Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR. “Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn). Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem. Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Namastê!

Autoconhecimento.
Diogo Beltrame
Psicoterapeuta Metafísico Quântico, Coach Pessoal, Pesquisador Metafísico, Prof. Formador de Terapeutas Quânticos, Mestre em Reiki, Rebirthing e TQA, Palestrante e Escritor na empresa Yoga Spanda - Escola de Yoga e terapias Complementares
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
sábado, 26 de novembro de 2016

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

por Leonardo Maia
http://www.antroposofy.com.br/forum/o-mundo-que-eu-nego/
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Rudolf Steiner
quarta-feira, 23 de novembro de 2016

segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Om, shanti.
"Somos Versos de Deus!"
Tema do evento:
domingo, 20 de novembro de 2016
Om shanti!

Por um Novo Tempo!
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Hector e a procura da felicidade
(Hector and the Search for Happiness)
A própria vida particular de Hector já daria uma ótima análise psiquiátrica. Casado com Clara (Rosamund Pike), o casal seguia uma vida linear e aparentemente isenta de problemas, mesmo com Clara fazendo por vezes um papel mais parecido com o de mãe do que com o de esposa. O que fica explícito desde o início é que a felicidade não se resume à ausência de problemas.
Cansado do cotidiano insólito de seu consultório e em busca de uma resposta mais concreta para o que é a felicidade, o psiquiatra parte sozinho para uma viagem pelo mundo. Clara não se opõe e até, como sempre, ajuda o marido em tudo o que está ao seu alcance. Mas para quem até então tinha uma vida constante ao extremo, uma súbita ruptura causa transtornos inevitáveis.
Com o caderno de anotações que ganhou de Clara, Hector parte para a China e visita um monastério, depois viaja para um povoado muito pobre e violento na África para encontrar um amigo médico e de lá vai para Los Angeles, onde encontra uma antiga amiga, por quem era apaixonado.
É claro que o filme não dá uma resposta sobre o que é a felicidade, até porque a dúvida é antiga e nunca se chegou a um consenso. Apesar disso Hector passa por uma série de situações inusitadas e cômicas, nos mostrando nas entrelinhas alguns detalhes que aparecem em nosso próprio cotidiano, geralmente com formas distintas, para que prestemos atenção em tudo o que nos cerca e tiremos algumas conclusões particulares.
Os destinos do personagem não foram aleatórios, ele poderia, ao invés de ir para cantos distintos do mundo, fazer uma viagem pelos países europeus, tudo muito mais prático, porém mais homogêneo. Entre uma grande cidade chinesa e seu distante monastério, um vilarejo na África e a Los Angeles que é quase uma referência do estilo de vida americano há muito pouco em comum.
Com tantas diferenças não dá para imaginar que a resposta sobre o que é felicidade seja a mesma em todos os cantos. Estamos acostumados com um estilo de vida padronizado, consumimos os mesmos produtos, seguimos os mesmos horários, assistimos aos mesmos programas. Talvez este seja o pior legado do imperialismo. A imposição de um padrão único de vida para todos, no mundo inteiro, suprime individualidades e dissemina um padrão, independente de qualquer fator local.
Hector vai aos poucos preenchendo seu caderno com ideias e frases que tentem resumir sua procura pela felicidade. Algumas frases escritas servem somente para uma pessoa, outras são amplas e de interpretação variável, portanto servem para quem quiser interpretá-las de forma conveniente, às vezes uma ideia que remete à felicidade é incompatível com a vida matrimonial.
Talvez o ponto em comum entre as anotações de Hector seja exatamente a felicidade que se pode extrair daquele momento específico. Quando a conjetura mudar e a situação vivida for outra caberá ao protagonista, ou quem quer que seja, encontrar um sentido e um caminho que leve a um sentimento feliz, sempre disposto a aceitar que momentaneamente esse caminho pode não existir. Ninguém é feliz o tempo todo e saber lidar com os momentos difíceis é uma etapa importante da busca de Hector. O conceito de felicidade é múltiplo, cada pessoa tem sua própria ideia individual e variável, relacionada diretamente com as experiências pelas quais passa ao longo da vida. Ainda que não seja expressa de uma forma evidente, essa parece ser a lição que Hector aprende e talvez tente levar aos seus pacientes. De fato, um psiquiatra que chegue com conceitos prontos para todos os pacientes não parece mesmo muito bem preparado.
sábado, 12 de novembro de 2016
Om, shanti.

Pensamentos e Poesia
por Robert Frost...
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
A emblemática passagem de todos nós pelas marcas do tempo gera uma grande virada consciencial em nosso íntimo. As experiências acumulam-se como sinais discretos no pergaminho da alma, refinando pouco a pouco nosso modo de ser e de estar diante do mundo exterior que nos acolhe e nos prova.
Na silenciosa escola da existência, aprendemos que cada instante carrega um símbolo, cada encontro guarda uma chave. Assim, o ser humano, peregrino entre o visível e o invisível, vai lapidando sua consciência. A sábia natureza, em sua harmonia velada, compensa-nos com o redescobrimento das coisas simples, permitindo que a serenidade tome as rédeas das decisões antes temidas.
No percurso, descobrimos que o vazio ocioso do tempo perdido é apenas uma miragem passageira. Quando criamos novos espaços com leveza natural, abrimos portais interiores onde o espírito respira com mais liberdade.
Perseverando, vamos transmutando, pouco a pouco, nossas sombras existenciais... como o alquimista que, na chama paciente do espírito, converte o chumbo da ignorância em ouro de consciência.
Nesse processo, as meias-verdades se desnundam e o horizonte interior se aclara. Então, em uma hora propícia; quando o coração se torna receptivo ao sopro do alto... a luz da reforma íntima brilha intensamente, iluminando o caminho de todos nós.
Caminhamos juntos, em passos quase sinfônicos, avançando nesse conjunto harmonioso de conceitos e experiências diversas. Se escutarmos com atenção, perceberemos as notas sutis desta grande sinfonia da vida vibrando nas folhas vivas da criação.
E, nesse silêncio cheio de sentido, sentimos aquecer em nossos corações a chama serena do amor incondicional, cuja luz cintila sobre todos nós.
(Rose)
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
CONTI outra
http://www.contioutra.com/raiva-pode-ser-o-disfarce-de-uma-tristeza-que-nao-conseguimos-suportar/
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Motivação...
por Osho
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Om shanti, buscadores!
“…uma das formas de reverter a escassez de interações com ambientesnaturais é a criação, por famílias e escolas, de um momento verde na rotina,
em que possa realizar caminhadas ao ar livre ou, ainda, cuidar de um jardim.”






