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Reflexionemos juntos!
[Nosso mestre interior: o coração]
As civilizações antigas conheciam seu sentido profundo. Talvez por isso, tal como o antigo papiro de Ani, egípcio, apresenta, o coração era pesado na balança ao final de cada etapa, para que seu peso pudesse ser medido e comparado à leveza da pluma, Maat, a justiça e a verdade da vida. O coração capta nossa íntima realidade e, deste modo, já não somos capazes de lhe ocultar nenhum anseio, pensamento ou sentimento. Sempre que nos esforçamos para escuta-lo, em busca de respostas, encontraremos uma necessidade de ação que pode nos conduzir ao melhor de nós mesmos. Cabe-nos refletir:
Temos consultado nosso coração?
Extraído da obra Popol Vuh, da antiga civilização Maia.
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