejam o mais perto possível daquilo que chamamos felicidade."
(Site Gotas de Paz)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Om, shanti.

 "Não existe nenhum instrumento capaz de produzir escuridão.
Ela é simplesmente a ausência de luz.
Um sinal de que algo está faltando.
Ou uma névoa que está impedindo uma visão mais clara da situação.
Mas a luz pra iluminar o caminho está bem próxima: dentro de nós.
Somos seres de luz.
Quando conseguimos acender a percepção das nossas qualidades,
todo o cenário se transforma.
 A vida adquire novas nuances.
A alma humana se inunda de beleza.".

(Brahma Kumaris)

terça-feira, 17 de junho de 2014

Om shanti, buscadores!
Sigam em frente!

"Uma adversidade, um empeço, são provas à sua resistência.
  Em meio às dificuldades, sua força aumenta de intensidade. 
 Sem problemas, você não cresceria interiormente.
  São como as provas da escola. 
 Servem para aferir o desenvolvimento do aluno,
 mas também para adestrá-lo a enfrentar obstáculos. 
 Supere os óbices...
  Em toda ocasião, confie em Deus acima de tudo! 
 Acredite também nas suas próprias forças.
Enfrente. Vá adiante.
 Use discernimento. 
 Se não der certo de um jeito, tente de outro. 
 Lutando, a semente vitoriosa rompe o chão e se mostra ao sol."

(Site Gotas de Paz)

terça-feira, 10 de junho de 2014

Namastê buscadores!

“Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. 
Quanto ao ponto de chegada, isso depende de cada um”.
 (Mário Quintana) 
"Você ganha força, coragem e confiança 
através de cada experiência em que você realmente
 para e encara o medo de frente".
(Eleanor Roosevelt)
*
"Ser como nada é essencial. Assim como um copo só é útil
 quando vazio, assim somente quando se é como nada, é possível
 receber a graça de Deus, a Verdade, e o que você quiser."
"Através do autoconhecimento você começa a descobrir o que
 é Deus, o que é a verdade, o que é aquele estado que é eterno.
 Cabe então indagar: 
é possível viver neste mundo sem auto imagem?". 
(Jiddu Krishnamurti)

Shalom!

A matemática do amor e dos relacionamentos 

Por Graça Taguti
Professora e escritora.

A matemática do amor e dos relacionamentos em geral é complicada. Cada um de nós tem um jeito único de ver e entender as coisas.  Encara as próprias equações e se atrapalha. Quando é pra somar, divide ou multiplica. Faz isso, conforme a quantidade de minhocas passeando nos neurônios recheados de esquisitices.
Fato é que mora em nossas cabeças um perseguidor implacável. Ainda que o escondamos. O asfixiemos com as mágoas do coração. Finjamos ser ele nosso melhor amigo. O algoz existe e respira feroz.
Ocorre que enxergamos apenas o que podemos. Conseguimos delinear. Ou então àquilo exclusivamente do interesse de um pretenso conforto emocional.  O jornalista britânico, Malcolm Gladwell, expressa em um de seus aforismos: “Para um verme dentro de um rabanete, o mundo inteiro é um rabanete”.
Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa, afirmava sua acuidade, corroborando, aliás, a máxima do jornalista acima: “Eu sou do tamanho do que eu vejo e não do tamanho da minha altura”. Prosseguimos refletindo. O que eu não percebo em mim, transfiro para você: tanto os erros vergonhosos, quanto acertos dignos de aplausos...
Muitos de nós enfrentamos situações semelhantes diante dos espelhos mais íntimos. Espelhos às vezes quebrados, embaçados, descascados pela ferrugem dos tempos e das covardias silenciosas.
Talvez você se reconheça obtendo resultados diferentes dos desejados, nessas operações da sua matemática vivencial. Quem sabe esteja fazendo agora estes cálculos comigo e se surpreenda por obter números iguais aos meus.
Quando é para somar divide, multiplica ou subtrai, nos frequentes colóquios amorosos e sociais que estabelece — ou então os apaga com as borrachas do desentendimento — existência afora.  Na prova dos nove, você constata alimentar-se de desconfianças infundadas, julgamentos levianos, certezas frágeis, sempre engolidas depressa e a seco no cotidiano, sem azeite e nem sal.
Dizem que os olhos são as janelas da alma. Mas como agir quando intempéries, como ciclones, devastam nossa cidade mental e a destroem sem chances de reconstrução? As pálpebras desistem e se cerram. A miopia chega, seguida pela implacável catarata emocional. A dor se apresenta logo após, como intrusa, sentando-se em velhas poltronas da cinzenta sala de estar. Talvez, quem sabe, sala de fugir.
Confessar é preciso.  Machuca perdermos o contorno de paisagens antes tão belas e claras. Horizontes largos, verdes e promissores. Sorrisos distribuídos por tudo que nos acontece e por nada. Impossível negar. Em meio a névoas, talvez percebamos alguns relacionamentos abortados por falsas deduções, recolhidos aos tímidos patamares de sonhos débeis e prematuros.
Todo mudou. Transformou-se pelos terremotos que também se anunciaram, quebrando estruturas aparentemente sólidas, alicerçando nosso perfil psicológico. Fendas, trepidações, rachaduras. A ameaça inevitável de novos cataclismos. Abrem-se então crateras imensas no que antes denominaríamos discernimento.
Anaïs Nin escritora francesa do século vinte, provocava leitores e críticos com sua rebeldia, ousadia e asas. Arrebitava sua coragem e frisava: “Não vemos as coisas como são, vemos as coisas como somos”. (...) Precisamos de socorro. Aulas intensivas na matemática da vida. Não foi à toa que Marcos Caiado, poeta goiano, cujo verso reproduzi no título desta crônica, compartilhou: 

“Você disse some e eu somei.
 Eu disse some e você sumiu”.

http://www.revistabula.com/2326-voce-disse-e-eu-somei-eu-disse-e-voce-sumiu/

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Om, shanti.

Sintam-se assim:
"Eu sou a ideia perfeita da Mente Divina e acho-me sempre
 no lugar que me compete, trabalhando perfeitamente
 e ganhando o que é justo" .
*
"Eis que coloquei diante de ti a porta aberta do destino
 e ninguém pode fechá-la, pois esta pregada por trás!".
*
"Sou rodeado pela Luz Branca do Cristo, 
através da qual nada negativo pode penetrar".

(Livro: Alegria e Triunfo * Lourenço Padro).

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Namastê buscadores!

E afinal, você sabe de onde vem o amor?

Pois me conta um amigo querido que um dia uma criança sua conhecida, viajando no banco de trás do carro, pergunta à madrinha que dirige cuidadosa:
— Dinda! Você sabe de onde vem o amor?
— Não sei, não, meu querido. Tô tentando descobrir. Por quê? Você por acaso sabe?
— Eu sei! O amor vem do acreditamento…
Do alto de seus quatro anos de idade, o autor da tese entrou para a história de sua família. Fosse o mundo mais atento, entraria para a Academia Brasileira de Letras. E eu fiquei pensando que o maior gênio especialista na alma humana, o filósofo mais desprendido e o poeta mais iluminado não teriam uma suspeita tão acertada. Segundo o menino, o amor vem de lá, do que ele chama de acreditamento. Esse estado intermediário entre o susto inicial e a descrença final do amor. Esse território sublime, fundado para além das bandas da desesperança e da incompreensão.
Amar vem de acreditar. É lá, no lugar seguro onde impera a confiança, que se formam as primeiras possibilidades amorosas. Lá são geradas as populações de borboletas que esvoaçam incômodas no ventre dos apaixonados, as noites memoráveis de lua e conversa, os pássaros e sons que nascem com o dia.
Lá também, nos campos verdes da esperança, as paixões incendiárias refrescam seus ímpetos para aos poucos se transformar no amor que é entendimento, respeito, apreço, afeto e essas coisas que deixam a vida mais leve.
Como a criança e seu olhar generoso sobre a vida, quem acredita no amor não tem medo dos sentimentos ruins que o envolvem e o contradizem. A escassez do nosso tempo, o desespero superficial de suas causas, a pressão raivosa dos incompreendidos, a mágoa dos abandonados, a angústia dos perseguidos, o medo dos condenados.
Para dentro das fronteiras do acreditamento, o amor cozinha seu caldo quente, eterno e sublime que derrete todos os medos. A dor, o desamparo, os pavores de todas as causas. A espera da resposta indesejada, a notícia inesperada, as verdades duras jogadas na cara, as mentiras dolorosas, as sentenças de morte, as declarações de ódio, a intolerância, o abandono, a rejeição. Tudo, tudo isso são cidadelas vizinhas à terra da esperança, a seara vigorosa do amor à qual só tem acesso quem acredita.
Porque quem segue acreditando sabe que a saudade de toda sorte e toda gente, os álbuns de fotos antigas, as velhas mágoas, as ilusões perdidas, as demoras eternas, os longos anos que nos separam e os segundos que nos unem nada são senão degraus na longa escadaria que nos eleva ao amor mais puro e simples.
Quem tem esperança não espera apenas, mas vai em busca. Peregrina até os campos mansos do acreditamento, onde brotam alegrias de todos os tipos e tamanhos, rompendo o solo com força em todos os cantos: a chegada de uma criança ao mundo, o amor cuidadoso nascendo no coração dos irmãos que ganharam um cachorro, os trabalhadores esforçados, a dignidade da vida, as grandes amizades, as paixões fecundando aqui e ali, marias-sem-vergonha explodindo suas sementes invisíveis de amor louco.
Lá, de onde vem tudo isso, se encontra todo o sonho que no mundo ainda resta. Lá se acredita no amor e em todos os seus outros nomes. Na coragem do primeiro encontro contra o medo da morte. Na liberdade contra a opressão de qualquer tipo, na compreensão contra a ignorância, na fartura contra a miséria.
Nos vales onde vivem todos os que acreditam, os caminhos são pavimentados de lembranças. Alegrias furtivas, casamentos inesquecíveis, tardes à beira de um lago de prata, risos, choros, descobertas, reencontros, grandes alívios, almoços de domingo e elas, as primeiras vezes, as tantas primeiras vezes de tudo na vida.
É de lá que vem o amor. Vê ali, naquela janela, o homem viúvo tomado de pesar? Ele vai sorrir de novo. Nota os motoristas cheios de gentilezas e cuidados no trânsito. Percebe as crianças olhando respeitosas para os velhinhos. Contempla toda essa gente servindo ao outro como escoteiros. Eles agem assim porque acreditam.
É assim que é. É de lá que vem o amor, forte, gentil, 
livre e generoso como a imaginação de uma criança passeando de carro. 
O amor vem de lá. Agora eu sei.
 O amor vem do acreditamento.
Eu acredito.

(André J. Gomes)

http://www.revistabula.com/2708-e-afinal-voce-sabe-de-onde-vem-o-amor/

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Shalom!

"O Casamento é uma instituição moderníssima. 
Hoje, nada mais obrigada duas pessoas estarem juntas, a não ser o amor."  

(Wagner Moura)

Casamento, planejamento reencarnatório e carma...

"A mistura dos conceitos de carma e planejamento reencarnatório é algo muito prejudicial, no entanto, são assuntos muito distintos e que podem se interligar.
O conceito mais sensato de carma é um aprendizado a ser feito na vida, em função de um comportamento antigo que se tornou nocivo ao bem estar e a uma vida com equilíbrio. O planejamento reencarnatório, por sua vez, é o roteiro organizado para que o espírito consiga fazer esse aprendizado.
A grande maioria das pessoas acha que ter um casamento difícil é um carma e, com base nesse conceito, afirma que veio para ficar ao lado de alguém complicado por carma e, pior, com objetivo de reencaminhar essa pessoa para o caminho do bem. Isso precisa de algumas revisões na forma de entender. Vamos lá?
O casamento é difícil não porque é um carma naquela ótica de ter que suportar uma dificuldade, mas porque há entre o casal um conflito ou uma relação tóxica a ser curada. Essa relação acontece exatamente por conta do aprendizado que ambos são chamados a fazer individualmente. Onde está a diferença de conceitos, você deve estar se perguntando, não é mesmo? Simples, vou explicar.
A dificuldade da relação acontece não porque você veio para aguentar alguém ou mudar essa pessoa como se fosse algo predestinado e imutável. Ou o que é ainda mais infeliz de se pensar: que você veio ao lado de alguém assim complicado porque merece passar por isso em função de dívidas de outras reencarnações, adotando postura de passividade na dificuldade como se assim estivesse quitando um compromisso. Insensato pensar assim!
Você pode mesmo ter planejado sua reencarnação ao lado de alguém complicado. Isso é verdadeiro e acontece mesmo. Mas carma não é isso. Carma é o que você vai aprender dentro dessa prova planejada. Você não tem carma com o outro. Você tem carma com você. Com o outro você tem um planejamento que pode ou não ser cumprido. E você deve estar se perguntando: qual o objetivo desse planejamento já que carma é pessoal e não com o outro?
O objetivo do planejamento pode também colocar você diante de alguém que você tenha lesado em outras vidas. Entretanto, isso acontece não para você sofrer ou pagar e sim para reaprender e, de alguma forma colaborar com essa pessoa. Isso chama-se amor, cooperação e não carma. O amor é a única moeda capaz de quitar qualquer dívida ou sanar qualquer carma. O sofrimento, ao contrário, é um indício de que não ajustamos ainda a conduta diante do aprendizado a ser feito.
Tem casais cujo casamento já acabou e, em função dessa visão dramática de carma, ficam um ao lado do outro como se assim cumprissem algo divino e que foi programado. Muitas vezes esses casais estão adoecidos e adoecendo um ao outro. E lamentavelmente ficam se suportando, em uma vida miserável de tudo, com esse propósito de “queimar” o carma. Isso não existe. É uma visão infantil, mística e totalmente insensata. E dentro desse quadro fazem o que é de mais grave nesse contexto: atribuem ao carma ou a problemas de outras vidas tudo que está acontecendo no casamento e, com essa ideia incoerente, não conseguem enxergar quais são as razões e fragilidades atuais que os mantém infelizes, cativos e limitados em uma relação que fracassou. Dizem assim “temos problemas de outras vidas”. Os problemas não são de outras vidas. São dessa mesmo. É o ciúme, a traição, a inveja, o descuido com o carinho e tantas outras condutas que arruínam a plantação sagrada do casamento.
É mais fácil dizer que o problema é de outras vidas que assumir que no presente o casal não está comportando de forma adequada para preservação do casamento e assumir suas fragilidades e corrigi-las.
Os problemas de um casamento podem ter sim raízes em outras vidas, todavia, fique claro que isso não justifica, absolutamente, nada a respeito dos problemas pelos quais o casal atravessa. O que explica é a conduta presente. Os comportamentos podem até ter raízes no passado, mas os conflitos, os descuidos e as agressões são do presente.
Carma é curar esses comportamentos velhos do passado na vida presente, nas relações do presente. Planejamento reencarnatório é o que foi planejado por você ou para você (quando você não tem condições de fazer esse planejamento, ele feito por espíritos ligados ao seu coração, antes do renascimento no novo corpo físico) com objetivo de incentivar seu crescimento e sua libertação consciencial.
A maioria dos casamentos da Terra são provacionais, ou seja, planejados objetivando a superação de velhas condutas da alma.
 "

(Wanderley Oliveira II com Ly Bueno)