Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR. “Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn). Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem. Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Om, shanti.

Paz
Tipos de paz
- Paz Eterna: conceito elaborado pelo filósofo Immanuel Kant, inspirado nos ideais da Revolução Francesa. Designa um estado de paz mundial, obtido através de uma "república" única, capaz de representar as aspirações naturalmente pacíficas de todos os povos e indivíduos. Como o próprio filósofo esclarece, o termo é derivado de uma piada, onde a inscrição "Paz Eterna" é usada como legenda na ilustração de um túmulo.
- Paz pela Lei: lema da Organização do Tratado do Atlântico Norte, baseia-se na ideia de Kant e sugere que a paz deva ser obtida através de legislação em assuntos internacionais, capaz de regulamentar as relações diplomáticas, os conflitos de interesse, etc.
- Paz pela força: obtida quando um indivíduo, instituição ou Estado é fortalecido de tal forma, que toda tentativa de subversão do status quo é desestimulada. Em inglês original, peace through strength.
- Paz de terror: ocorre quando nações são capazes de causar destruição total umas às outras através de artefatos bélicos poderosos (bombas atômicas, por exemplo). A posse de tais arsenais desestimula as agressões mútuas. Conceito sugerido pelo estudiosoRaymond Aron em seu livro "Peace and War Among Nations".
Prêmio Nobel da Paz

- Rev. Martin Luther King, Jr. (laureado em 1964);
- Henry Kissinger (laureado em 1973);
- Madre Teresa de Calcutá (laureada em 1979)
- Nelson Mandela e o antigo Presidente Frederik Willem de Klerk (laureados em conjunto em 1993);
- Yasser Arafat, Yitzhak Rabin e Shimon Peres (laureados em 1994);
- David Trimble (laureado em 1998);
Teorias
Teoria dos Jogos
Teoria da paz democrática
Teoria da paz ativa
Muitas pazes
Pazes trans-racionais
Estudos da paz e conflitos
Referências
- Ir para cimaVisitem a Fonte:
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Paz
domingo, 29 de maio de 2016
Novo Olhar
Uma visão se revela
no silêncio do ser,
como um sonho vasto
tecido na imensidão do Espírito.
Peregrinos da Luz, em sagrada união,
erguem-se como semeadores do Bem,
consagrando seus passos
ao ideal eterno da Paz.
Em sintonia com as correntes sutis,
harmonizam vibrações invisíveis
e, no templo do livre pensar,
acolhem os ensinamentos da Consciência.
Leves se tornam,
como a brisa que acaricia as águas
e sussurra segredos antigos
à face viva da Terra.
Despertam, em silêncio fecundo,
os sonhos latentes da alma humana,
ofertando-os, como flores,
ao alvorecer de uma Nova Era.
Somam-se em alegria serena,
transcendendo fronteiras e distâncias,
cruzando oceanos e continentes,
para, em fraternidade, abraçar
a única família: a humanidade.
Firmam, no íntimo do coração,
um compromisso inviolável:
servir ao Amor,
honrar a Justiça,
e revelar o propósito oculto da vida.
E assim celebram, em júbilo sereno,
a Paz que emana do interior,
refletida na morada sagrada
que nos acolhe:
a bendita Mãe Terra,
ventre luminoso da existência,
eterna fonte de esperança
e fecundidade espiritual.
quinta-feira, 26 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Om, shanti.
Ideologia das Crianças Índigo

As crianças índigo possuem desde cedo instinto
para seguir certos princípios na vida.
1. SEGURANÇA: Os índigos não tem medo. Eles são autoconfiantes, refletindo o desbloqueio do chacra básico.
2. INTEGRAÇÃO DE VALORES MASCULINOS E FEMININOS: Os índigos não mais viverão numa sociedade predominantemente patriarcal ou matriarcal. Eles preferem ter valores equilibrados de ambos os hemisférios cerebrais, que são as expressões de nossa feminilidade e masculinidade. Esta é uma característica do desbloqueio do chacra sexual. Para compreender melhor, seria o compreender a complementaridade do Yin e Yang e a Unicidade através do Tao. Ver mais em "Unicidade e Dualidade - Parte I"
3. COOPERAÇÃO: Preferem a cooperação do que a competição. Nosso mundo até os dias de hoje (e especialmente em alguns países) se comportou de acordo com a Lei de Darwin, da competição pela sobrevivência. As crianças índigo vem a este mundo trazer os ideais de cooperação acima da competição. A sobrevivência de todos depende da cooperação entre os humanos e todos os seres vivos. A criança índigo não se importará em receber títulos e medalhas. É o desbloqueio do chacra solar.
4. AUTOESTIMA POSITIVA: Não pense que porque estas crianças querem a paz elas não vão reagir a agressões e vão aceitar pessoas abusivas no poder ou em posição de destaque. Muito pelo contrário. Estas crianças vão denunciar os abusadores e podem até ligar sozinhas para a polícia para denunciar os abusos. Este é o desbloqueio do chacra cardíaco.
5. IGUALDADE e DEMOCRACIA: Os índigos não aceitam autoridades ditatoriais. Também não se encaixam mais nos modelos antigos de ensino onde há um professor que fica num nível superior ao do aluno. Por isto, os métodos de ensino onde todos se sentam em um círculo, inclusive o professor, funcionam melhor com os índigos. É o desbloqueio do chacra laríngeo.
6. AUTENTICIDADE: Os índigos acreditam que você tem de fazer o que você realmente quer, ser o que você realmente quer ser. Para eles, ninguém pode ser um médico só porque os pais quiseram, ser um advogado para agradar os outros. As pessoas devem ser o que querem em verdade. Isto também é resultante do desbloqueio do chacra laríngeo.
7. ECOLOGIA: Possuem consciência ecológica desde muito cedo. Compreendem que fazemos parte de um todo e portanto a natureza também faz parte de nós, assim como fazemos parte da natureza. É o desbloqueio do chacra frontal. Há muitas novas crianças que já querem ser vegetarianas desde cedo, há muitos adolescentes se tornando vegetarianos. Dizem que nestas últimas décadas, o número de vegetarianos aumentou muito. As pessoas que se tornam vegetarianas geralmente o fazem por amor aos animais e ao meio ambiente.
8. PAZ MUNDIAL: Elas não gostam de guerra, preferem a paz. Para alguns países que produzem a maioria das armas do mundo e vivem entrando em guerra, estas crianças são altamente evoluídas. Os índigos são filósofos em tenra idade e pensam constantemente em como salvar o planeta.
9. VIVER NO AGORA: Os índigos vivem no presente. Eles compreendem o poder do agora, de desfrutar o momento. São desapegados com o passado e despreocupados com o futuro. Este é o chacra coronário. Ver mais em "O Poder do Agora". Alguns levam isto ao extremo e vivem viajando ou morando em diversos lugares, procurando conhecimentos espirituais e procuram conhecer gente do mundo todo, como se fosse para aprender o desapego do mundo material. Eu tenho amigos que tem muitas características de índigos e que vivem assim, trabalham por um tempo numa cidade, depois se mudam em poucos anos, viajam muito, parece que não tem uma morada fixa e estão procurando um sentido espiritual para a vida, tem uma noção de desapego muito grande.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Om, shanti.
domingo, 15 de maio de 2016
Shalom!
Depende de Nós - Balão Mágico
sexta-feira, 13 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016

sexta-feira, 6 de maio de 2016
Estudar o comportamento dos signos astrológicos possibilita entender muito sobre o funcionamento e função dos chakras e observar os chakras possibilita decifrar alguns dos mistérios – aparentemente indecifráveis – dos signos.
Pessoas diferentes entendem a relação entre chakras e signos com lógicas e mapeamentos diferentes, a mais comum é a que relaciona saturno ao primeiro chakra, júpiter ao segundo, marte ao terceiro, vênus ao quarto, mercúrio ao quinto, sol ao sexto e lua ao sétimo, dessa maneira, defendendo que quanto mais lento o planeta, ele estaria relacionado a um chakra mais “baixo” e quanto mais rápido, a um chakra mais alto. Respeito essa leitura, foi a primeira que me deram mas, nos últimos 25 anos dirigi grupos de trabalho com chakras, onde sempre levantei os mapas astrológicos de todos os envolvidos e os acompanhei no dia-a-dia tentando perceber o que acontecia em seus mapas astrológicos e com sua evolução na sensibilização e vitalização dos chakras.
Cheguei de início a uma relação diferente e desde então venho reiteradamente observando o quanto as resposta é mais efetiva na prática, na vida de quem trabalha seus chakras. Foram cerca de mil e seiscentos participantes nesses grupos e acredito que já seja hora de compartilhar as conclusões, entendendo que devam ser experimentadas por quem busca desenvolver e harmonizar seus chakras, para que cada um tire suas conclusões a partir da própria experiência, mais do que a partir de uma teoria.
Nop sistema que adoto, os seis primeiros chakras refletem todas as dualidades que carregamos em nós e com as quais nos defrontamos diariamente. Esses seis primeiros chakras estão ligados, cada um, a dois signos complementares. Esses signos complementares refletem as duas polaridades básicas do chakra.
O primeiro chakra por exemplo, o muladhara, mula em sânscrito significa “raiz” e adhara significa “base”. Ele está relacionado aos signos de Capricórnio e Câncer. Câncer está ligado às nossas raízes emocionais e Capricórnio ao estabelecimento de fundamentos concretos para aquilo que pretendemos realizar. Como das raízes da árvore depende a sua solidez e segurança, ambos os signos e o chakra estão sempre voltados para esse tema e o medo da sobreviência se torna o principal medo ligado ao muladhara. Um primeiro chakra bem desenvolvido dá à pessoa condições para que assuma responsabilidade sobre o próprio destino; quando inibido, esse chakra leva a pessoa a se fechar em seu casulo e tornar-se arisca a contatos diretos que exponham seu emocional. O primeiro chakra atrofiado torna a pessoa uma fácil vítima da culpa e do medo, levando-a a apequenar e reduzir seus objetivos e alcances. Quando a energia desse chakra flui sem empecilhos a pessoa é capaz de coordenar sonhos com realizações da maneira mais positiva possível.
O segundo chakra está sintonizado aos signos de Virgem e Peixes. Seu nome, swadisthana, significa “a sua morada”. No Oriente se diz que nessa região do seu corpo mora o seu buda interno. Assim como o signo de Virgem, esse chakra rege os intestinos, órgão que filtra o que nos serve e devolve ao Universo o que não nos é apropriado. Assim, o swadisthana quando ativado e harmonizado, proporciona uma infinita capacidade de discernimento. Discernimento é a qualidade essencial de um buda. Virgem e Peixes são dois signos perfeccionistas e é dito que aí mora nosso buda interno pelo constante compromisso com a constante auto-elaboração e auto-aperfeiçoamento que o chakra quando acordado estimula.
O terceiro chakra chama-se Manipura, que significa “jóia brilhante” e está ligado aos signos de Áries e Libra, dois signos impulsivos, capazes de se atirar na realidade como a mariposa quando se sente atraída pela luz. Se o primeiro chakra era a raiz de nossa árvore, o segundo é o momento em que essa raiz se divide em duas e o terceiro, o momento em que a planta sai buscando seu lugar ao Sol. Dessa maneira, é um chakra ligado à auto afirmação (Áries) ou à afirmação de nossos projetos coletivos (Libra). É o chakra do guerreiro (Áries) e do general (Libra) e sempre fonte de estímulo para irmos à frente, estímulo que pode ser canalizado para propósitos pessoais (Áries) ou coletivos (Libra).
O quarto chakra está ligado a Leão e Aquário, é o chakra do coração, sempre vivo em nossas relações amorosas (Leão) e de amizade (Aquário). Nesse chakra temos que decidir quanto à questão básica do Leonino, se viveremos em função de nosso orgulho ou de nossa auto-estima. O coração tem também outra dimensão, a da coragem. A palavra “coragem” vem de “core”, âmago, a mesma raiz de coração. É aí que mora a coragem do revolucionário ou do rebelde (dimensões aquarianas). É esse chakra desenvolvido que nos dá uma visão otimista e positiva da vida (Leão) mas também com visão humanista e noção de como relacionar-se com o outro preservando a própria liberdade e independência (Aquário).
O quinto chakra está ligado aos signos Touro e Escorpião. Localizado na garganta, pode se dizer que o Escorpião é a polaridade mais presente na nuca, fonte de uma inacabável criatividade, enquanto Touro está relacionado à parte da frente do chakra, ligada ao senso estético, mas também à vaidade. Quem vive na superfície desse chakra, tende a se preocupar com a forma e gerenciar sua vida de maneira conservadora e apegada. Quem se torna consciente das camadas mais profundas do chakra, passa a ter uma capacidade infindável de avaliação da realidade e de desprendimento. Quem vive na superfície desse chakra tende a se tornar obediente e um bom executor. Quem vive na profundidade, costuma questionar a legitimidade da autoridade de quem tenta regê-lo ou se aproveitar dele. Quem vive na parte anterior do chakra, tem grande capacidade de dedicação por aqueles e por tudo o que gosta, mas costuma empacar quando não gosta de alguém ou de algo. Quem vive na parte mais essencial e posterior do chakra, mostra sempre enorme capacidade de superação e uma intensidade de compromisso com o que faz, que torna o aparentemente impossível em possível.
O sexto chakra está ligado aos signos de Sagitário e Gêmeos. Mais popular no Ocidente como chakra da “terceira visão” ele está ligado à intuição, à capacidade de lidar com os componente sutis do que nos está perto (Gêmeos) e distante (Sagitário). Quando desenvolvido e harmonizado esse chakra, ele nos deixa objetivos e com senso de direção (Sagitário) ao mesmo tempo em que nos torna capaz de traduzir o que a pessoa mais simples diz para a mais sofisticada e vice-versa (Gêmeos). Ele é chamado por muitos de chakra da fé (Sagitário) capaz de concretizar o suposto “inconcretizável”. No tantra se diz que esse chakra desenvolvido torna tudo possível para você, que basta que você queira as coisas e elas acontecem. Assim como acontece com pessoas que se relacionam bem com se Júpiter, planeta de Sagitário. Por outro lado é um chakra que pode se tornar ligeiramente perigoso para quem o desenvolve sem ter uma base emocional sólida, uma vez que ele nos dá uma incrível capacidade de manipular o que nos rodeia (Gêmeos). É o chakra onde chegamos à beira de transcender a mente (Gêmeos e Sagitário).
Os seis primeiros chakras administram todas as nossa dualidades internas. Quando chegamos ao sétimo, experimentamos a dissolução de nossa noção de identidade e de todos os nossos valores, crenças, certezas, medos, desejos, e todas as outras criações da mente e do ego. Dessa maneira, esse chakra não se liga a nenhum planeta particular, uma vez que todos os planetas incorporam as qualidade de uma polaridade de algum eixo.
O sétimo está ligado ao centro de nosso mapa astrológico, o lugar onde encontramos o constante equilíbrio e harmonia entre todas as nossas polaridades e facetas. Chegar à ele é experimentar a liberdade última possível a um ser humano, a liberdade de todas as ilusões e a felicidade que a lucidez em sua dimensão ampla é capaz de oferecer.
OS CHAKRAS
OS CHAKRAS são “centros de energia sutil” que influenciam a nossa atividade orgânica, psíquica e emocional. Não são centros estáticos, mas dinâmicos, e o contato com eles significa uma relação direta com a intuição.
São sete “portas” de acesso ao “mundo interior” que possibilitam a descoberta de uma maneira mais livre e independente de ser O trabalho com eles leva ao aumento da sensibilidade e da consciência de nosso “universo interno” integrando-o ao cotidiano pessoal e social.
Seu desenvolvimento propicia um indiscutível aumento da vitalidade, da alegria de viver, da disposição interna, da compaixão e do amor, além de uma maior capacidade de responder aos desafios do cotidiano.
O sistema glandular é uma porta de fácil acesso a essa “mágica realidade interna”. Por isso, as glândulas serão trabalhadas durante os encontros, através das emoções, medos e desejos particularmente ligados a cada uma delas.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Shalom!
O Caderno - Toquinho
rabiscos de risos, memórias que guardo.
No caderno da vida, cada traço é um passo,
cada página, um instante que nunca se apaga.
No caderno que carrego,
palavras dançam e voam,
histórias que sussurram,
sonhos que ninguém rouba.
Entre risos e silêncios,
cada linha me encontra,
e o tempo, delicado,
desenha a vida que conto.
terça-feira, 3 de maio de 2016
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segunda-feira, 2 de maio de 2016
A vida é uma experiência de constante transformação. A velha frase: nada se cria, tudo se transforma é o que perceberemos claramente se observarmos o tic-tac da vida como expectador.
A palavra transformação pode soar para muitos como algo que represente esforço pesado, mas aqui poderíamos associá-la a: promover novidade.
Promover novidade é algo que realmente apreciamos. Então, para qualquer transformação que desejemos, podemos nomeá-la “promover novidade” e isso dará um sabor interessante a esse processo.
Aspectos que nos motivam a promovermos novidade:
Reconhecimento
Meta
Meditação
Boa companhia
1. Reconhecimento
É necessário estarmos muito próximos a nós mesmos para entendermos o que realmente nos faz bem. É um poder o de entender o bem. É o poder do entendimento que me faz ir na melhor direção possível.
Reconhecendo hábitos danosos:
• Vícios (fumar, beber, comida incorreta);
• Gula;
• Ser muito crítico;
• Ser muito indeciso;
• Complexo de inferioridade;
• Raiva;
• Ciúmes;
• Sempre atrasado.
Tenho de perceber profundamente o prejuízo de hábitos danosos. Temos que perceber que aquilo é o motivo de toda a falta de aquisição que experimentamos na vida. É uma questão de acordar de um sono profundo. Enquanto estamos permitindo que um hábito danoso permaneça – é como estarmos com a consciência adormecida. Ela não ativa, não se manifesta. A mudança surge quando existe o desejo para isso – “eu tenho de fazer isto!”. Não alguma coisa que é imposta pelo externo, mas algo que surge de dentro; a minha voz interior dizendo: “eu tenho de mudar” é a voz da consciência funcionando. Enquanto essa voz não surge, sentirei a mudança como uma pressão externa e não vindo de dentro. Quando essa voz funciona, é sinal de que a consciência está desperta. De outra forma, o descuido e o comodismo dominarão e passarei a vida como um sono profundo. Aí está o significado profundo da história de contos de fada “A bela adormecida”: A nossa consciência é muito bela, mas não pode atuar se está adormecida.
2. Meta
“Não existe vento favorável para o marinheiro que não sabe aonde ir” (Sêneca)
Se não tenho destino, não chegarei a lugar algum, ou chegarei num destino não almejado.
Todos temos uma essência pura e positiva e é isto que temos de ativar. Na verdade, é como se essa essência estivesse me chamando para esta experiência. Tudo que almejamos já está em nós.
Geralmente pensamos em meta conectada a alguma aquisição externa, seja ela um melhor salário, um melhor cargo, um carro, uma viagem, etc. Na minha crença, a nossa meta deveria também ser conectada com a qualidade interior – meta de aquisições imperecíveis – de qualificação pessoal – e é impossível que alguém realmente qualificado internamente não seja digno das aquisições físicas.
Quais são as qualidades necessárias? Seríamos mais felizes e preenchidos com quais qualidades? Cada um pode pensar sobre as suas necessidades. As minhas que penso agora são: criatividade, amor, pureza, determinação, coragem, humildade e auto-respeito.
Se eu tiver mais destas qualidades, certamente serei mais feliz, não importa onde eu esteja e com quem eu esteja e o que eu esteja fazendo.
3. Meditação
É a forma mais saudável de conversar consigo. Envolve autoconhecimento e é a forma de extrair o melhor de si. A meditação é a forma de despertar a consciência do sono do descuido e ignorância. É aprender a apreciar. O senso de força interior pode ser avaliado pela capacidade de apreciação. Quanto mais forte internamente, mais a visão de beneficio, aceitação e apreciação emergem. Quanto mais reconheço o beneficio imerso no novo hábito almejado, mais automaticamente seguirei neste rumo.
4. Boa companhia
Poderíamos definir boa companhia como: bom exemplo.
Eu sou um bom exemplo para as pessoas à minha volta? E para mim mesma? Todos nós temos um impacto nas pessoas à nossa volta. Todas as noites poderíamos nos perguntar que tipo de impacto causei hoje para as pessoas com quem convivo? Positivo? Negativo? Ou nenhum?
Todos têm uma virtude ou outra e é nisso que nossa visão deve repousar. Temos o poder de escolha do que queremos tomar das pessoas com quem convivemos. Podemos decidir apenas tomar o que nos é conveniente. Não precisamos tomar a raiva, a ignorância, a mesquinhez. Podemos escolher tomar o entusiasmo, a força, a determinação.
Outra forma de obtermos boa companhia é através de ler sobre a biografia de alguém que seja realmente um bom exemplo. Na minha experiência, todo um processo de grande transformação de hábitos e estilo de vida ocorreu ao ler sobre a biografia de Brahma Baba, fundador da Brahma Kumaris e também ao usufruir pessoalmente da companhia de pessoas altamente interessadas em progresso e objetivo sincero de provocar um impacto positivo no mundo. A vida realmente passa a ser uma experiência de ascensão constante.
Seja Simples, Seja um Ponto de Luz...
http://intuicao.com




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