sábado, 3 de outubro de 2015

Namastê buscadores!

Alegrias e Paixões, Amor e Felicidade - 
Inspiradora palestra, de Décio Iandoli Jr
Centro Espírita Jesus de Nazaré
Junho/2013
"Aceitar que somos eternamente diferentes é o primeiro passo para construir a unidade. Harmonia entre iguais é tarefa fácil, entre opostos, um desafio. Opiniões diferentes podem criar discórdia ou enriquecer o produto final, depende da visão e do nível de altruísmo. Sustentar a unidade é apreciar o valor do conjunto e a singular contribuição de cada um, permanecendo leal, não apenas uns com os outros, mas também à meta estabelecida. Se dou felicidade, recebo felicidade. Se dou tristeza, recebo tristeza.  Não é possível esconder-se ou escapar das consequências das ações. As leis físicas naturais que governam esse universo expõem o ato mais secreto, punem cada crime, recompensam cada virtude, corrigem cada erro. Tudo isso acontece de uma forma totalmente incógnita, mas com absoluta segurança e precisão.''

(Brahma Kumaris)

sábado, 11 de julho de 2015

Om, shanti.
"Enfeite-se com Margaridas e Ternuras.
 E escove a alma com flores.
Com leves fricções de esperança.
De alma escovada e coração acelerado. 

Saia do quintal de si mesmo. 
E descubra o próprio jardim."

(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 10 de julho de 2015


Shalom!


“Porque há esperança para a árvore mesmo cortada...”
Jó Capítulo 14 Versículo 7a.
Nem tudo o que parece estar morto de fato está.
Pode estar apenas adormecido. 
Nem toda semente que ainda não germinou, 
significa que não germinará. 
Existe tempo para todas as coisas. 
Pode não ser ainda o tempo dela germinar! 
Mas quando isso acontecer, ela prosperará,
 se tornará uma árvore frutífera e dará bons frutos
 para alimentar você mesmo e a outras pessoas.
 (Juliana Meni)

"Enfeite-se com Margaridas e Ternuras.
 E escove a alma com flores.
Com leves fricções de esperança.
De alma escovada e coração acelerado. 

Saia do quintal de si mesmo. 
E descubra o próprio jardim."
(Carlos Drummond de Andrade)


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Namastê buscadores!
VIVA EM PAZ

Olhar curioso
*
Viver em paz ou no caos só depende nós. Se agirmos dentro das Leis Divinas, amando, perdoando, auxiliando, sendo justos e honestos, só teremos razões para vivermos em paz.  A paz na consciência é o maior bem que alguém pode alcançar. Viver em paz é saber que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance por alguém necessitado, sem nada esperar em troca. Viver em paz é praticar a verdadeira caridade, que não faz alarde, que age no anonimato e que nos faz sentir recompensados pelo fato de que Deus nosso Pai sabe das nossas atitudes e do que está cheio o nosso coração. Viver em paz não significa ser omisso ou conivente com aquilo que está errado, mas agir de forma consciente, alertando, mostrando o que é certo, sem violência. Viver em paz é não ofender nem magoar os outros. É pensar antes de agir ou falar, pois isso nos poupa de muitos dissabores. Saber perdoar também nos traz a paz, pois a falta do perdão é um fardo pesado de se carregar. Portanto, sorria, seja alegre em qualquer circunstância, perdoe, acalme os ânimos daqueles que se encontrem em desespero, leve carinho, conforto e amor por onde for. 
Agindo assim você terá a paz como companheira sempre! 

(Site Gotas de Paz)

terça-feira, 7 de julho de 2015

Shalom!

Intuição


Pensamentos afáveis em profundidade elevada;

cortesias cultivadas ao longo da longa estrada.

Perseverança graciosa em escolhas e prosas;

como um doce rio que segue

sob a esperança velada.


Temperança virtuosa, plenitude gerada;

extravagâncias claras nas junções das palavras.

Sinceridade que incomoda,

desvelando emoções de vidas passadas —

“fragilidades sombreadas”.


Inspiração de floração  delicada.

Intuição miraculosa em plena jornada;

simplicidade de gestos na coragem apressada.

Fonte espirituosa em mutações engenhosas,

evidenciando-nos:

sonhos em Luz que desvencilham sombras

diante da essência encarnada.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Namastê buscadores!

"O coração sincero não teme a prova de fogo".
(Provérbio Chinês)

Poemas sobre Erros e Acertos...

"Erros, acertos, vitórias e fracassos.
Ninguém é totalmente experiente se não coleciona erros e fracassos, dentre seus acertos e vitórias.
Os caminhos mais conhecidos são os mais fáceis, mas são as trilhas perigosamente desconhecidas que conduzem às grandes descobertas.
Dar e ouvir conselhos não é para qualquer um, é preciso ter humildade, maturidade e inteligência para aproveitar o que é bom e descartar as armadilhas.
Não é a quantidade de acertos que determina o resultado, mas o uso que se faz dessa experiência.
A vida é uma experiência única, continue tentando, errando ou acertando, porque é tudo que nos resta, afinal.
(Marinho Guzman)
***
"Eu acredito em experiências. Acredito em erros e acertos. E acredito que o erro seja o pai dos acertos. Acredito nas lições, e no que de bom podemos tirar de cada uma delas. É como escrever um livro, você vai juntando as palavras e quando vê está tudo completo. Acredito que seja assim na vida também. Você tem que juntar as pessoas, os sentimentos, as verdades e até as mentiras, e colocar tudo no papel, completar aquilo que falta, tirar aquilo que sobra e ser feliz com aquilo que restar. Não adianta deixar as pessoas nos cargos errados, você tem que ver o que cada uma faz de melhor por você, e o que cada sentimento determina pra cada uma. É complicado, pode ser rápido, pode levar muito tempo, como pode também nunca acontecer. Depende de como você encara a vida. Erre, mas não deixe de acertar. Pense, mas não deixe de arriscar. O inesperado é sempre mais inacreditável e belo. Rabisque, mas não deixe de consertar. Apague, mas não deixe de escrever. Viva, mas não esqueça de sorrir!"
(Isadora Markus)
***
"As vezes a nossa vida vai se remendando como aquela colcha de retalhos que alguém tecia para criar e reinventar uma nova oportunidade. As vezes a vida da gente se torna essa colcha onde juntamos os erros e acertos, onde colecionamos momentos e descartamos possibilidades.
Somos livres, mas insistimos em permanecer no mesmo lugar. Acreditamos que tudo se movimenta sem nossa interferência. Enganando o nosso pensamento, pois o movimento vem de nossas escolhas.
Escolhas que transformam totalmente o rumo da nossa vida, a direção do nosso caminho, por isso escolha ser feliz, mesmo que seja preciso remendar-se."
(Otávio Conti)
***
"Mas a vida me deu um grande ensinamento. Embora seja difícil admitir hoje que foi apenas um aprendizado como qualquer outro, em todo esse tempo houveram julgamentos, e como qualquer julgamento bem feito, todos são carregados por crenças utópicas de sentimentos empáticos, quando a real é que havendo empatia ou não o meu lado da moeda, nunca será igual ao teu. Jamais saberás o que me motivou para cada decisão tampouco sentirás exatamente o que estou sentindo e vice e versa. Por sermos humanos acreditamos em erros, acertos e consideramos estes como sendo cruciais na vida de qualquer um, mas esquecemo-nos que as bagagens nunca serão as mesmas e no final do trajeto os solados também não. Perspectivas, expectativas talvez sejam parecidas, mas a bagagem e o sentimento nunca. Carregamos aquilo que vivemos e o que vivemos é único, por isso não deveriam haver julgamentos. O caminho para todos é diferente, mas o destino final ainda acredito ser a felicidade.
Acho que quando a gente assume a felicidade para nossa vida, e que ela é algo que pode ser conquistada e não é simplesmente utópica, tudo fica leve e as vozes não farão barulho, pois estamos seguros de nós mesmos. E segurança resume-se a decisões e levar em sintonia passado, presente e futuro. 
Assim como um bom começo, nem tudo é fácil, mas quando agente assume quem somos hoje, fica um pouco mais fácil. Somos pelo passado..
Somos o presente e independe do tipo de passado construído um dia ele foi presente e neste momento foi sincero. Sinceridade que ajudou-nos a estas mudanças..
Perceber o passado e nossa trajetória como peça fundamental para o presente é aceitar que o futuro poderá ser ainda melhor, mesmo que o futuro seja incerto e cheio de pedras no caminho ainda corremos o risco de cometer os mesmos erros em situações diferentes... ou até iguais, mas a vida é experiência.
E experiência é torcer para que dê certo, mas ter consciência que podemos errar!
(Vívian Rodrigues Lima)
***
"Algumas vezes pensamos que estamos em uma situação diversa da que queríamos para nós, tudo dando errado ou nem seja isso, apenas não esta dando certo, estagnando o tempo que passa por nós de uma forma repetitiva, mas que para os demais ele passa vagarosamente quando fazem algo que não gostam ou rapidamente quando estão ocupados com algo gostando ou não. Nos objetivos da vida para tudo, sem distinção, sempre existirão caminhos diversos para o alcança-los. Quando pensa que o fim de tudo se chegou e de nada valeu, não culpe a si, não culpe ao próximo nem mesmo a sorte que não tem, pois o errar caminhos nos diminuem as hipóteses de se perder novamente desde que não volte a trilha-los. O que se precisa compreender é que o ser humano por natureza é impaciente, quer tudo na hora e no mesmo momento ou então que tudo chegue rápido sem esperar e sem o muito lutar. Se espernear por uma solução não mudara nada sua situação, apenas modifique seus gostos, sua forma de pensar, sua forma de escolhas para tudo, seja sentimental, profissional ou até mesmo em termos de estudos. Precisa mudar as suas atitudes, a sua forma de agir pois se esperar pelo destino ou pela vida pensando que o seu ninguém toma e ninguém tasca, percebera que assim se flui as vidas de pessoas vãs. A iniciativa de uma mudança não depende ter oportunidades, nem o local certo e muito menos o momento correto, o que torna aquilo que era sem vida em algo valorativo para uma vida nebulosa, são os preparos e isso se adquire com paciência, determinação, perseverança e confiança, pois se você nada fez e nada conseguiu, o pouco que fizer com toda certeza ira lhe destacar pelo pouco que se tinha.
(Massáo Alexandre Matayoshi)

 http://pensador.uol.com.br/poemas_sobre_erros_e_acertos/

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Namastê buscadores!
"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o!"

(Friedich Nietzsche)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Shalom!
 
Talvez o Amor...

Talvez o amor seja como um local de descanso, um abrigo da tempestade.
Ele existe para te oferecer conforto, Ele está lá para te manter aquecido.
E naqueles tempos de dificuldade quando você está sozinho,
A lembrança do amor vai te trazer para casa...

Talvez o amor seja como uma janela, Talvez uma porta aberta,
Ele te convida para chegar mais perto, Ele quer te mostrar mais...
E mesmo se você perder a si mesmo e não souber o que fazer,
A lembrança do amor vai te acompanhar...

O amor para alguns é como uma nuvem, Para alguns tão forte como o aço,
Para alguns um modo de vida, para alguns um modo de sentir.
E alguns dizem que o amor está persistindo.
 E alguns dizem que está desistindo.
E alguns dizem que o amor é tudo. E alguns dizem que não sabem...

Talvez o amor seja como o oceano, Repleto de conflito, repleto de dor,
Como uma chama quando está frio lá fora, Um trovão quando chove.
"Mas se eu viver mil anos... e então recomeçar...
Lutando pelo amor vais me encontrar..."

E alguns dizem que o amor está persistindo,
 E alguns dizem que está desistindo,
 E alguns dizem que o amor é tudo, E alguns dizem que não sabem...

Talvez o amor seja como o oceano, Repleto de conflito, repleto de dor,
Como uma chama quando está frio lá fora, Um trovão quando chove.
"Mas se eu viver mil anos... e então recomeçar...
Lutando pelo amor vais me encontrar..."

(Letra da Música: Perhaps Love - John Denver)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Namastê buscadores!

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Andar, falar e pensar...
por Vanessa Serra
“Ao aprender a ANDAR, a FALAR e a PENSAR, o caminho para os outros aprendizados está esboçado. O desenvolvimento saudável destes três aspectos da vida humana é um vislumbre de um ser humano que está se formando e um dia será capaz de exercer sua autonomia no mundo, com liberdade de movimento de expressão e de raciocínio. Um ser humano livre.”
*
São incontáveis os aprendizados que temos ao longo da vida. Vários deles são fundamentais para sermos identificados como seres humanos. Nos três primeiros anos de vida, estes aprendizados borbulham e servem como alicerce para tudo que será aprendido ao longo da vida.
A busca pela posição ereta exige um ano de trabalho árduo desde o nascimento. A liberdade para explorar ambientes e a percepção da confiança dos adultos que cercam a criança propiciam seu fortalecimento físico e emocional para arriscar-se diante desse primeiro grande desafio. A habilidade motora sem dúvida é imprescindível, mas sem a confiança, passada pelos pais de forma silenciosa e amorosa, a criança não teria coragem para enfrentar o mundo e locomover-se sobre dois membros.
O desenvolvimento neurológico-motor (físico, portanto) se dá de forma crânio-caudal: a criança firma o pescoço, o tronco (pode então rolar e sentar), as pernas (engatinhar) e fica em pé. Ao ANDAR, ela tem as mãos livres para atuar no mundo e com a postura ereta, o posicionamento da laringe, pulmões e cavidade oral permite que alcance outro aprendizado fundamental à identidade humana: o FALAR.
A fala abre as portas para o mundo da comunicação e das relações humanas. A função social da fala se inicia assim que a criança nasce, com o choro e o desenvolvimento mecânico tem início com a amamentação: a sucção é o primeiro e mais completo exercício para o fortalecimento da musculatura oro-facial.
Com alguns meses, o bebê já começa a “experimentar” os movimentos sonorizados com a boca. Nessa fase, o balbucio, ela consegue realizar todos os sons de todos os idiomas. Com o desenvolvimento cognitivo, a criança fica mais atenta ao seu redor e começa a imitar os sons que ouve, ainda sem intenção comunicativa.
A imitação não se limita aos fonemas: a criança imita a prosódia e a melodia da fala do adulto, entonações, sotaques, expressões faciais, velocidade de fala, etc. Nesse período, portanto, é fundamental que ela receba um bom modelo de fala, tanto físico, com a articulação correta dos fonemas, cognitivo, com o uso correto da gramática e emocional, com o tom de voz condizente com o conteúdo da fala e esta soando de forma verdadeira, sem infantilizações e “mentiras brancas”, pois rapidamente ela começa a perceber pequenas incoerências e inverdades e forma, assim, sua rede de confiança.
Assim como para o desenvolvimento do andar existe um critério físico-muscular (crânio-caudal), a tonificação da musculatura oro-facial segue o critério antero-posterior. A criança domina inicialmente o controle muscular dos lábios e é capaz de produzir os fonemas chamados labiais (/p/, /b/ e /m/). Não é coincidência que as primeiras palavras do universo infantil ao redor do mundo sejam com esses fonemas. Esse controle se inicia por volta dos 18 meses de vida e ocorre gradual e sucessivamente (com fonemas labio-dentais, alveolares e palatais) até por volta dos 4 ou 5 anos de idade (dependendo do sexo, sociabilização, exigência do ambiente, etc), com a aquisição do grupo consonantal com R.
Enquanto isso, ocorre paralelamente outro desenvolvimento que podemos, erroneamente, considerar como sendo o mesmo: o desenvolvimento da Linguagem. Quando a fala deixa de ser exclusivamente mecânica e passa a ter uma função comunicativa, tem início o desenvolvimento da Linguagem Oral. Nesse momento, podemos considerar que a criança está começando a PENSAR. A fala, que até então era solta e fragmentada começa a se organizar. A criança consegue nomear seres e objetos (usa inicialmente apenas substantivos), mesmo que seja através de onomatopeias (piu piu, au au) por categorias (todas as aves são “piu piu”). Com o tempo, as nomeaçaes ficam mais específicas (“piu piu” e “co cá”) até chegar aos substantivos propriamente ditos. Nesse percurso, começa a reconhecer açaes (usa verbos) e então, qualifica os substantivos (uso de adjetivos). Nessa fase, o vocabulário da criança costuma aumentar significativamente, podendo passar de 50 a 300 vocábulos num período de 6 meses.
Agora, por volta dos 36 meses de idade, ela consegue formar frases e conforme seu pensamento vai se organizando mais, as frases vão ficando mais complexas e, também por volta dos 4 ou 5 anos de idade, ela é capaz de se fazer entender por qualquer adulto. Aqui a diferenciação entre os sexos costuma ser significativa: as meninas falam de forma organizada mais cedo que os meninos.
Ao aprender a ANDAR, a FALAR e a PENSAR, o caminho para os outros aprendizados está esboçado. O desenvolvimento saudável destes três aspectos da vida humana é um vislumbre de um ser humano que está se formando e um dia será capaz de exercer sua autonomia no mundo, com liberdade de movimento de expressão e de raciocínio. Um ser humano livre.
www.falandoemeducacao.com.br – clique e conheça

quarta-feira, 3 de junho de 2015

domingo, 31 de maio de 2015

Shalom!

Você quer um milagre...
 SEJA O MILAGRE!

Palestra de motivação 
"você tem o poder "

por Henrique Ketzer

sábado, 30 de maio de 2015

Shalom!

Textos sobre a Paz:

Os nossos primeiros comentários vão girar em torno do Cântico dos Cânticos. Esse poema bíblico baseia-se no Amor humano para conduzir-nos a um Amor mais amplo que é o Amor Divino.
Há mais de 2000 anos o Cântico dos Cânticos vem fascinando a humanidade devido à sua fina qualidade poética e ao seu profundo significado simbólico. Grandes figuras do cristianismo como Orígenes e Bernard de Clarvaux tiveram esse poema na mais alta conta; ele foi também muito apreciado por algumas das grandes figuras do judaísmo.
Atribuído ao rei Salomão, o rei que é a própria Paz encarnada, pois seu nome significa Paz, o poema é um convite à encarnação da Paz.
Assim, a primeira pergunta que se impõe é:
O que é a paz?
Quando se fala em paz, habitualmente nos vem a ideia de uma situação externa onde não há conflitos abertos. No entanto, a verdadeira paz é um estado interior de contentamento, de tranqüilidade satisfeita; é sentir o sol no peito; é ter um peito de ouro; é sentir o frescor e a fertilidade da primavera no coração.
Assim, o rei Salomão convida-nos a ser como ele, pois se cultivarmos a paz interior todos os dias, se fizermos dela o pão nosso de cada dia, o que há de melhor fluirá de nós, para nós.
A verdadeira paz não cai do céu...
É preciso trabalhar para que a verdadeira paz se aproxime de nós. Para isso devemos afastar-nos, na medida do possível, do ciúme, da inveja, da competição, da raiva, do medo e da angústia. A cada centímetro que nos distanciamos desses estados negativos, ganhamos um centímetro em direção ao país da paz.
A paz é um querer bem que implica ter um coração limpo. O alicerce do Amor verdadeiro é um coração limpo.
O Cântico dos Cânticos ensina-nos a Amar...
O maravilhoso poema ensina-nos a Amar através da mais natural das relações amorosas que é a relação homem-mulher, do Noivo com a Noiva.
Ele nos estimula a descobrir que o verdadeiro Amor deve estar em constante ampliação, em um alargamento contínuo, englobando cada vez mais os nossos semelhantes, o Universo todo e Deus. O poema quer ajudar-nos a descobrir que o Amor é a matéria prima do Universo, é o Ar do ar que respiramos. 
Mas quando falamos em Amor entre homem e mulher, a primeira questão que se apresenta é:
Como falar em paz diante de duas realidades tão diferentes?
Vivemos em um mundo de opostos, onde estão sempre se defrontando realidades contrárias como, por exemplo, o homem e a mulher; os nossos sonhos de grandiosidade e a nossa realidade mesquinha; o nosso ideal de felicidade e o realismo duro e áspero da nossa vida cotidiana, ou seja, os nossos sentimentos mais elevados e a difícil luta pela sobrevivência.
... Se um dia pudermos tocar, de fato, instantes de paz verdadeira em nosso coração, compreenderemos que a paz, sem o menor esforço, concilia tudo aquilo que é aparentemente irreconciliável.

O poder do Amor está em conciliar o que é aparentemente irreconciliável. 
Por isso, o Amor é a Paz e a Paz é o Amor.
 (Paulo A.S. Raful & Lauro de A.S. Raful) 
*
"Se em Mim meditar sem cessar, até mesmo alguém
 com o pior dos carmas queimará rapidamente os
 efeitos de sua ação passada.
Transformando-se em ser de alma excelsa,
 logo atingirá a paz perene.
Uma coisa é certa:
O devoto que deposita sua confiança em Mim jamais perece!".
(Bhagavad-Gîtâ)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Shalom!

O medo nos bloqueia de viver...
"Todas as pessoas do mundo tem algum tipo de medo. Alguns tem mais, outros tem menos. O medo nos bloqueia de viver, de certa forma. O medo nos deixa limitados. Basta pensar comigo. Se você tem medo de ser assaltado, você sai menos de casa. Se você tem medo de dirigir, evita sair de casa dirigindo. Se você tem medo de ficar sozinho, corre o risco de obter más companhias. Se você tem medo de ficar nervoso com alguma coisa, corre o sério risco de realmente ficar. Se você tem medo de avião, não só evitará, como talvez fará uma viagem muito mais longa e cansativa de ônibus.
Estamos livres de ter medo? Não, claro que não. Ele pode aparecer com traumas, com decepções, com angústias. Mas quando percebemos este sinal de fragilidade, temos que lutar para vencer e viver o mais livre possível desses medos. Por que não vencer esses medos? O medo de falar em público só se perde falando em público. O medo de dirigir só se perde dirigindo. O medo de ficar sozinho só se perde ficando sozinho.
Mas realmente vencer o medo não é tão simples, eu concordo. Realmente, enfrentar o medo, lidando com uma nova situação, pode nos trazer surpresas, algumas dúvidas, mas elas são passageiras e não nos trazem tristeza, elas passam rapidamente, quanto mais o medo vai embora, mas elas passam.
Todo soldado vai para sua primeira batalha com muito medo. Medo de não voltar para casa nunca mais, medo de matar pessoas, medo de errar. Mas esse medo vai embora com as batalhas e ele se fortalece com as adversidades que vê, que ouve, que sente, e passa a não ter mais medo. Os que menos tem medo são os que mais vencem. Arriscar é preciso.
Outro exemplo interessante são as crianças. Quando são novinhas, elas não tem medo de nada, mas vão adquirindo com a vida, com o meio, com os seus pais. Elas quando aprendem a andar, não querem parar, querem sempre mais, cada vez mais rápido. Mas basta caírem e se machucarem, que começam a andar com mais cuidado, sem muita pressa. Portanto, elas não tinham medo de andar, mas ao andar, viram que é possível cair. Elas perdem o medo de andar totalmente, claro, porque enfrentaram e sabem tudo o que pode acontecer, mas de tanto andar, aprenderam como lidar muito bem com isso e reconhecem que é preciso cuidado. Só descobriram isso, porque andaram. Então, por que não enfrentamos o medo, conhecemos a situação que tememos e aprendemos com isso?
Ter medo de sofrer nos faz sofrer, pois vivemos em função de situações sempre conhecidas, cômodas, comuns, convenientes, repetitivas. Jamais arriscamos, porque temos medo. Será que não cansa? A vida vai passar e ficaremos velhos, arrependidos por não termos vivido mais, arriscado mais, sofrido menos. Não ter medo é um sinal de otimismo, pois significa acreditar que aquilo que é novo pode dar certo e trazer felicidade. Ter medo é pessimismo.
Ter muito medo é um sinal forte de fragilidade. Um sinal de que não vamos arriscar passos mais rápidos e longos, com medo de tropeçar mesmo num terreno sem imperfeições. Acabamos dando passos muito curtos e lentos, com todo cuidado. Quais as conseqüências disso? Se você dá passos muito lentos e curtos, você perde tempo, você perde oportunidades. Oportunidades? Sim, você vai tão lento, de tanto medo que tem, que quando chega ao destino, é tarde demais. Com passos lentos e curtos, os outros vão reconhecer que estamos fragilizados, que achamos que vamos cair em buracos que nem existem, que vamos tropeçar em pedras que nem existem. Perdemos com a opinião dos outros também, ninguém quer enfrentar novas situações com pessoas que não querem o mesmo. “Ele é medroso, não vai conseguir”.
Ter medo de morrer é algo natural, até importante. O medo da morte nos faz cuidar da saúde, nos faz praticar mais exercícios físicos, nos faz não dirigir em alta velocidade levando risco às pessoas, nos faz evitar certos vícios. O que não devemos é ter medo de viver."
(julho 16, 2009, por fcsjunior)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

 Om shanti, buscadores!
"Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços
 emocionais, tem que servir contra as guerras"

(Sigmund Freud)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Om, shanti.
Humanizar


Humanizar é ecoar no silêncio da própria essência, perceber no íntimo a pulsação do humano e, sem artifício, permitir que ela se manifeste. É reconhecer que cada gesto é ao mesmo tempo próprio e do outro, e que a atenção plena à intuição é o canal onde o humano se realiza. Quem humaniza não impõe; apenas se oferece como reflexo e sustentação da humanidade que habita o outro, tecendo, sem ruído, a trama invisível que nos conecta. É na presença silenciosa, no reconhecimento do sentir e do existir, que a humanidade se revela... não como teoria, mas como ato, como respiração compartilhada, como um toque que não subjuga, mas acolhe. Humanizar é, assim, transitar no limiar entre o eu e o outro, permitindo que a essência do ser se expresse em cuidado, em atenção e em reverência àquilo que nos torna humanos.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Shalom!
Entre Portas

A vida se desenrola como um vasto labirinto de portas, cada uma guardando um segredo, cada uma exigindo nosso toque consciente. Às vezes, somos tomados pelo ímpeto de abri-las todas de uma vez, seduzidos pela promessa do que há além, mas o excesso de ânsia nos aprisiona, e nos tornamos prisioneiros de nossas próprias mãos. Outras vezes, aguardamos, hesitantes, que a passagem se revele sozinha, esquecendo que a chave está em nossa própria vontade, que o trinco só cede à força gentil da coragem e da atenção. Cada porta que se fecha não é uma negação, mas uma lição silenciosa: é preciso soltar, deixar ir, para que outra possa se abrir. Caminhamos assim, entre salas de descobertas e corredores de sombras, aprendendo que abrir e fechar não é apenas ação, mas ritual; não é perda, mas transformação; não é fim, mas preparação para que a próxima porta se mostre, e com ela, a oportunidade de nos reconhecer mais inteiros, mais vivos, mais humanos.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Shalom!
por Fabiano Alvarenga
*

O Amor...


O AMOR é substancia criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina. É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia. Nunca perece, porque não entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o AMOR é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver. É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas. Quando aparente - de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato- se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.
Quando real, estruturado e maduro que espera, estimula, renova - não se satura, é sempre novo, ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais. Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimentando o corpo e dulcificando o eu profundo.
O prazer legítimo decorre do AMOR pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante.
O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fulgaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sob a injunção de relativas aflições e problemas-desafios que podem e dever ser vencidos.
Somente o AMOR real consegue distingui-los e os pode unir quando se apresentem esporádicos. A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança - ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções - a necessidade de ser amado, caracterizam o estagio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado. A confiança, suave-doce e tranquila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não posse, a não dependência, não exigência, são benesses do AMOR pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, se alterem as manifestações da afetividade do ser amado, o AMOR permanece libertador, confiante, indestrutível.
Nunca se impõe porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e paz. Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado... O AMOR não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre porque vive no intimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.

O AMOR DEVE SER SEMPRE O PONTO DE PARTIDA DE TODAS AS 
ASPIRAÇÕES E A ETAPA FINAL DE TODOS OS ANELOS HUMANOS

(Joanna de Angelis)

sábado, 18 de abril de 2015

Shalom!

- Michael Jackson - 
Earth Song and Heal the World.
por Pedro Vilaça


Há um chamado silencioso que nasce quando o coração humano recorda sua própria bondade. É o anseio profundo de ver a Terra novamente respirar em harmonia, de curar as feridas deixadas pela indiferença e de devolver ternura ao mundo. A paz começa como um gesto simples — um olhar que reconhece o outro, uma mão que protege a vida, uma consciência que escolhe cuidar em vez de ferir. Quando muitos despertam para esse mesmo sentimento, a humanidade volta a ouvir o ritmo sagrado da Terra, e o planeta deixa de ser apenas um lugar onde vivemos para se tornar um lar que aprendemos, juntos, a curar...


Namastê buscadores!
Construa com Sabedoria

"Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar.
Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família.
Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a ideia.
Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira.
Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa, depois lhe deu a chave e disse:
“Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você”.
O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena!
Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção.
Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.
Você é o carpinteiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.
Alguém disse que “A vida é um projeto que você mesmo constrói”.
As atitudes e escolhas de hoje estão construindo a “casa” que você vai morar amanhã."
Construa com sabedoria!
(Autoria Desconhecida)

terça-feira, 14 de abril de 2015

Namastê buscadores!

por Elliott Walsh
Ludovico Einaudi - Lady Labyrinth
*
"PERDOAR É UM ATO DE REBELDIA...
 Rebele-se contra suas mágoas e Ilumine sua Alegria...
 Porque, se tudo for como antes, 
o antes não existirá e o futuro será um presente sem historias  pra contar... 
SE O SOL QUE BRILHA AQUI É O MESMO QUE BRILHA LÁ,
 NINGUÉM É TÃO DIFERENTE QUE NÃO POSSA PERDOAR."

(Carlos Buby)

sábado, 11 de abril de 2015

Om, shanti.

O EU SOU é o sopro silencioso do Criador ecoando dentro de cada ser. É a centelha que não começa nem termina, a presença viva que sustenta o universo e também o coração humano. Quando alguém pronuncia “EU SOU”, toca — ainda que por um instante — o mistério da própria Fonte, onde o Criador não está distante no céu, mas pulsa como consciência, vida e possibilidade infinita. Nesse espaço sagrado, o EU SOU não é orgulho nem separação; é lembrança. Lembrança de que a vida que respira em nós é a mesma que acende as estrelas, move os oceanos e tece, em silêncio, a eternidade dentro do instante.

por Missão Acordar
Eu Sou

quarta-feira, 25 de março de 2015

Om, shanti.

“Vai e procura os campos, a natureza e o Sol: 
vai, procura a felicidade em ti e em Deus. 
Pensa no que é belo e que se realiza em ti e à tua 
volta, sempre e sempre de novo.”
(Anne Frank)
Luz que Não Se Apaga

Anna caminha entre raios de Sol,
sorri às flores que dançam no vento,
seus sonhos brotam como estrelas suaves
no céu do que ainda pode nascer.

No riso das crianças, no canto dos pássaros,
na luz que toca o rio e os campos,
Anna vive em cada gesto de esperança,
em cada coração que aprende a amar.

Mesmo na sombra, sua luz persiste,
uma chama doce que nunca se apaga,
guiando-nos a ver beleza e bondade,
onde o mundo insiste em florescer.

sábado, 21 de março de 2015

Shalom!
Céu na Terra...

 Por Spadecaller

Encontramos este lugar especial...

Além da turbulência do pensamento angustiado...
Além dos vexames de corações amargos...
Além do aperto de preocupação do amanhã...
Além do arrependimento de ontem...
Além do fascínio de sonhos utópicos.

Encontramos este lugar especial dentro, 
onde o orgulho não se intromete na alma do amor...
Não impõe outra jornada sagrada...
Aceita silenciosamente o direito de estar certo.
Respeita humildemente o direito de estar errado.
Após os vexames de corações amargos perecerem...

Não espera pelo errado para ser corrigido.

Encontramos este lugar especial juntos...
Após a turbulência do pensamento angustiado ter desbotado...
Depois de render ao arrependimento do ontem,
Depois de ter afastado preocupação do amanhã,
Após o fascínio de sonhos utópicos...

Emanados para nossos joelhos no perdão...

(Thomas Newman)

terça-feira, 17 de março de 2015

Namastê buscadores! 

As definições do Amor:


Amor

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeiçãocompaixãomisericórdia, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido etc. Pode ser caracterizado como o nível ou grau de responsabilidade, utilidade e prazer com que lidamos com as coisas e pessoas conhecidas.1 O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação. É tido por muitos como a maior de todas as conquistas do ser.

Características

Fala-se de diversas formas de amor: amor físico, amor platônico, amor materno, amor à vida. As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui várias palavras para "amor", cada qual denotando um sentido diferente e específico. No latim, encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade. "Amar" também tem o sentido de "gostar muito", sendo, assim, possível se amar qualquer ser vivo ou objeto.


Amor platônico

"Amor platônico" é uma expressão usada para designar um amor ideal, alheio a interesses ou gozos. Um sentido popular, pode ser o de um amor impossível de se realizar, um amor perfeito, ideal, puro, casto.
Trata-se, contudo, de uma má interpretação da filosofia de Platão, quando vincula o atributo "platônico" ao sentido de algo existente apenas no plano das ideias. Porque Ideia em Platão não é uma cogitação da razão ou da fantasia humana. É a realidade "essencial". O mundo da matéria seria apenas uma sombra que lembraria a luz da verdade essencial.
A expressão amor platônico é uma interpretação equivocada do conceito de Amor na filosofia de Platão. O amor em Platão é falta. Ou seja, o amante busca no amado a Ideia - verdade essencial - que não possui. Nisto supre a falta e se torna pleno, de modo dialético, recíproco.
Em contraposição ao conceito de Amor na filosofia de Platão está o conceito de paixão. A paixão seria o desejo voltado exclusivamente para o mundo das sombras, abandonando-se a busca da realidade essencial. O amor em Platão não condena o sexo, ou as coisas da vida material.
Na obra Simpósio (de Platão), há uma passagem sobre o significado do amor. Sócrates é o mais importante dentre os homens presentes. Ele diz que na juventude foi iniciado na filosofia do amor por Diotima de Mantinea, que era uma sacerdotisa. Diotima lhe ensinou a genealogia do amor e por isso as ideias de Diotima estão na origem do conceito socrático-platônico do amor. Segundo Joseph Campbell, "não é por acaso que Sócrates nomeia Diotima como aquela que lhe deu as instruções e os métodos mais significativos para amar/falar. A palavra falada por amor é uma palavra que vem das origens 2 ."


Perspectiva filosófica

Diferentemente do conceito de "amor platônico", quando se fala do amor "em Platão" estamos nos referindo ao pensamento deste filósofo sobre o amor. A noção de amor é central no pensamento platônico. Em seus diálogos, Sócrates dizia que o amor era a única coisa que ele podia entender e falar com conhecimento de causa. Platão compara-o a uma caçada (comparação aplicada também ao ato de conhecer) e distinguia três tipos de amor: o amor terreno, do corpo; o amor da alma, celestial (que leva ao conhecimento e o produz); e outro que é a mistura dos dois. Em todo caso o amor, em Platão, é o desejo por algo que não se possui.

A temática do amor é comum a quase todos os filósofos gregos, entendido como um princípio que governa a união dos elementos naturais e como princípio de relação entre os seres humanos. Depois de Platão, entretanto, só os platônicos e os neoplatônicos consideraram o amor um conceito fundamental. Em Plutarco, o amor é a aspiração daquilo que carece de forma (ou só a tem minimamente) às formas puras e, em última instância, à Forma Pura do Bem. Em "As Enéadas", Plotino trata do amor da alma à inteligência; e na sua Epistola ad Marcelam, Porfírio menciona os quatro princípios de Deus: a fé, a verdade, o amor e a esperança. No pensamento neoplatônico, o conceito de amor tem um significado fundamentalmente metafísico ou metafísico-religioso.

O amor original

O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afetivo, paternal ou maternal, fraternal - que é o amor entre irmãos e companheiros - deve obrigatoriamente ser "permitido". O que significa ser "amor permitido"? Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afetividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contato e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.
A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes demeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.
Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recai na própria pessoa amada, que, em seus gestos, palavras, pensamentos e ações, conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser - podendo até ser um animal de estimação - lhe dedicasse aquele sentimento de amor.
O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.
Todos carecem de amor e querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário.

Eros

Eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o amor que se liga de forma mais clara à atração física, e frequentemente compele as pessoas a manterem um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também é sinônimo sensualidade que leva a atracção física e depois às relações sexuais.
Ao contrário, vem a Psique, que representa o sentimento mais espiritual e profundo.

Pragma

Pragma (do grego, significando "prática", "negócio") seria uma forma de amor que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos? Como minha vida vai mudar se eu me casar?
Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.


Philia

Em grego, Philia significa "altruísmo", "generosidade". A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar.
A interpretação cristã sobre a origem de Jesus, engloba este tipo de amor para descrever o "ato' de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho unigênito, para ser morto em favor do homem.

Storge

O nome da divindade grega da amizade é Storge. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projetos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exatamente. A atração física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranquilos e afetuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo storge revelam satisfação com a vida afetiva. Acontece geralmente entre grandes amigos. Normalmente, os casais com este tipo de amor conhecem muito bem um ao outro.

Sexo

A palavra amor pode ser entendida também como sexo, quando usada em expressões como "fazer amor", "make love" (em inglês), "hacer el amor" (em castelhano), "faire l'amour" (em francês). Os hispanófonos, por exemplo, encontram a palavra "amor" sendo, em geral, substituída por variações de "querer", como em "yo te quiero", em detrimento do possível "te amo" em espanhol.

Estilos de Amor

Susan Hendrick e Clyde Hendrick desenvolveram uma Escala de Atitudes Amorosas baseados na teoria de Alan John Lee, teoria chamada Estilos de amor. Lee identificou seis tipos básicos em sua teoria. Nestes tipos as pessoas usam em suas relações interpessoais:
  • Eros - um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física
  • Psiquê - um amor "espiritual", baseado na mente e nos sentimentos eternos
  • Ludus - o amor que é jogado como um jogo; amor brincalhão
  • Storge - um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em similaridade
  • Pragma - amor pragmático, que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora
  • Mania - amor altamente emocional, instável; o estereótipo de amor romântico ou apaixonado.
  • Ágape - amor altruísta; espiritual
De acordo com a pesquisa de Hendrick e Hendrick, os homens tendem a ser mais lúdicos e maníacos, enquanto as mulheres tendem a ser stórgicas e pragmáticas. Relacionamentos baseados em amor de estilos semelhantes tendem a durar mais tempo. Em 2007, pesquisadores da Universidade de Pavia liderados pelo Dr. Enzo Emanuele forneceram provas da existência de uma base genética para variações individuais em verificada na Teoria dos Estilos amorosos de Lee.
O Eros relaciona-se com a dopamina no sistema nervoso e a Mania à serotonina.

Atração física, paixão e amor

Atração física
Na atração física, residem os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico como as necessidades sexuais, prazer e perpetuidade da espécie.
Paixão
paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objeto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no que tange a razão e, em situações extremas, beira a obsessão.
Essa atração intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o estresse; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.
Amor Interpessoal
O Amor Interpessoal se refere ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Sem amor refere-se aos sentimentos de amor que não são reciprocidade. O Amor interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania.
  • Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:
A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento. Enquanto a atração sexual, muitas vezes, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afeto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.

Modelos científicos

As ciências biológicas tem modelos de amor que o descrevem como um instinto de mamíferos, tal como fome ou sede. Na psicologia vê-se o amor como mais de um fenômeno: social e cultural. Há provavelmente elementos de verdade em ambas as posições - o amor é certamente influenciada por hormônio s (tais como oxitocina), neurotransmissores (como NGF), e Feromônio s, bem como a forma de pensar das pessoas o que faz com que estas se comportem com relação ao amor de maneira influenciada por suas concepções do que é o amor.
A visão convencional da biologia é que existem duas grandes vertentes no amor - atração sexual. Isto faria com que este comportamento entre adultos de uma determinada espécie se empenhassem na criação dos seus descendentes da mesma maneira com a qual a trabalhar com os mesmos princípios que levam uma criança a tornar-se ligado a sua mãe. O ponto de vista tradicional da psicologia vê o amor como sendo uma combinação de compromisso amoroso e amor apaixonado. Amor apaixonado é intenso, é desejo, e é muitas vezes acompanhada por excitação fisiológica (falta de ar, rápidas do ritmo cardíaco). Compromisso amoroso é afeto e uma sensação de intimidade não acompanhados de excitação fisiológica.

A teoria triangular do amor

Na teoria triangular do amor, os relacionamentos são caracterizados por três elementos: intimidadepaixão e compromisso. Cada um destes elementos e suas combinações entre si podem estar presente em um relacionamento, produzindo as seguintes definições:
  • Amizade (intimidade)
  • Limerence (paixão)
  • Amor vazio (compromisso)
  • Amor romântico (intimidade + paixão)
  • Companheirismo amoroso (intimidade + compromisso)
  • Amor fugaz (paixão + compromisso)
  • Amor consumado (intimidade + paixão + compromisso)

Amor, paixão, e loucura

Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade polimerase. Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos de longo prazo. doutor Andrew Newberg, um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade morreria.

Neurobiologia do "estar apaixonado'

Na área da neurobiologia, existem estudos apoiados em resultados de eletroencefalografia e no registro das correntes elétricas que ocorrem no cérebro durante o estado “paixão”, comprovam que apresenta a mesma elevada atividade como aquela registrada durante a libido. Quando alguém se apaixona, registra-se maior produção de dopamina, responsável pelo estado de euforia, adrenalina, responsável pela excitação, a endorfina, pela sensação de felicidade e bem estar e finalmente eleva a testosterona que contribui para a maior apetência sexual. Simultaneamente são libertados substâncias químicas, os feromôniosou feromonas que exercem atração olfativa em animais da mesma espécie.
Por outro lado, diminui drasticamente o nível de serotonina, o que faz com que o estado “estar apaixonado” se assemelha ao estado registrado durante outras doenças psíquicas. Por isso, muitos apaixonados se comportam mais impulsivamente, sem inibição, como se estivessem fora do seu controlo racional. Após alguns meses, o corpo se acostuma as estas elevadas doses (segundo a Organização Mundial da Saúde, dura, no máximo, 24 a 36 meses) e diminui gradualmente a "intoxicação" do cérebro.

Amor em outras culturas

Chinês

Contemporaneamente no chinês, vários termos ou palavras-raiz são utilizados para o conceito de "amor":
Ai (爱) é usado como um verbo (por exemplo, Wo ai ni, "eu te amo"), ou como um substantivo, especialmente em aiqing(爱情), "amor" ou "Romance". Na China desde 1949,airen(爱人, originalmente "amante", ou mais literalmente, "amor entre pessoas") é a principal palavra de "cônjuge" (com dois significados para "Mulher "e" marido "originalmente sendo enfatizado), a palavra tinha uma conotação negativa, uma vez que se mantém entre muitos sobre Taiwan.
Lian(恋) não é geralmente utilizado isoladamente, mas sim como parte de termos como "estar no amor" (谈恋爱, tan lian'ai- também contém 'ai), "Amante" (恋人, lianren) ou "homossexualidade" (同性恋, tongxinglian).
Qing (情), comumente significando "sentimento" ou "emoção", muitas vezes indica "amor" em vários termos. É contidas na palavra aiqing(爱情); qingren(情人) é um termo para "amante".
No confucionismolian é um virtuoso benevolente amor. Lian deve ser perseguido por todos os seres humanos, e reflecte uma vida moral. O filósofo chinês Mozi desenvolveu o conceito deai(爱), em reacção ao confucionismo lian. Ai, em Mohism, é amor universal para com todos os seres, não apenas para amigos e familiares, sem que haja reciprocidade. Extravagância e ofensivo são hostis à guerra ai. Embora Mozi do pensamento era influente, o confucionismo lian é como a maioria dos chineses conceber amor.
Gănqíng(感情), a sensação de um relacionamento. Uma pessoa irá expressar amor por construir boas gănqíng, realizada através ajudando ou trabalhar para outro. Afetividade em direção a uma outra pessoa ou de qualquer coisa.
Yuanfen(缘份) é uma conexão de vinculados destinos. Uma significativa relação é frequentemente concebida como dependente de forte yuanfen. É muito semelhante ao casual. Um semelhante conceptualização em Inglês é, "Elas foram feitas para si", "sorte", ou "destino".
Zaolian(Simplificado:早恋, Traditional:早恋, pinyin: zǎoliàn), literalmente, "cedo amor", Contemporâneo é um termo em uso freqüente de sentimentos românticos ou ligações entre as crianças ou adolescentes. Zaolian descreve tanto as relações entre um teenaged namorado e namorada, bem como o "esmagar es" adolescência ou início da infância. O conceito essencial indica uma crença prevalente na cultura contemporânea chinesa que, devido às exigências de seus estudos (especialmente verdadeiro para o sistema educacional altamente competitivo da China), a juventude não deve formar romântico anexos açoite sua comprometer suas chances de sucesso no futuro. Relatórios ter aparecido em chinês jornais e outros meios detalhando a prevalência do fenómeno e à sua percepção perigos para os estudantes e os receios dos pais.

Japonês

No budismo japonêsai(爱) é cuidar do amor apaixonado, e um desejo fundamental. Ela pode evoluir para qualquer egoísmo ou abnegação e iluminação.
Amae(甘え), uma palavra japonesa que significa "indulgente dependência", faz parte da cultura da exploração infantil-Japão. Mães japonesas esperam abraços e indulgencias dos seus filhos, e as crianças são esperadas para premiar as mães por agarrados e servindo. Alguns sociólogo s têm sugerido que no japão as interações sociais na vida depois são modeladas sobre o sentimento mãe-criança amae.

Grego antigo

A linguagem grega distingue diversos sentidos em que a palavra amor é usada. Por exemplo, o grego antigo tem a expressão philiaeroságapestorge e adidasam. No entanto, com o grego como acontece com muitas outras línguas, tem sido historicamente difícil separar os significados das palavras totalmente. Ao mesmo tempo, o grego antigo em textos da Bíblia tem exemplos do verbo agapo sendo utilizado com o mesmo significado que phileo.
Agape (((polytonic | ἀγάπη))agápē), amor Em grego moderno, o termos'agaposignificaeu te amo. A palavraagapoé o verboI love. Geralmente, refere-se a um puro, ideal tipo de amor ao invés de a atração física sugerida peloeros. No entanto, existem alguns exemplos de agapeusada para significar o mesmo queeros. Ele também foi traduzido como "o amor da alma".
Eros (((polytonic | ἔρως))érōs) é amor apaixonado, com o desejo sensual E saudades. A palavra grega erota significa amor. Platão refinado sua própria definição. Embora eros seja inicialmente sentida por uma pessoa, com a contemplação torna-se uma apreciação da beleza dentro dessa pessoa, ou mesmo se torne apreciação da beleza própria. Eros ajuda a alma recordar conhecimento de beleza, e contribui para uma compreensão da verdade espiritual. Amantes e filósofos são todos inspirados a procurar pela verdade no eros. Algumas traduções o descrevem como "o amor do corpo".
Philia (((polytonic | φιλία))philía), um virtuoso desapaixonada amor, era uma Conceito desenvolvido por Aristóteles. Inclui lealdade para com seus amigos, familiares e comunidade, e exige força, a igualdade e a familiaridade. Philia é motivada por razões práticas; uma ou de ambas as partes beneficiarem da relação. Também pode significar "o amor da mente".
Storge (((polytonic | στοργή))storgē) é o afeto natural, Como a que senti por pais para filhos.
Xenia (ξενία xenía), "hospitalidade", era uma prática extremamente importante na Grécia antiga. Era uma amizade quase ritualizada formada entre um o dono da hospedagem e os seus clientes, que poderiam ser desconhecidos ou não. Esperava-se que estes retribuíssem apenas com gratidão. A importância da hospitalidade pode ser vista em toda a mitologia grega, em particular nas obras de Homero Ilíada e Odisseia.

Roma Antiga (latim)

A língua latina tem vários verbos correspondentes à palavra "amor".
Amare é a base para a expressão "ao amor', como ela ainda está em uso no italiano de hoje. Os antigos romanos utilizaram a palavra tanto num sentido afetuoso, bem como em um sentido romântico ou sexual. A partir deste verbo, viria amans, um amante, amator, "amante profissional"; muitas vezes, como acessório à noção de amante, amica, "namorada". Muitas vezes, também aplicada eufemisticamente para "prostituta". O substantivo correspondente é amor, que também é usado no plural para indicar "amores" ou "aventuras sexuais". Esta mesma raiz também produz amicus, "amigo", e amicitia, "amizade" (muitas vezes, baseada no benefício mútuo, e correspondendo às vezes mais de perto a "dívida" ou "influência"). Cícero escreveu um tratado chamado "Da amizade" (de Amicitia), que discute a noção com alguma profundidade. Ovídio escreveu um guia para namoro chamado Ars Amatoria("A Arte de Amar"), que aborda em profundidade tudo, desde assuntos extramaritais a proteção excessiva dos pais.
Complicando um pouco a imagem, por vezes se usa amare. No entanto, é muito mais geralmente expresso em latim por placere ou delectare, que são utilizados mais coloquialmente, o último dos quais sendo usado com frequência na poesia de amor de Catulo.
Diligere, muitas vezes, tem a noção de "ser afetuoso", "estimar", e raramente ou nunca é usado como amor romântico. Esta palavra seria adequado para descrever a amizade de dois homens. O substantivo correspondente, diligentia, no entanto, tem o sentido de "diligência", "cuidado", e tem pouca sobreposição semântica com o verbo.
Observare é um sinônimo para diligere; apesar do cognato com Inglês, este verbo e o seuscorrespondente substantivo observantia muitas vezes denota "estima" ou "afeto".
Caritas é usado em traduções latinas da Bíblia cristã para significar "amor caritativo". Isto significa, no entanto, que não é encontrado na literatura clássica pagã romana.

Vistas Religiosas

Judaica

Em hebraicoAhava é o termo mais comumente usado tanto para o amor interpessoal como para o amor de Deus. Outros termos relacionados, mas são desiguaisChen(carência) eHesed, que basicamente combina o significado de "carinho" e "compaixão", e às vezes é prestado em Inglês como "Bondade amorosa".
judaísmo emprega uma ampla definição de amor, tanto entre os povos como entre homem e a divindade. Quanto à primeira, o Torah afirma: "Amarás teu próximo como a si mesmo" (Levítico 19:18). No que diz respeito a este último, o ser humano é ordenado a amar Deus com todo o seu coração, com toda a tua alma e com todo o seu poder "(Deuteronômio 6:5), tomada pelo Mishnah (um texto central Do judeu oral lei), para referir-se às boas ações, ou o desejo de sacrificar a própria vida ao invés de cometer certas transgressões graves, a sacrificar todos os seus bens e ser grato ao Senhor apesar da adversidade (tractate Berachoth 9:5). A literatura Rabina diverge quanto ao modo como esse amor pode ser desenvolvido, por exemplo, pela contemplação das boas ações divinas ou testemunhando as maravilhas da natureza.
Quanto ao amor conjugal entre parceiros, este é considerado como um ingrediente essencial para a vida: "Ver a vida com a mulher que amo" (Eclesiastes 9:9). O livro bíblico Cântico dos Cânticos é considerado uma parafraseada metáfora romântica do amor entre Deus e seu povo, mas em uma leitura mais simples encaixa-se como uma canção de amor.
rabino contemporâneo Eliyahu Eliezer Dessler é frequentemente citado por sua definição de amor no ponto de vista judaico como "dar sem esperar nada em troca" (de seuMichtav me-Eliyahu, vol. 1). O amor romântico, por si só, tem poucos ecos na literatura judaica, embora o rabino medieval Judah Halevi tenha escrito uma poesia romântica em língua árabe em seus anos de juventude - mas ele parece ter lamentado isso mais tarde.

Cristã

A compreensão cristã é que o Amor vem de Deus, porque o amor é uma virtude teologal. O amor do homem e da mulher (eros em grego), bem como o amor altruísta dos outros (ágape), são frequentemente contrastadas como um amor "ascendente" e "descendente", respectivamente. Mas, estes dois tipos de amor são, em última instância, a mesma coisa.
Muitos teólogos cristãos vê Deus como fonte de amor, que é espelhado no ser humano e os seus próprios relacionamentos amorosos. C. S. Lewis, influente teólogo anglicano, escreveu vários livros sobre o amor, nomeadamente o The Four Loves. O Papa Bento XVI, na sua encíclica Deus Caritas Est (ou seja, Deus é Amor), também pretendeu reflectir sobre o amor divino para com o ser humano e a relação entre o ágape e o eros.
Há várias palavras gregas para o Amor que são regularmente referidas nos círculos cristãos:
  • Ágape - No Novo Testamentoagapē é caridade e amor altruísta e incondicional. É amor paternal e a maneira que Deus ama a humanidade, visto logo na criação do mundo ou na morte de Jesus. Por isso, é visto pelos cristãos como o tipo de amor que os homens têm de aspirar a um ou outro.
  • Phileo - Também usados na Novo TestamentoPhileo é uma resposta humana a algo que é bom e delicioso. Também conhecida como "amor fraternal".
  • Duas outras palavras de amor no idioma grego - Eros (amor sexual e amor conjugal) e storge (amor entre a criança e a mãe) nunca foram utilizadas no Novo Testamento.
Os cristãos acreditam que Jesus mandou-os a:
Cquote1.svg«Amar a Deus com todo o teu coração, mente e força e amar ao teu próximo como a ti mesmo.» (Marcos 12:31)Cquote2.svg
Eles acreditam que estes dois mandamentos são os mais importantes do Torah e da própria vida cristã (cf Marcos 12:28-34). Santo Agostinho resumiu isso quando ele escreveu "Ame a Deus, e faça como tu queres".
Descrevendo o amor na sua primeira epístola aos CoríntiosSão Paulo glorifica o amor como a mais importante virtude e força, declarando que «agora permanecem [...] a , a esperança e o amor; mas a maior de todas é o amor» (I Coríntios 13:13). Ele escreveu ainda nesta epístola que:
Cquote1.svg«O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará.» (I Coríntios 13:4-8)Cquote2.svg
João escreveu que:
Cquote1.svg«Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo aquele que ama nesceu de Deus e chega ao conhecimento de Deus. Aquele que não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. E o amor de Deus manifestou-se desta forma no meio de nós: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que, por Ele, tenhamos a vida. É nisto que está o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele mesmo que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de espiação pelos nossos pecados. Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros.» (I João 4:7-11)Cquote2.svg
Na mesma linha de pensamento, João escreveu ainda que:
Cquote1.svg«Tanto amou Deus o mundo que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que crê nele não se perca, mas tenha a vida eterna. De facto, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele.» (I João 3:16-18)Cquote2.svg
Agostinho de Hipona diz que é preciso ser capaz de decifrar a diferença entre amor e luxúria. Luxúria, de acordo com Santo Agostinho, é um grande vício e pecado, mas amar e ser amado é o que este santo tem procurado por toda a sua vida. Ele mesmo diz: "eu estava no amor com amor." Finalmente, ele faz cair no amor e é amada de volta, por Deus. Santo Agostinho diz que a única pessoa que pode te amar verdadeiramente e plenamente é Deus, porque o amor dos homens tem muitas falhas, tais como "ciúme, desconfiança, medo, raiva e discórdia." De acordo com este santo, Deus é amor "para alcançar a paz, que é a sua." (do livro "As Confissões de Santo Agostinho")
Igreja Católica, reafirmando os ensinamentos do seu Magistério e da Teologia do Corpo do Papa João Paulo II, afirmou que o Amor é uma virtude teologal 3 , uma "dádiva de si mesmo" e "é o oposto de usar" 4 e de afirmar-se a si mesmo 5 . Aplicado nas relações conjugais humanas, o Amor verdadeiramente vivido e plenamente realizado é uma "comunhão de entrega e receptividade" 6 , de "dádiva mútua do eu e [...] de afirmação mútua da dignidade de cada parceiro". Esta comunhão "do homem e da mulher" 6 é " um ícone da vida do próprio Deus" 7 e "leva não apenas à satisfação, mas à santidade6 .
Por esta razão, a sexualidade (e o sexo), que "é fonte de alegria e de prazer8 , não exerce só a função de procriar, mas também um papel importante na vida íntima conjugal 9 . A relação sexual conjugal é considerada como a grande expressão "humana e totalmente humanizada" do Amor idealizado pela Igreja, onde o homem e a mulher se unem e se complementam reciprocamente 10 . Todo este amor conjugal proposto pela Igreja requer fidelidade, "permanência e compromisso", que só pode ser autenticamente vivido "no seio dos laços do Matrimónio" e na castidade conjugal 11 .

Num certo sentido, o amor (al-hob, em árabe clássico) não engloba a perspectiva islâmica da vida como fraternidade universal, que se aplica a todos os que defendem a fé. Não há referências diretas afirmando que Deus é amor, mas entre os 99 nomes de Deus (Deus), é o nome Al-Wadud, ou O Amabilíssimo, que se encontra na Surah 11: 90, bem como Surah 85:14. Refere-se a Deus como sendo "cheio de bondade amorosa". No islamismo, o amor é frequentemente utilizado como um incentivo para os pecadores poderem aspirar a ser tão dignos do amor de Deus quanto puderem. Uma vez que a pessoa tenha o amor de Deus, como a pessoa avalia o seu próprio valor é da conta de seu próprio Deus e sua. Todos os que defendem a fé tem o amor de Deus, mas a que grau ou com qual esforço ele tem agradado a Deus depende do próprio indivíduo.
Ishq ("amor" em persa/farsi), ou amor divino, é o destaque do sufismo. Sufis acredita que o amor é uma projeção da essência de Deus para o universo. Deus deseja reconhecer a beleza, e como alguém que se olha no espelho para ver a si mesmo, Deus "olha" para dentro de si mesmo pela própria dinâmica da natureza. Uma vez que tudo é um reflexo de Deus, a escola de Sufismo prática para ver a beleza interior do que é aparentemente feio. Sufismo é muitas vezes referida como a religião do amor. Deus, no sufismo, é referido em três principais conceitos, que são: "O amante', "O amado" e "O adorado", sendo o último desses termos frequentemente visto na poesia sufi. Uma visão comum sufi é a de que, através do amor, a humanidade pode voltar à sua inerente pureza e graça. Os santos sufis são infames por serem "bêbados" devido ao seu Amor por Deus: há constante referência ao vinho na poesia e música Sufi.

Budista

No budismoKāma é amor sensual, sexual. É um obstáculo no caminho para iluminação, uma vez que é egoísta.
Karuṇā é compaixão e misericórdia, o que reduz o sofrimento dos outros. É complementar à sabedoria, e é necessário para a iluminação.
Adveṣa e maitrī são amor benevolente. Isso é amor incondicional e requer considerável aceitação dos outros. Isto é bastante diferente do amor ordinário, que normalmente é possessivo e sexual, e raramente ocorre sem auto-interesse. Em vez disso, o amor benevolente significa desprendimento e altruísta interesse no bem-estar dos outros.
Bodhisattva ideal no budismo mahayana envolve a completa renúncia de si mesmo, a fim de assumir o encargo de diminuir o sofrimento no mundo.

Hindu

No hinduísmo, kāma é agradável. É o amor sexual, personificado pelo deus Kama. É a terceira etapa da vida, após as etapas de brahmacarin (estudante) e artha (riqueza material).
Em contraste com kāma, prema ou prem refere-se ao elevado amor. Contudo, o termo bhakti é usado para significar o amor maior, o amor ao divino.
Karuna é compaixão e misericórdia, o que reduz o sofrimento dos outros.
Bhakti é um termo sânscrito significando "amorosa devoção ao Deus supremo". Uma pessoa que pratica bhakti é chamada bhakta. Escritores, teólogos, filósofos têm distinguido nove formas de devoção que eles chamam de bhakti. Por exemplo, no Bhagavatha-Purana e em Tulsidas. A obra filosófica Narada Bhakti Sutra, escrita por um autor desconhecido (presume-se Narada), distingue onze formas de amor.

Bibliografia

  • R. J. Sternberg. Uma teoria triangular do amor. 1986. Psicológicos Review, 93, 119-135
  • R. J. Sternberg. Gostar versus amor: uma avaliação comparativa das teorias. 1987. Boletim psicológica, 102, 331-345
  • Dorothy Tennov. Amor e obsessão: a experiência de se estar apaixonado. New York: Stein e Dia, 1979. ISBN 0-8128-6134-5
  • Helen Fisher. Porque nós amamos: a natureza e a química do amor romântico
  • Henry Chadwick e Edzrin. "As confissões de santo Agostinho". Oxford University Press, 1998.
  • Wood, Wood e Boyd. O Mundo de Psicologia. 5 ª edição. 2005. Pearson Education, 402-403

Referências: http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor