segunda-feira, 30 de maio de 2016

Om, shanti.
Três segredos para a PAZ:
por Brahma Kumaris

1- Ser pacífico é ser livre de expectativas, é não querer nada de ninguém. Tome a iniciativa e seja generoso. Este é o segredo de ser contente em todas as circunstâncias...

2- Sua paz despertará a paz natural nos outros e trará esperança a eles. Ensine sua mente a refletir sobre a paz.

3- A paz termina quando você fica emocionalmente envolvido com uma situação. A prática de ser desapegado ajuda você a ficar estável e calmo.


Om, shanti.

Paz

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Paz é geralmente definida como um estado de calma ou tranquilidade, uma ausência de perturbações e agitação. Derivada do latim Pacem = Absentia Belli, pode referir-se à ausência de violência ou guerra. Neste sentido, a paz entre nações e dentro delas, é o objetivo assumido de muitas organizações, designadamente a ONU.
No plano pessoal, paz designa um estado de espírito isento de ira, de desconfiança e - de um modo geral - de todos os sentimentos negativos. Assim, ela é desejada por cada pessoa para si próprio e, eventualmente, para os outros, ao ponto de se ter tornado uma frequente saudação (que a paz esteja contigo) e um objetivo de vida. A paz é mundialmente representada pelo pombo e pela bandeira branca.
Paz também é um estado de espírito, onde o ser se encontra equilibrado e sereno, com isso, encontrando a sua total paz interior.

Tipos de paz

  • Paz Eterna: conceito elaborado pelo filósofo Immanuel Kant, inspirado nos ideais da Revolução Francesa. Designa um estado de paz mundial, obtido através de uma "república" única, capaz de representar as aspirações naturalmente pacíficas de todos os povos e indivíduos. Como o próprio filósofo esclarece, o termo é derivado de uma piada, onde a inscrição "Paz Eterna" é usada como legenda na ilustração de um túmulo.
  • Paz pela Lei: lema da Organização do Tratado do Atlântico Norte, baseia-se na ideia de Kant e sugere que a paz deva ser obtida através de legislação em assuntos internacionais, capaz de regulamentar as relações diplomáticas, os conflitos de interesse, etc.
  • Paz pela força: obtida quando um indivíduo, instituição ou Estado é fortalecido de tal forma, que toda tentativa de subversão do status quo é desestimulada. Em inglês original, peace through strength.
  • Paz de terror: ocorre quando nações são capazes de causar destruição total umas às outras através de artefatos bélicos poderosos (bombas atômicas, por exemplo). A posse de tais arsenais desestimula as agressões mútuas. Conceito sugerido pelo estudiosoRaymond Aron em seu livro "Peace and War Among Nations".

Prêmio Nobel da Paz

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O Prêmio Nobel da Paz é atribuído anualmente a pessoas que se evidenciaram pelo seu contributo para o fim de períodos prolongados de violência, conflito ou opressão através do seu empenho e liderança moral. No entanto, algumas controversas atribuições deste prêmio contemplaram antigos guerrilheiros e supostos terroristas que se acredita terem ajudado ao fim de situações similares fazendo concessões excepcionais no sentido da pacificação.
Eis alguns laureados com o Prêmio Nobel da Paz cuja atribuição ainda hoje suscita alguma controvérsia na sociedade:
  • Rev. Martin Luther King, Jr. (laureado em 1964);
  • Henry Kissinger (laureado em 1973);
  • Madre Teresa de Calcutá (laureada em 1979)
  • Nelson Mandela e o antigo Presidente Frederik Willem de Klerk (laureados em conjunto em 1993);
  • Yasser Arafat, Yitzhak Rabin e Shimon Peres (laureados em 1994);
  • David Trimble (laureado em 1998);

Teorias

Muitas diferentes teorias de "paz" existem no mundo da  que envolve o estudo da transformação dos conflitos, desarmamento e cessação de violência.[7] A definição de paz pode variar de acordo com a religião, cultura ou matéria de estudo.
A paz é um estado de equilíbrio e entendimento em si mesmo e entre outros, onde o respeito é adquirido pela aceitação das diferenças, tolerância, os conflitos são resolvidos através do diálogo, os direitos das pessoas são respeitados e suas vozes são ouvidas, e todos estão em seu ponto mais alto de serenidade sem tensão social.

Teoria dos Jogos

O jogo de guerra e paz é uma abordagem de teoria dos jogos em relação à paz e resolução de conflitos. Um jogo iterado originalmente tocado em grupos de acadêmicos e por modelagem computacional por muitos anos a fim de estudar possíveis estratégias de cooperação e agressão. Como os peace makers tornaram-se mais ricos ao longo do tempo, tornou-se claro que fazer a guerra tinha custos mais altos do que inicialmente previsto. A única estratégia que acumulava riqueza mais rapidamente era a "Genghis Khan", um agressor constante fazendo a guerra continuamente para ganhar recursos. Isto levou ao desenvolvimento da estratégia "cara agradável provocante", um pacificador até ser atacado, desenvolvido apenas para ganhar através de perdões ocasionais, mesmo quando atacado. Vários jogadores continuam a ganhar riqueza cooperando uns com os outros, enquanto prejudicam o agressor constante. Tais ações levaram, em essência, para o desenvolvimento da Liga Hanseática que visava ao comércio e defesa mútua depois de séculos de depredação Viking.

Teoria da paz democrática

A teoria da paz democrática afirma que as democracias nunca entrarão em guerra umas com as outras.

Teoria da paz ativa

A partir dos ensinamentos de Johan Galtung, norueguês co-fundador do campo da polemologia, em 'paz positiva', e dos escritos de Maine Quaker Gray Cox, um consórcio de pesquisadores e disputantes na iniciativa experimental da Faculdade John Woolman chegaram a uma teoria da paz ativa. Esta teoria postula que a paz faz parte de uma tríade, que inclui também a justiça e a totalidade (ou bem-estar), em consonância com interpretações acadêmicas escritas do significado da palavra hebraica antiga S-L-M, ou "Shalom", chamado por alguns de a palavra da Bíblia para salvação, a justiça e a paz. Além disso, o consórcio integrou o ensino de Galtung dos significados dos termos da paz, manutenção da paz e construção da paz, para também se encaixarem em uma formulação triádica. Vermont Quaker John V. Wilmerding, Jr., fundador da John Woolman College, postula cinco estágios de crescimento aplicáveis a indivíduos, comunidades e sociedades, sendo que uma transcende primeiro a consciência da "superfície", que a maioria das pessoas tem, emergindo sucessivamente em aquiescência, pacifismo, resistência passiva, resistência ativa, e finalmente em paz ativa, dedicando-se à pacificação, manutenção da paz, e/ou construção da paz.

Muitas pazes

Seguindo Wolfgang Dietrich, Wolfgang Sützl e os estudos da paz da Faculdade de Innsbruck, alguns pensadores abandonaram qualquer definição única e abrangente de paz. Em vez disso, eles promovem a idéia de muitas pazes. Eles argumentam que, como não existe uma definição única ou correta de paz, a paz deve ser entendida como uma pluralidade. Esse entendimento pós-moderno da paz foi baseado na filosofia de Jean-François Lyotard. Ele serviu como base para o conceito mais recente de paz trans-racional e transformação de conflitos.

Pazes trans-racionais

Em 2008, Wolfgang Dietrich alargou a sua abordagem anterior das muitas pazes às chamadas "cinco famílias" de interpretações da paz: abordagem energética, moral, moderna, pós-moderna e transracional. A transracionalidade une a compreensão racional e mecanicista da paz moderna em uma maneira relacional e baseada na cultura com narrativas espirituais e interpretações energéticas. A compreensão sistêmica das pazes transracionais defende um método de transformação de conflitos centrado no cliente, a abordagem chamada de elicitiva.

Estudos da paz e conflitos

Os "Estudos da paz e conflitos" são um campo acadêmico que identifica e analisa comportamentos violentos e não-violentos, bem como os mecanismos estruturais presentes em conflitos sociais violentos e não violentos. Isto é para entender melhor os processos que levam a uma condição humana mais desejável. Uma variação, "Estudos para a Paz" (polemologia), é um esforço interdisciplinar visando à prevenção, de-escalação e solução de conflitos. Isto contrasta com os estudos da guerra, dirigidos à consecução eficiente de vitória em conflitos. Disciplinas envolvidas podem incluir ciência política, geografia, economia, psicologia, sociologia,relações internacionais, história, arqueologia, antropologia, estudos religiosos e estudos de gênero, dentre várias outras.

Referências

  1. Ir para cimaVisitem a Fonte:
  •  https://pt.wikipedia.org/wiki/Paz

domingo, 29 de maio de 2016

Om, shanti.

Novo Olhar 

Uma visão se revela
no silêncio do ser,
como um sonho vasto
tecido na imensidão do Espírito.

Peregrinos da Luz, em sagrada união,
erguem-se como semeadores do Bem,
consagrando seus passos
ao ideal eterno da Paz.

Em sintonia com as correntes sutis,
harmonizam vibrações invisíveis
e, no templo do livre pensar,
acolhem os ensinamentos da Consciência.

Leves se tornam,
como a brisa que acaricia as águas
e sussurra segredos antigos
à face viva da Terra.

Despertam, em silêncio fecundo,
os sonhos latentes da alma humana,
ofertando-os, como flores,
ao alvorecer de uma Nova Era.

Somam-se em alegria serena,
transcendendo fronteiras e distâncias,
cruzando oceanos e continentes,
para, em fraternidade, abraçar
a única família: a humanidade.

Firmam, no íntimo do coração,
um compromisso inviolável:
servir ao Amor,
honrar a Justiça,
e revelar o propósito oculto da vida.

E assim celebram, em júbilo sereno,
a Paz que emana do interior,
refletida na morada sagrada
que nos acolhe:

a bendita Mãe Terra,
ventre luminoso da existência,
eterna fonte de esperança
e fecundidade espiritual.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Namastê buscadores!


"Adoro as coisas simples. 
Elas são o último refúgio de um espírito complexo."
(Oscar Wilde)

Neil deGrasse Tyson - O significado da vida

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Om, shanti.


Ideologia das Crianças Índigo

As crianças índigo possuem desde cedo instinto 

para seguir certos princípios na vida.


1. SEGURANÇA: Os índigos não tem medo. Eles são autoconfiantes, refletindo o desbloqueio do chacra básico.


2. INTEGRAÇÃO DE VALORES MASCULINOS E FEMININOS: Os índigos não mais viverão numa sociedade predominantemente patriarcal ou matriarcal. Eles preferem ter valores equilibrados de ambos os hemisférios cerebrais, que são as expressões de nossa feminilidade e masculinidade. Esta é uma característica do desbloqueio do chacra sexual. Para compreender melhor, seria o compreender a complementaridade do Yin e Yang e a Unicidade através do Tao. Ver mais em "Unicidade e Dualidade - Parte I"


3. COOPERAÇÃO: Preferem a cooperação do que a competição. Nosso mundo até os dias de hoje (e especialmente em alguns países) se comportou de acordo com a Lei de Darwin, da competição pela sobrevivência. As crianças índigo vem a este mundo trazer os ideais de cooperação acima da competição. A sobrevivência de todos depende da cooperação entre os humanos e todos os seres vivos. A criança índigo não se importará em receber títulos e medalhas. É o desbloqueio do chacra solar.


4. AUTOESTIMA POSITIVA: Não pense que porque estas crianças querem a paz elas não vão reagir a agressões e vão aceitar pessoas abusivas no poder ou em posição de destaque. Muito pelo contrário. Estas crianças vão denunciar os abusadores e podem até ligar sozinhas para a polícia para denunciar os abusos. Este é o desbloqueio do chacra cardíaco.


5. IGUALDADE e DEMOCRACIA: Os índigos não aceitam autoridades ditatoriais. Também não se encaixam mais nos modelos antigos de ensino onde há um professor que fica num nível superior ao do aluno. Por isto, os métodos de ensino onde todos se sentam em um círculo, inclusive o professor, funcionam melhor com os índigos. É o desbloqueio do chacra laríngeo.


6. AUTENTICIDADE: Os índigos acreditam que você tem de fazer o que você realmente quer, ser o que você realmente quer ser. Para eles, ninguém pode ser um médico só porque os pais quiseram, ser um advogado para agradar os outros. As pessoas devem ser o que querem em verdade. Isto também é resultante do desbloqueio do chacra laríngeo.


7. ECOLOGIA: Possuem consciência ecológica desde muito cedo. Compreendem que fazemos parte de um todo e portanto a natureza também faz parte de nós, assim como fazemos parte da natureza. É o desbloqueio do chacra frontal. Há muitas novas crianças que já querem ser vegetarianas desde cedo, há muitos adolescentes se tornando vegetarianos. Dizem que nestas últimas décadas, o número de vegetarianos aumentou muito. As pessoas que se tornam vegetarianas geralmente o fazem por amor aos animais e ao meio ambiente.


Lembrem-se do discurso de uma menina índigo
 nascida em 1980 (ela tinha 12 anos em 1992) 
na Eco 92.
O engraçado é que ela fala "Apesar da minha raiva não estou cega..." É este tipo de raiva que estou falando, contra injustiças e absurdos que são cometidos pelos homens por ganância e egoísmo. Eu fui na Eco 92 e eu era adolescente na época. Cinco anos antes da Eco 92 na escola fiz uma história em quadrinhos mostrando que a Terra era como uma pessoa viva, que estava sofrendo por conta da poluição de todos os tipos que o homem espalhava.

8. PAZ MUNDIAL: Elas não gostam de guerra, preferem a paz. Para alguns países que produzem a maioria das armas do mundo e vivem entrando em guerra, estas crianças são altamente evoluídas. Os índigos são filósofos em tenra idade e pensam constantemente em como salvar o planeta.

9. VIVER NO AGORA: Os índigos vivem no presente. Eles compreendem o poder do agora, de desfrutar o momento. São desapegados com o passado e despreocupados com o futuro. Este é o chacra coronário. Ver mais em "O Poder do Agora". Alguns levam isto ao extremo e vivem viajando ou morando em diversos lugares, procurando conhecimentos espirituais e procuram conhecer gente do mundo todo, como se fosse para aprender o desapego do mundo material. Eu tenho amigos que tem muitas características de índigos e que vivem assim, trabalham por um tempo numa cidade, depois se mudam em poucos anos, viajam muito, parece que não tem uma morada fixa e estão procurando um sentido espiritual para a vida, tem uma noção de desapego muito grande.


http://planetaazulindigo.blogspot.com.br/2011/03/criancas-indigo.html

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Om, shanti.

Entre forças que se aproximam e se afastam, o mundo encontra seu ritmo secreto. Assim como correntes que se cruzam sem se anular, as diferenças revelam a dinâmica viva do existir: atraem-se, confrontam-se, transformam-se. No coração desse movimento, o ser humano aprende que a verdadeira harmonia não nasce da uniformidade, mas do equilíbrio consciente entre aquilo que nos distingue e aquilo que nos une. Quando a igualdade protege a dignidade de todos e a diferença preserva a singularidade de cada ser, surge uma ordem mais profunda — uma dança de forças complementares onde o espírito amadurece. Nesse fluxo, a vida manifesta sua pluralidade criadora, e a consciência desperta para o entendimento de que evoluir é aprender a harmonizar contrastes dentro do grande compasso da existência.
por KayoooS
Paco de Lucia - Entre dos aguas (1976) 
*
"Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminem, 
lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterize".
 (Boaventura de Souza Santos)

domingo, 15 de maio de 2016

Shalom!
Depende de Nós -  Balão Mágico

por RGL1972

*
Letra:
DEPENDE DE NÓS

Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Depende de nós
Quem faz tudo pra um mundo melhor
Que o circo esteja armado
Sem que a gente precise sonhar
Que o palhaço esteja engraçado
Que o riso esteja no ar
Que os ventos cantem nos galhos
Se esse mundo ainda tem jeito
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs
Depende de nós
Apesar do que o homem tem feito
Que o sol descortine mais as manhãs
Se a vida sobreviverá
Que os ventos cantem nos galhos
Que as folhas bebam orvalhos
Depende de nós
Se esse mundo ainda tem jeito
Quem faz tudo pra um mundo melhor
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá
Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Namastê!

“Para toda angustiante interrogação,
 existe uma inesperada exclamação. 
Para toda vírgula que não te deixa ir adiante, 
existe um ponto final. 
Para toda reticência que dói para sempre, 
existe um novo parágrafo.”
 
(Caio Fernando Abreu)

terça-feira, 10 de maio de 2016

Shalom!
 Tempo & Poesias
"Dupla delícia - O livro traz a vantagem 
de a gente poder estar só 
e ao mesmo tempo acompanhado."
(Mario Quintana)
*
"Tão sutilmente em tantos breves anos, foram se trocando sobre os muros mais que desigualdades, semelhanças, que aos poucos dois são um, sem que no entanto deixem de ser plurais: Talvez as asas de um só anjo, inseparáveis. Presenças, solidões que vão tecendo a vida, o filho que se faz, uma árvore plantada, o tempo gotejando do telhado. Beleza perseguida a cada hora, para que não baixe o pó de um cotidiano desencanto. Tão fielmente adaptam-se as almas destes corpos que uma em outra pode se trocar, sem que alguém de fora o percebesse nunca."
(Lya Luft)

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Namastê! 
"Os muros de pedra não fazem um cárcere, 
nem as grades de ferro uma jaula,
 porque o espírito inocente e tranquilo 
transforma uma prisão numa capela."
(John Lubbock)
Ponte...
Você não deve viver como se fosse uma ilha, mas, sim, como uma ponte. 
Feliz de quem, deixando de ser ilha, se converte em ponte. 
Uma ponte lançada sobre o abismo dos corações, 
unindo aqueles que se distanciaram. 
Reaproximando os que se conflitaram e se fizeram indiferentes... 
Uma ponte sobre a qual a paz entre os adversários mais ferrenhos 
possa ser celebrada a se tornar possível. 
Acessível a todos os que por ela desejarem transitar, em todas as direções... 
Uma ponte levadiça que, ao se erguer, 
permita aos que sobre ela estejam vislumbrar novos horizontes. 
Ponte que não indague por ideologias e, 
tampouco, pergunte pelo nome de quem seja...  
Sem limites, sem beirais, feita só de luz - apenas ponte !
Uma ponte estendida entre dois pontos, qual Jesus que, de braços abertos, 
para todos os homens, se fez caminho entre a Terra e o Céu.
Livro "A Fé transporta Montanhas" - Carlos A. Baccelli (Maria Máximo)


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Namastê buscadores!
Signos Astrológicos e Chakras
por Pedro Tornaghi

A Astrologia e a ciência dos chakras têm algo essencial em comum: ambas lidam com vibrações, com o estudo de diferentes intensidades e ritmos dessas “palpitações sutis” em nossas dinâmicas internas. São vibrações não visíveis ao olho comum, mas que nem por isso deixam de se inter-relacionar e influir em tudo o que podemos perceber a “olhos nus”. 

Estudar o comportamento dos signos astrológicos possibilita entender muito sobre o funcionamento e função dos chakras e observar os chakras possibilita decifrar alguns dos mistérios – aparentemente indecifráveis – dos signos. 

Pessoas diferentes entendem a relação entre chakras e signos com lógicas e mapeamentos diferentes, a mais comum é a que relaciona saturno ao primeiro chakra, júpiter ao segundo, marte ao terceiro, vênus ao quarto, mercúrio ao quinto, sol ao sexto e lua ao sétimo, dessa maneira, defendendo que quanto mais lento o planeta, ele estaria relacionado a um chakra mais “baixo” e quanto mais rápido, a um chakra mais alto. Respeito essa leitura, foi a primeira que me deram mas, nos últimos 25 anos dirigi grupos de trabalho com chakras, onde sempre levantei os mapas astrológicos de todos os envolvidos e os acompanhei no dia-a-dia tentando perceber o que acontecia em seus mapas astrológicos e com sua evolução na sensibilização e vitalização dos chakras. 

Cheguei de início a uma relação diferente e desde então venho reiteradamente observando o quanto as resposta é mais efetiva na prática, na vida de quem trabalha seus chakras. Foram cerca de mil e seiscentos participantes nesses grupos e acredito que já seja hora de compartilhar as conclusões, entendendo que devam ser experimentadas por quem busca desenvolver e harmonizar seus chakras, para que cada um tire suas conclusões a partir da própria experiência, mais do que a partir de uma teoria. 

Nop sistema que adoto, os seis primeiros chakras refletem todas as dualidades que carregamos em nós e com as quais nos defrontamos diariamente. Esses seis primeiros chakras estão ligados, cada um, a dois signos complementares. Esses signos complementares refletem as duas polaridades básicas do chakra. 

O primeiro chakra por exemplo, o muladhara, mula em sânscrito significa “raiz” e adhara significa “base”. Ele está relacionado aos signos de Capricórnio e Câncer. Câncer está ligado às nossas raízes emocionais e Capricórnio ao estabelecimento de fundamentos concretos para aquilo que pretendemos realizar. Como das raízes da árvore depende a sua solidez e segurança, ambos os signos e o chakra estão sempre voltados para esse tema e o medo da sobreviência se torna o principal medo ligado ao muladhara. Um primeiro chakra bem desenvolvido dá à pessoa condições para que assuma responsabilidade sobre o próprio destino; quando inibido, esse chakra leva a pessoa a se fechar em seu casulo e tornar-se arisca a contatos diretos que exponham seu emocional. O primeiro chakra atrofiado torna a pessoa uma fácil vítima da culpa e do medo, levando-a a apequenar e reduzir seus objetivos e alcances. Quando a energia desse chakra flui sem empecilhos a pessoa é capaz de coordenar sonhos com realizações da maneira mais positiva possível. 

O segundo chakra está sintonizado aos signos de Virgem e Peixes. Seu nome, swadisthana, significa “a sua morada”. No Oriente se diz que nessa região do seu corpo mora o seu buda interno. Assim como o signo de Virgem, esse chakra rege os intestinos, órgão que filtra o que nos serve e devolve ao Universo o que não nos é apropriado. Assim, o swadisthana quando ativado e harmonizado, proporciona uma infinita capacidade de discernimento. Discernimento é a qualidade essencial de um buda. Virgem e Peixes são dois signos perfeccionistas e é dito que aí mora nosso buda interno pelo constante compromisso com a constante auto-elaboração e auto-aperfeiçoamento que o chakra quando acordado estimula. 

O terceiro chakra chama-se Manipura, que significa “jóia brilhante” e está ligado aos signos de Áries e Libra, dois signos impulsivos, capazes de se atirar na realidade como a mariposa quando se sente atraída pela luz. Se o primeiro chakra era a raiz de nossa árvore, o segundo é o momento em que essa raiz se divide em duas e o terceiro, o momento em que a planta sai buscando seu lugar ao Sol. Dessa maneira, é um chakra ligado à auto afirmação (Áries) ou à afirmação de nossos projetos coletivos (Libra). É o chakra do guerreiro (Áries) e do general (Libra) e sempre fonte de estímulo para irmos à frente, estímulo que pode ser canalizado para propósitos pessoais (Áries) ou coletivos (Libra). 

O quarto chakra está ligado a Leão e Aquário, é o chakra do coração, sempre vivo em nossas relações amorosas (Leão) e de amizade (Aquário). Nesse chakra temos que decidir quanto à questão básica do Leonino, se viveremos em função de nosso orgulho ou de nossa auto-estima. O coração tem também outra dimensão, a da coragem. A palavra “coragem” vem de “core”, âmago, a mesma raiz de coração. É aí que mora a coragem do revolucionário ou do rebelde (dimensões aquarianas). É esse chakra desenvolvido que nos dá uma visão otimista e positiva da vida (Leão) mas também com visão humanista e noção de como relacionar-se com o outro preservando a própria liberdade e independência (Aquário). 

O quinto chakra está ligado aos signos Touro e Escorpião. Localizado na garganta, pode se dizer que o Escorpião é a polaridade mais presente na nuca, fonte de uma inacabável criatividade, enquanto Touro está relacionado à parte da frente do chakra, ligada ao senso estético, mas também à vaidade. Quem vive na superfície desse chakra, tende a se preocupar com a forma e gerenciar sua vida de maneira conservadora e apegada. Quem se torna consciente das camadas mais profundas do chakra, passa a ter uma capacidade infindável de avaliação da realidade e de desprendimento. Quem vive na superfície desse chakra tende a se tornar obediente e um bom executor. Quem vive na profundidade, costuma questionar a legitimidade da autoridade de quem tenta regê-lo ou se aproveitar dele. Quem vive na parte anterior do chakra, tem grande capacidade de dedicação por aqueles e por tudo o que gosta, mas costuma empacar quando não gosta de alguém ou de algo. Quem vive na parte mais essencial e posterior do chakra, mostra sempre enorme capacidade de superação e uma intensidade de compromisso com o que faz, que torna o aparentemente impossível em possível. 

O sexto chakra está ligado aos signos de Sagitário e Gêmeos. Mais popular no Ocidente como chakra da “terceira visão” ele está ligado à intuição, à capacidade de lidar com os componente sutis do que nos está perto (Gêmeos) e distante (Sagitário). Quando desenvolvido e harmonizado esse chakra, ele nos deixa objetivos e com senso de direção (Sagitário) ao mesmo tempo em que nos torna capaz de traduzir o que a pessoa mais simples diz para a mais sofisticada e vice-versa (Gêmeos). Ele é chamado por muitos de chakra da fé (Sagitário) capaz de concretizar o suposto “inconcretizável”. No tantra se diz que esse chakra desenvolvido torna tudo possível para você, que basta que você queira as coisas e elas acontecem. Assim como acontece com pessoas que se relacionam bem com se Júpiter, planeta de Sagitário. Por outro lado é um chakra que pode se tornar ligeiramente perigoso para quem o desenvolve sem ter uma base emocional sólida, uma vez que ele nos dá uma incrível capacidade de manipular o que nos rodeia (Gêmeos). É o chakra onde chegamos à beira de transcender a mente (Gêmeos e Sagitário). 

Os seis primeiros chakras administram todas as nossa dualidades internas. Quando chegamos ao sétimo, experimentamos a dissolução de nossa noção de identidade e de todos os nossos valores, crenças, certezas, medos, desejos, e todas as outras criações da mente e do ego. Dessa maneira, esse chakra não se liga a nenhum planeta particular, uma vez que todos os planetas incorporam as qualidade de uma polaridade de algum eixo. 

O sétimo está ligado ao centro de nosso mapa astrológico, o lugar onde encontramos o constante equilíbrio e harmonia entre todas as nossas polaridades e facetas. Chegar à ele é experimentar a liberdade última possível a um ser humano, a liberdade de todas as ilusões e a felicidade que a lucidez em sua dimensão ampla é capaz de oferecer.

OS CHAKRAS

OS CHAKRAS são “centros de energia sutil” que influenciam a nossa atividade orgânica, psíquica e emocional. Não são centros estáticos, mas dinâmicos, e o contato com eles significa uma relação direta com a intuição.
São sete “portas” de acesso ao “mundo interior” que possibilitam a descoberta de uma maneira mais livre e independente de ser O trabalho com eles leva ao aumento da sensibilidade e da consciência de nosso “universo interno” integrando-o ao cotidiano pessoal e social.
Seu desenvolvimento propicia um indiscutível aumento da vitalidade, da alegria de viver, da disposição interna, da compaixão e do amor, além de uma maior capacidade de responder aos desafios do cotidiano.
O sistema glandular é uma porta de fácil acesso a essa “mágica realidade interna”. Por isso, as glândulas serão trabalhadas durante os encontros, através das emoções, medos e desejos particularmente ligados a cada uma delas.

Visitem as fontes: 
http://pedrotornaghi.com.br/blogger/?page_id=2094
http://pedrotornaghi.com.br/bl

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Shalom!
O Caderno - Toquinho


Folhas em branco, segredos e sonhos,
rabiscos de risos, memórias que guardo.
No caderno da vida, cada traço é um passo,
cada página, um instante que nunca se apaga.
por Nina Cotta
*
Folha em branco, vida a escrever,
sonhos que chegam, lembranças a florescer.
No caderno guardo o que sou e o que serei,
cada linha um passo, cada traço um eu.
*

No caderno que carrego,
palavras dançam e voam,
histórias que sussurram,
sonhos que ninguém rouba.

Entre risos e silêncios,
cada linha me encontra,
e o tempo, delicado,
desenha a vida que conto.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Om, shanti.
Chama Viva

Estrela silenciosa
no limiar do céu interior.

O despertar acontece
onde o invisível respira.

Há um sopro antigo
percorrendo o íntimo,
ordenando o que estava disperso.

O tempo recolhe-se
e revela sua outra face:
campo de transmutação.

Chama viva,
guardada no centro,
aproxima o distante
e reconhece o essencial.

Na quietude,
formas se alinham
sem esforço.

O som não ouvido
marca o ritmo do caminho.

E a consciência,
antes fragmento,
torna-se presença lúcida.

Não há pressa, 
apenas continuidade.

O fogo não consome:
refina.

O que era peso
cede lugar ao claro.

Um novo ciclo
se insinua sem ruptura,
como luz que atravessa
sem ferir.

E no espaço que se abre,
permanece o simples:

servir,
compreender,
unir.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Namastê buscadores!
 ABRAÇANDO A TRANSFORMAÇÃO.
Como mudar hábitos danosos? 
por Kátia Roel
Transformação requer grande disposição em desprender-se do passado e estar completamente aberto para algo novo.
A vida é uma experiência de constante transformação. A velha frase: nada se cria, tudo se transforma é o que perceberemos claramente se observarmos o tic-tac da vida como expectador.
A palavra transformação pode soar para muitos como algo que represente esforço pesado, mas aqui poderíamos associá-la a: promover novidade.
Promover novidade é algo que realmente apreciamos. Então, para qualquer transformação que desejemos, podemos nomeá-la “promover novidade” e isso dará um sabor interessante a esse processo.

Aspectos que nos motivam a promovermos novidade:
Reconhecimento
Meta
Meditação
Boa companhia

1. Reconhecimento
É necessário estarmos muito próximos a nós mesmos para entendermos o que realmente nos faz bem. É um poder o de entender o bem. É o poder do entendimento que me faz ir na melhor direção possível.
Reconhecendo hábitos danosos:
• Vícios (fumar, beber, comida incorreta);
• Gula;
• Ser muito crítico;
• Ser muito indeciso;
• Complexo de inferioridade;
• Raiva;
• Ciúmes;
• Sempre atrasado.
Tenho de perceber profundamente o prejuízo de hábitos danosos. Temos que perceber que aquilo é o motivo de toda a falta de aquisição que experimentamos na vida. É uma questão de acordar de um sono profundo. Enquanto estamos permitindo que um hábito danoso permaneça – é como estarmos com a consciência adormecida. Ela não ativa, não se manifesta. A mudança surge quando existe o desejo para isso – “eu tenho de fazer isto!”. Não alguma coisa que é imposta pelo externo, mas algo que surge de dentro; a minha voz interior dizendo: “eu tenho de mudar” é a voz da consciência funcionando. Enquanto essa voz não surge, sentirei a mudança como uma pressão externa e não vindo de dentro. Quando essa voz funciona, é sinal de que a consciência está desperta. De outra forma, o descuido e o comodismo dominarão e passarei a vida como um sono profundo. Aí está o significado profundo da história de contos de fada “A bela adormecida”: A nossa consciência é muito bela, mas não pode atuar se está adormecida.

2. Meta
“Não existe vento favorável para o marinheiro que não sabe aonde ir” (Sêneca)
Se não tenho destino, não chegarei a lugar algum, ou chegarei num destino não almejado.
Todos temos uma essência pura e positiva e é isto que temos de ativar. Na verdade, é como se essa essência estivesse me chamando para esta experiência. Tudo que almejamos já está em nós.
Geralmente pensamos em meta conectada a alguma aquisição externa, seja ela um melhor salário, um melhor cargo, um carro, uma viagem, etc. Na minha crença, a nossa meta deveria também ser conectada com a qualidade interior – meta de aquisições imperecíveis – de qualificação pessoal – e é impossível que alguém realmente qualificado internamente não seja digno das aquisições físicas.
Quais são as qualidades necessárias? Seríamos mais felizes e preenchidos com quais qualidades? Cada um pode pensar sobre as suas necessidades. As minhas que penso agora são: criatividade, amor, pureza, determinação, coragem, humildade e auto-respeito.
Se eu tiver mais destas qualidades, certamente serei mais feliz, não importa onde eu esteja e com quem eu esteja e o que eu esteja fazendo.

3. Meditação
É a forma mais saudável de conversar consigo. Envolve autoconhecimento e é a forma de extrair o melhor de si. A meditação é a forma de despertar a consciência do sono do descuido e ignorância. É aprender a apreciar. O senso de força interior pode ser avaliado pela capacidade de apreciação. Quanto mais forte internamente, mais a visão de beneficio, aceitação e apreciação emergem. Quanto mais reconheço o beneficio imerso no novo hábito almejado, mais automaticamente seguirei neste rumo.

4. Boa companhia
Poderíamos definir boa companhia como: bom exemplo.
Eu sou um bom exemplo para as pessoas à minha volta? E para mim mesma? Todos nós temos um impacto nas pessoas à nossa volta. Todas as noites poderíamos nos perguntar que tipo de impacto causei hoje para as pessoas com quem convivo? Positivo? Negativo? Ou nenhum?
Todos têm uma virtude ou outra e é nisso que nossa visão deve repousar. Temos o poder de escolha do que queremos tomar das pessoas com quem convivemos. Podemos decidir apenas tomar o que nos é conveniente. Não precisamos tomar a raiva, a ignorância, a mesquinhez. Podemos escolher tomar o entusiasmo, a força, a determinação.
Outra forma de obtermos boa companhia é através de ler sobre a biografia de alguém que seja realmente um bom exemplo. Na minha experiência, todo um processo de grande transformação de hábitos e estilo de vida ocorreu ao ler sobre a biografia de Brahma Baba, fundador da Brahma Kumaris e também ao usufruir pessoalmente da companhia de pessoas altamente interessadas em progresso e objetivo sincero de provocar um impacto positivo no mundo. A vida realmente passa a ser uma experiência de ascensão constante.
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Grandeza - Dadi Janki
"Deixe que haja generosidade em seu coração. Não pense duas vezes antes de fazer o bem, pois todo o bem que você fizer, receberá retorno em seu benefício! Seja simples. Ser simples não significa ser comum, mas ser limpo internamente. Sendo assim, nada faltará em você. Não há necessidade de show pois a grandeza vem das suas virtudes, interações e pensamentos."

Seja Simples, Seja um Ponto de Luz...

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