Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR. “Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn). Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem. Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Namastê buscadores!Lar Transitório
Que se alarguem os horizontes da consciência,
e nos reconheçamos, em espírito fraterno, no Uno que tudo abrange.
Que os véus antigos da separação e do juízo
se desfaçam suavemente
diante da luz simples do bem comum.
Convocamos a solidariedade serena,
não como esforço, mas como estado da alma desperta,
que caminha naturalmente entre os mundos.
E que a Natureza, templo vivo da existência,
seja honrada como se honra o sopro sagrado da criação,
assim como o livre-arbítrio
chama e responsabilidade
que acompanha cada ser em sua travessia.
Que possamos harmonizar, juntos, o solo do mundo que passa,
não pela imposição,
mas pela consciência que se acende por dentro
e reconhece no Amor
a origem silenciosa, o fluxo e o destino de tudo o que é.
Pois a Terra é escola e santuário
nosso lar transitório,
onde o espírito aprende o tempo,
serve a vida, transforma-se
e, pouco a pouco, recorda sua unidade com o Todo.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
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(Alexandre, o Grande)
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
domingo, 18 de fevereiro de 2018

Os poemas
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro,
eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana)
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Nikola Tesla
Pesquisa na Íntegra e Referências:
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Namastê buscadores!"Todo o amor deriva do ato de ver: o amor
inteligível do ato de ver inteligivelmente;
o sensível do ato de ver sensivelmente."
(Giordano Bruno)
(Nola, Reino de Nápoles, 1548 — Roma, Campo de Fiori, 17 de fevereiro de 1600)
foi um teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano
Ideário
Filosofia
"A Terra e os astros (...), como eles dispensam vida e alimento às coisas, restituindo toda matéria que emprestam, são eles próprios dotados de vida, em uma medida bem maior ainda; e sendo vivos, é de maneira voluntária, ordenada e natural, segundo um princípio intrínseco, que eles se movem em direção às coisas e aos espaços que lhes convêm" (A ceia de cinzas).
"Todas as formas de coisas naturais têm almas? Todas as coisas são animadas? pergunta Dicson. Theophilo, porta-voz de Bruno, responde: Sim, uma coisa, por minúscula que seja, encerra em si uma parte de substância espiritual, a qual, se encontra o sujeito [suporte] adequado, torna-se planta, animal (...); porque o espírito se encontra em todas as coisas, e não há mínimo corpúsculo que não o contenha em certa medida e que não seja por ele animado." (Causa, Princípio e Unidade, 1584).
"E o que se pode dizer de cada parcela do grande Todo, átomo, mônada, pode se dizer do universo como totalidade. O mundo abriga em seu coração a Alma do mundo" (idem).
"O mundo é infinito porque Deus é infinito. Como acreditar que Deus, ser infinito, possa ter se limitado a si mesmo criando um mundo fechado e limitado?" (idem)
"Não é fora de nós que devemos procurar a divindade, pois que ela está do nosso lado, ou melhor, em nosso foro interior, mais intimamente em nós do que estamos em nós mesmos." (A ceia de cinzas).
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Bruno
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ideário
Filosofia
"A Terra e os astros (...), como eles dispensam vida e alimento às coisas, restituindo toda matéria que emprestam, são eles próprios dotados de vida, em uma medida bem maior ainda; e sendo vivos, é de maneira voluntária, ordenada e natural, segundo um princípio intrínseco, que eles se movem em direção às coisas e aos espaços que lhes convêm" (A ceia de cinzas).
"Todas as formas de coisas naturais têm almas? Todas as coisas são animadas? pergunta Dicson. Theophilo, porta-voz de Bruno, responde: Sim, uma coisa, por minúscula que seja, encerra em si uma parte de substância espiritual, a qual, se encontra o sujeito [suporte] adequado, torna-se planta, animal (...); porque o espírito se encontra em todas as coisas, e não há mínimo corpúsculo que não o contenha em certa medida e que não seja por ele animado." (Causa, Princípio e Unidade, 1584).
"E o que se pode dizer de cada parcela do grande Todo, átomo, mônada, pode se dizer do universo como totalidade. O mundo abriga em seu coração a Alma do mundo" (idem).
"O mundo é infinito porque Deus é infinito. Como acreditar que Deus, ser infinito, possa ter se limitado a si mesmo criando um mundo fechado e limitado?" (idem)
"Não é fora de nós que devemos procurar a divindade, pois que ela está do nosso lado, ou melhor, em nosso foro interior, mais intimamente em nós do que estamos em nós mesmos." (A ceia de cinzas).
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Bruno
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Um dos pontos chave de sua cosmologia é a tese do universo infinito e povoado por uma infinidade de estrelas, como o Sol, e por outros planetas, nos quais, assim como na Terra, existiria vida inteligente. Sua perspectiva se define a partir das ideias do cardeal Nicolau da Cusa, do padre Copérnico e de Giovanni Battista della Porta.
As suas ideias sobre a relatividade anteciparam as de Galileu: num universo infinito, qualquer perspectiva de qualquer objeto é sempre relativa à posição do observador, há infinitos referenciais possíveis e não existe nenhum privilegiado em relação aos demais. Além de defender a existência de planetas extrassolares.
Deus seria a força criadora perfeita que forma o mundo e que seria imanente a ele. Bruno defendia a crença nos poderes humanos extraordinários, a crença de que todas as coisas tinham alma, criou a Geometria Sagrada...
- Em 1600, o ex-frei dominicano, filósofo e poeta Giordano Bruno foi queimado vivo em Roma. Defendia que, como Copérnico havia escrito antes dele nascer, e continuava a ser tabu defender, a Terra era um planeta e gira em torno do Sol. Não só isso, como uma ideia sua e incrivelmente ousada: o Sol era apenas uma estrela, e, como ele, todas as estrelas tinham sistemas planetários. Como a Terra, esses planetas deviam abrigar vida inteligente. Afirmou que a matéria é composta de átomos - uma ideia da Grécia Antiga, mas então muito contestada. E disse que o número de estrelas e o tamanho do Universo são infinitos - esta, uma ideia errada, de acordo com a amplamente aceita teoria do Big Bang.Mas o mais fascinante de tudo é que Giordano Bruno passava longe de ser cientista. Vejamos: 33 anos depois de ele ser queimado vivo, Galileu Galilei teve de ir ao mesmo tribunal, na mesma sala, e ser forçado a dizer que Copérnico estava errado. Cedeu e salvou sua vida. A forma como chegou às suas conclusões foi por meio de observações, com dados acumulados exaustivamente e também experimentos e matemática.Bruno não olhou para o céu noturno nem fez qualquer experiência. Ele chegou à suas ideias através de teologia. Sua visão já havia sido proposta por outros religiosos, mas nunca levada às últimas consequências como ele fez.Tudo parte da ideia de o Universo ser infinito. É assim porque Deus é infinito. Um universo infinito não tem centro - por isso ele apoiou a teoria de Copérnico, de que a Terra é só um planeta que gira em torno do Sol. Se não somos o centro, o resto deve ser igual - daí as estrelas como irmãs do Sol. Esse Deus do infinito e material habita cada átomo - e é Ele que os mantém ligados uns aos outros.Visão incompatívelEntão começam as ideias que o levaram à fogueira, mais do que a astronomia. Para Bruno, Deus não poderia ter encarnado em Jesus porque está em todo lugar. Portanto, Jesus não havia sido um messias, mas um mero "mago", e sua mãe não era virgem. O teólogo também achava ridículo dizer que uma hóstia se transforma na substância de Jesus, portanto Deus, ao ser ingerida - o dogma da transubstanciação. Afinal, tudo já é Deus. E que o Deus que habita na matéria é mais benevolente que o da Igreja: não havia inferno e o próprio Diabo seria perdoado.Bruno seria acusado de defender os infinitos mundos, mas também de todas essas heresias. Ele tentou ceder em dogmas da igreja, mas não em sua visão cosmológica. Bravo até o fim, ele respondeu à sua condenação com um desafio: "Talvez vocês pronunciem essa sentença com mais medo que eu a recebo". E foi para a fogueira amordaçado, para nada mais dizer.A visão de mundo do teólogo era irreconciliável com o cristianismo, não só católico. Ainda é. Em 1992, o papa João Paulo II afirmou que o julgamento de Galileu foi um erro. Mas Bruno não tem a menor chance de receber o mesmo tratamento. Foi um verdadeiro herege que nunca foi perdoado e provavelmente nunca será.Giordano Bruno foi uma mente brilhante e inquieta, um grande contestador, e um mártir de causas importantíssimas: a liberdade de expressão e a liberdade de religião. De forma não-científica, chegou a ideias incrivelmente subversivas para sua época, que seriam provadas pela Ciência. Mas daí a ser um mártir da Ciência é outra história. A historiadora britânica Frances Yates foi uma das mais influentes estudiosas de Bruno. Em seu livro de 1964, ela chegou a afirmar que o teólogo atrapalhou a Ciência: "Bruno empurra o trabalho científico de Copérnico de volta à fase pré-científica, interpretando o diagrama copernicano como um hieróglifo de mistérios divinos".Talvez, mas isso o torna ainda mais fascinante.
- Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br
domingo, 11 de fevereiro de 2018





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