Om, shanti.

Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR. “Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn). Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem. Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.

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"... Assim é na vida. Você pode ter uma enciclopédia inteira na cabeça. Se não souber se comunicar, se você não estiver sempre atento à realidade, esse conhecimento será como um tesouro no fundo do mar... Dedique-se a viver e aprender com cada situação do seu presente, e você encontrará força para romper todas as barreiras."

"Não temas a viagem interior, o encontro contigo mesmo, nas regiões profundas dos arcanos espirituais.

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Reflexionando:
Francis Bacon, como filósofo procurou exaltar a ciência como benéfica ao homem. Nas suas investigações ocupou-se especialmente da metodologia científica e do empirismo, sendo por isso considerado como fundador da ciência moderna. Preliminarmente, Bacon propõe a classificação das ciências em três grupos:
A história é subdividida em natural e civil e a filosofia é subdividida em filosofia da natureza e em antropologia.
Bacon, foi um dos mais conhecidos e influentes rosacruzes e também um alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz, o de Imperator.
Estudiosos apontam como sendo o real autor dos famosos manifestos rosacruzes: Fama Fraternitatis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (1616). ***"se não na confecção dos Manifestos, ao menos no projeto e divulgação dos mesmos."
Efetivamente, Bacon não realizou nenhum grande progresso nas ciências naturais. Mas foi ele quem primeiro esboçou uma metodologia racional para a atividade científica. Sua teoria dos ídolos, antecipa, pelo menos potencialmente, a moderna sociologia do conhecimento. Foi um pioneiro no campo científico e um marco entre o homem da Idade Média e o homem Moderno. Ademais, Bacon foi um escritor notável. Seus Ensaios são os primeiros modelos da prosa inglesa moderna.
Ídolos
No que se refere ao Novum Organum, Bacon preocupou-se inicialmente com a análise de falsas noções (ídolos) que se revelam responsáveis pelos erros cometidos pela ciência ou pelos homens que dizem fazer ciência. É um dos aspectos mais fascinantes e de interesse permanente na filosofia de Bacon. Esses ídolos foram classificados em quatro grupos:
Idola Tribus (ídolos da tribo): Ocorrem por conta das deficiências do próprio espírito humano e se revelam pela facilidade com que generalizamos com base nos casos favoráveis, omitindo os desfavoráveis. O homem é o padrão das coisas, faz com que todas as percepções dos sentidos e da mente sejam tomadas como verdade, sendo que pertencem apenas ao homem e não ao universo. Dizia que a mente se desfigura da realidade. São assim chamados porque são inerentes à natureza humana, à própria tribo ou raça humana;
Idola Specus (ídolos da caverna): De acordo com Bacon, cada pessoa possui sua própria caverna, que interpreta e distorce a luz particular, à qual estão acostumados. Isso quer dizer que, da mesma maneira presente na obra 'República' de Platão, os indivíduos, cada um, possui a sua crença, sua verdade particular, tida como única e indiscutível. Portanto, os ídolos da caverna perturbam o conhecimento, uma vez que mantêm o homem preso em preconceitos e singularidades;
Idola Fori (ídolos do foro ou de mercado): Segundo Bacon, os ídolos do foro são os mais perturbadores, já que estes alojam-se no intelecto graças ao pacto de palavras e de nomes. Para os teóricos matemáticos um modo de restaurar a ordem seria através das definições. Porém de acordo com a teoria baconiana, nem mesmo as definições poderiam remediar totalmente esse mal, tratando-se de coisas materiais e naturais posto que as próprias definições constam de palavras e as palavras engendram palavras. Percebe-se portanto, que as palavras possuem certo grau de distorção e erro, sendo que umas possuem maior distorção e erro que outras;
Idola Theatri (ídolos do teatro): Os ídolos do teatro têm suas causas nos sistemas filosóficos e em regras falseadas de demonstrações. Os falsos conceitos, são as ideologias, essas são produzidas por engendramentos filosóficos, teológicos, políticos e científicos... Os ídolos do teatro, para Bacon, eram os mais perigosos, porque, em sua época, predominava o princípio da autoridade – os livros da antiguidade e os livros sagrados eram considerados a fonte de todo o conhecimento.
Referências
https://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon
"A vida aprisiona todo aquele que não sabe olhar além do seu véu
e encontrar a realidade reluzente atrás de tudo."
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Uma Fábula, do livro:
Ilusões de Richard Bach
“Certa vez vivia um povo no leito de um grande rio cristalino. A correnteza deslizava silenciosamente sobre todos eles, jovens e velhos, ricos e pobres, bons e maus. E a correnteza seguia seu caminho, alheia a tudo que não fosse sua própria essência de cristal.
Todas aquelas criaturas se agarravam como podiam aos ramos e às pedras do leito do rio, porque sua vida consistia em se agarrar e porque todas elas, desde o berço, tinham aprendido a resistir à correnteza. Mas por fim uma das criaturas disse: “Estou farta de me agarrar. Mesmo que meus olhos não vejam o que há pela frente, confio que a correnteza saiba para onde vai. Vou me soltar e deixar que ela me leve pra onde quiser. Se eu continuar aqui, imobilizada, morrerei de tédio!”
As outras criaturas riram e exclamaram: “Tola! Se você se soltar, essa correnteza que você venera a lançará, aos trambolhões e feita em pedaços, contra as pedras. Ela a matará mais depressa que o tédio.” Mas ela não lhes deu ouvido. Inspirou profundamente e se soltou. A correnteza lançou-a com violência contra as pedras, mas a criatura, embora machucada, estava decidida a não se agarrar novamente. E então a correnteza a trouxe à tona e ela não mais sofreu nem se lastimou.
As criaturas que viviam rio abaixo e não a conheciam exclamaram: “Vejam, um milagre! Uma criatura igual a nós, e no entanto voa nas águas! Olhem, é o Messias que veio nos salvar!” E a que que tinha sido arrastada pela correnteza respondeu: “Não sou mais Messias do que vocês. O rio gosta de nos fazer voar, com a condição de que ousemos nos soltar. Nossa verdadeira missão na vida é esta viagem, esta aventura”. (...)
"Nunca descreias do poder de progredir
e melhorar, à custa do próprio esforço."
(Chico Xavier)
*
"Este mundo é um jardim de valor inestimável com o qual Deus abençoou a humanidade e os outros seres. Deus nos dá todos os recursos e riquezas necessários para que todos nós tenhamos uma vida saudável, feliz e em paz.
A única condição de Deus é que devolvamos pelo menos a quantidade que tomamos. Deus nos dá a todos permissão e bênçãos para desfrutar e experimentar tudo o que quisermos, mas Deus também nos dá a responsabilidade de manter a beleza e os recursos deste jardim, de forma que não o deterioremos.”
(Amma)
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Reflexionando:
Tudo na Criação está em permanente processo de transformação e aprimoramento. Assim também ocorre com os homens.
Em sua condição de Espíritos, trilham marcha ascendente rumo à Angelitude.
Foram criados em estado de absoluta simplicidade e ignorância.
Mas possuem desde o princípio os embriões de todas as virtudes.
Nas primeiras experiências foram conduzidos grandemente pelos instintos.
Gradualmente tomaram ciência de seu potencial e passaram a fazer opções.
Titubeantes no princípio, desenvolveram a consciência de si próprios e da sua vontade. Um elemento primordial do progresso consciente é o livre-arbítrio.
As espécies animais e vegetais são conduzidas pelas forças da natureza, em suas etapas de elaboração. Já os homens podem escolher os caminhos que trilham. O progresso espiritual pressupõe o desenvolvimento da faculdade de discernir o bem e o mal.
Para a aquisição desse senso moral, para crescer em entendimento e compreensão, é imprescindível a liberdade de opção. Quanto mais o Espírito burila seu intelecto e exerce sua vontade, mais liberdade tem. Seu leque de opções aumenta. Mas não é somente a liberdade que ganha expressão. Com o conhecimento e o lento evoluir do ser, ele se torna mais responsável pelo que faz.
Quando o instinto predomina, a responsabilidade é ínfima. Quando a vontade e a consciência regem o destino, torna-se inarredável a responsabilidade. O homem é intrinsecamente livre em seus atos e pensamentos, mas responde por tudo o que faz e pensa.
As leis humanas são frequentemente burladas e enganadas, contudo, nos Estatutos Divinos não há qualquer falha. Sendo as Leis Divinas inscritas na consciência de cada homem, elas jamais são burladas.
Ninguém escapará de si próprio (...)
* * *
Imprevisível, insuspeitável, inesperado
(...) Encontros, desencontros, chegadas, despedidas, alegrias, tristezas.
Em nossa existência, nada ocorre por acaso.
As provações e tribulações pelas quais passamos, os sucessos e os insucessos da vida, o país no qual residimos, a religião que professamos, as condições financeiras de que desfrutamos, para tudo há uma explicação.
A família na qual fomos acolhidos, as amizades que cultivamos, o companheiro ou a companheira que elegemos, os filhos que nos foram confiados, nada disso deve ser atribuído ao acaso.
Atentemo-nos às nossas escolhas. São elas as responsáveis pelos acontecimentos tanto do passado quanto pelos do presente e futuros, felizes ou infelizes, comumente atribuídos ao acaso, à sorte ou ao azar.
Por assim ser, é preciso responsabilidade ao fazermos uso do livre-arbítrio que o Criador nos concedeu. A lei de causa e efeito é universal: para cada escolha, uma consequência.
Sem dúvida, é certo que podemos contar com a misericórdia Divina, que leva em conta as nossas fraquezas.
Porém, no devido tempo, quando estivermos preparados, a justiça de Deus permite que reparemos as faltas cometidas, registradas no tribunal da consciência.
* * *
O que rege as nossas existências não é o acaso, mas, sim, o livre-arbítrio, uma responsabilidade que o ser conquista por meio do progresso intelecto-moral.
Afinal, imprevisível é a presença Divina surpreendendo a qualquer falta cometida. Insuspeitável é a interferência Divina sempre vigilante.
Inesperado é a ocorrência Divina trabalhando pela ordem.
Pensemos nisso!
Redações do Momento Espírita, com transcrição de frases do
cap. 3, do livro Alerta, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
fonte: http://www.momento.com.br
Om Shanti, Om.
Namastê buscadores!
*
"A Porta"
Vai e abre a porta.
Talvez lá fora haja
uma árvore, ou um bosque,
um jardim,
ou uma cidade mágica.
Vai e abre a porta.
Talvez haja um cão a vasculhar.
Talvez vejas uma cara,
ou um olho,
ou a imagem de uma imagem.
Vai e abre a porta.
Se houver nevoeiro
dissipar-se-á.
Vai e abre a porta.
Mesmo que nada mais haja
que o tiquetaque da escuridão,
mesmo que nada mais haja
que o vento surdo,
mesmo que nada mais haja,
vai e abre a porta.
Pelo menos haverá uma corrente de ar.
(Miroslav Holub)
*
Perseveremos!