domingo, 20 de agosto de 2023

Om, shanti. 

Evenstar (Howard Shore)

O Jardim da Rosa Interior


No silêncio profundo da alma
uma centelha eterna desperta.

Não nasce do mundo visível —
vem do sopro secreto do Espírito.

Quando o coração se aquieta
e o amor se torna caminho,
uma porta invisível se abre
no templo interior do ser.

Ali, no jardim oculto da consciência,
uma rosa de luz começa a florescer,
revelando em perfume sutil
a memória divina da alma.

Cada prova torna-se degrau,
cada silêncio, ensinamento;
e o peregrino aprende
a ouvir a voz da eternidade.

Então a cruz da vida se ilumina,
não como peso, mas como eixo sagrado,
onde espírito e matéria
se encontram em harmonia.

E assim, passo a passo,
entre sombras e auroras,
a alma caminha serenamente
rumo ao seu sol interior. 

quinta-feira, 29 de junho de 2023

"... Assim é na vida. Você pode ter uma enciclopédia inteira na cabeça. Se não souber se comunicar, se você não estiver sempre atento à realidade, esse conhecimento será como um tesouro no fundo do mar... Dedique-se a viver e aprender com cada situação do seu presente, e você encontrará força para romper todas as barreiras."

 Namastê buscadores!

"... Assim é na vida. Você pode ter uma enciclopédia inteira na cabeça. Se não souber se comunicar, se você não estiver sempre atento à realidade, esse conhecimento será como um tesouro no fundo do mar... Dedique-se a viver e aprender com cada situação do seu presente, e você encontrará força para romper todas as barreiras."

"Não temas a viagem interior, o encontro contigo mesmo, nas regiões profundas dos arcanos espirituais.

Necessitas ouvir-te para bem te conheceres e traçares os caminhos por onde deverás seguir com segurança e otimismo. De essência divina, possuis o conhecimento e és dotado de sabedoria que aguardam o momento de desvelar-se. Compreenderás que a paz difluente da auto conquista, nada consegue abalar. Com segurança e serenidade agirás em qualquer circunstância, feliz ou tormentosa, sem desespero, com admirável harmonia. Torna o silêncio uma necessidade terapêutica, abençoando-te a jornada, ao mesmo tempo em que te propicia alegria de viver... Todos aqueles que aspiram a plenitude atendem aos deveres do mundo e refugiam-se no silêncio para os colóquios com Deus. Busca o silêncio e alcança-o. Viaja calmamente no rumo do ser que és, e descobrirás tesouros imprevisíveis aguardando-te no interior..."
*
“As grandes conquistas da humanidade,
tem começo no esforço pessoal de cada um.”
(Joanna de Ângelis)
*
"...Lembremo-nos de que o carvalho cresce forte sob 
a força dos ventos e que os diamantes são feitos
 sob pressão."
(Peter Marshall)

Om Shanti, Om.

Que fazer com os macacos soltos na cabeça?
"O objetivo de cada alma é a liberdade, a maestria, a liberdade da escravidão da matéria e do pensamento, a maestria da natureza externa e interna."
Esta é uma frase de Swami Vivekananda, um dos mais respeitados mestres espirituais dos tempos modernos. Ele foi praticamente o primeiro iogue indiano a aparecer antes dos olhos ocidentais. No primeiro Parlamento das Religiões Mundiais, realizado em Chicago em 1893, ele impressionou muitos com sua simplicidade e clareza (...). Em determinado momento, chamou a atenção gentilmente para a prisão das nossas respectivas crenças. Contou a história de um sapo que acreditava que o poço onde morava era o único no mundo sobre o qual queria saber e que se recusava a acreditar que poderia haver outros.
"Isso sempre tem sido a dificuldade. Eu sou um hindu. Estou sentado no meu pequeno poço pensando que ele é o mundo inteiro. O cristão se senta no seu pequeno poço pensando que aquele é o mundo inteiro. O muçulmano se senta no seu pequeno poço pensando que ele é o mundo inteiro."
Esquecemo-nos confortavelmente que crenças e práticas são, na sua maioria, externas ao nosso ser mais profundo. Conforme vamos mais para dentro da experiência do estado interior, nos afastamos de palavras, símbolos, rituais e até mesmo das diferenças religiosas. Apesar das nossas diversas culturas e tradições, somos muito parecidos em nossos núcleos espirituais. É como se a mente estivesse presa em seu estado mais superficial onde ela não tem nenhuma chance de controlar a si mesma.
Em seu livro clássico, 'Raja Yoga', ele compara a mente com as palhaçadas de macacos. Não apenas qualquer macaco, mas um macaco bêbado pelo vinho do desejo, envenenado pelo escorpião do ciúme e possuído pelo demônio do orgulho. Mesmo se sua metáfora seja forte, todos nós podemos compreende-la. É fácil entender que, se apenas ficamos observando as travessuras do macaco, embora podemos acalmá-lo, não poderemos alterá-lo. (...)
Apesar de sua linguagem arcaica, qualquer pessoa de qualquer tradição pode se relacionar com esta explicação das razões para a inquietação mental. Assim, precisamos saber como a mente funciona, a fim de controlá-la.
A partir da experiência de mais de quarenta anos como estudante e professor de meditação Raja Yoga, eu ainda me sinto como um novato quando vejo a infinidade de coisas que ainda preciso aprender sobre meu mundo interior. Posso dizer honestamente que o problema não é a mente em si, mas o que acontece nela. Num nível superficial, a meditação pode ser “não pensar em nada” na tentativa de produzir clareza. Assim dizem os adeptos modernos. Na realidade, tenho que entender o que está criando os milhares de "destroços" na mente e lidar com isso.
Em um nível básico, a mente é como uma praia onde as ondas da atividade mental estão quebrando. Há um mar de experiências passadas e possibilidades futuras que gira para lá e para cá, de uma forma aparentemente aleatória à medida que tentamos lidar com o que está sendo trazido à praia. Se permaneço como uma testemunha passiva do jogo das ondas, posso ficar anestesiado pela incessante inquietude. Eu esqueço que sou o mestre sentado na praia e não apenas um observador impotente. Eu não sou a praia da mente. Eu tenho uma mente. Eu sou o criador do meu mar de experiências e tudo que vem com ele. Eu tenho um intelecto através do qual posso escolher conscientemente o que eu quero pensar e o que fazer com ele, uma vez que eu o criei.
Talvez o maior obstáculo para o controle do mundo interior é a própria palavra "controle". A imagem imediata do controle da mente é alguém fazendo esforços árduos para restringir, regular ou aplicar um freio para as coisas que o mar está jogando na praia.
Na minha própria prática, tenho visto que o poder espiritual e a qualidade da atividade mental estão relacionados. É como se houvesse um interruptor interior do tipo dimmer. Conforme eu aumento meu poder espiritual através da meditação, há luz suficiente para enxergar as coisas claramente. A negatividade desaparece no fundo e um senso de controle natural surge. Conforme eu levo o dimmer para baixo, as sombras voltam trazendo consigo a inquietação.
Um exemplo fácil é entender a relação entre a expectativa e a plenitude. Conforme meu sentimento de plenitude interna sobe, não há nada que desejo ou espero dos outros ou das situações. Conforme ele vai para baixo, todos os tipos de desejos surgem tentando compensar o vazio interior.
Então, toda a questão da maestria mental está relacionada com a quantidade de energia espiritual que posso gerar e acumular. Com a minha bateria interna cheia posso enfrentar qualquer coisa. Se não, as situações quase sempre serão mais fortes que a minha capacidade de lidar com elas, trazendo consigo uma sequência interminável de pensamentos inúteis e negativos.
Então, como carregar a bateria? 

Espiritualidade na Vida - Artigos de Ken O'Donnell
BRAHMA KUMARIS

quarta-feira, 28 de junho de 2023

“Saber é Poder” por Francis Bacon (1561-1626)

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Reflexionando:

 Saber é Poder
por Francis Bacon
(1561-1626)

“O conhecimento é em si mesmo um poder.”
“O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las.”
“Triste não é mudar de ideia. Triste é não ter ideias para mudar.”
“Não se aprende bem a não ser pela experiência.”
“As pessoas preferem acreditar naquilo que elas preferem que se seja verdade.”
“Não há equívoco maior do que confundir homens inteligentes com sábios.”

Francis Bacon, como filósofo procurou exaltar a ciência como benéfica ao homem. Nas suas investigações ocupou-se especialmente da metodologia científica e do empirismo, sendo por isso considerado como fundador da ciência moderna. Preliminarmente, Bacon propõe a classificação das ciências em três grupos:

  • Poesia ou ciência da imaginação;
  • História ou ciência da memória;
  • Filosofia ou ciência da razão.

A história é subdividida em natural e civil e a filosofia é subdividida em filosofia da natureza e em antropologia.

Bacon, foi um dos mais conhecidos e influentes rosacruzes e também um alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz, o de Imperator.

Estudiosos apontam como sendo o real autor dos famosos manifestos rosacruzes: Fama Fraternitatis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (1616). ***"se não na confecção dos Manifestos, ao menos no projeto e divulgação dos mesmos." 

Efetivamente, Bacon não realizou nenhum grande progresso nas ciências naturais. Mas foi ele quem primeiro esboçou uma metodologia racional para a atividade científica. Sua teoria dos ídolos, antecipa, pelo menos potencialmente, a moderna sociologia do conhecimento. Foi um pioneiro no campo científico e um marco entre o homem da Idade Média e o homem Moderno. Ademais, Bacon foi um escritor notável. Seus Ensaios são os primeiros modelos da prosa inglesa moderna.

Ídolos

No que se refere ao Novum Organum, Bacon preocupou-se inicialmente com a análise de falsas noções (ídolos) que se revelam responsáveis pelos erros cometidos pela ciência ou pelos homens que dizem fazer ciência. É um dos aspectos mais fascinantes e de interesse permanente na filosofia de Bacon. Esses ídolos foram classificados em quatro grupos:

Idola Tribus (ídolos da tribo): Ocorrem por conta das deficiências do próprio espírito humano e se revelam pela facilidade com que generalizamos com base nos casos favoráveis, omitindo os desfavoráveis. O homem é o padrão das coisas, faz com que todas as percepções dos sentidos e da mente sejam tomadas como verdade, sendo que pertencem apenas ao homem e não ao universo. Dizia que a mente se desfigura da realidade. São assim chamados porque são inerentes à natureza humana, à própria tribo ou raça humana;

Idola Specus (ídolos da caverna): De acordo com Bacon, cada pessoa possui sua própria caverna, que interpreta e distorce a luz particular, à qual estão acostumados. Isso quer dizer que, da mesma maneira presente na obra 'República' de Platão, os indivíduos, cada um, possui a sua crença, sua verdade particular, tida como única e indiscutível. Portanto, os ídolos da caverna perturbam o conhecimento, uma vez que mantêm o homem preso em preconceitos e singularidades;

Idola Fori (ídolos do foro ou de mercado): Segundo Bacon, os ídolos do foro são os mais perturbadores, já que estes alojam-se no intelecto graças ao pacto de palavras e de nomes. Para os teóricos matemáticos um modo de restaurar a ordem seria através das definições. Porém de acordo com a teoria baconiana, nem mesmo as definições poderiam remediar totalmente esse mal, tratando-se de coisas materiais e naturais posto que as próprias definições constam de palavras e as palavras engendram palavras. Percebe-se portanto, que as palavras possuem certo grau de distorção e erro, sendo que umas possuem maior distorção e erro que outras;

Idola Theatri (ídolos do teatro): Os ídolos do teatro têm suas causas nos sistemas filosóficos e em regras falseadas de demonstrações. Os falsos conceitos, são as ideologias, essas são produzidas por engendramentos filosóficos, teológicos, políticos e científicos... Os ídolos do teatro, para Bacon, eram os mais perigosos, porque, em sua época, predominava o princípio da autoridade – os livros da antiguidade e os livros sagrados eram considerados a fonte de todo o conhecimento. 

A produção intelectual de Bacon foi vasta e variada. De modo geral, pode ser dividida em três partes: jurídica, literária e filosófica. 

A crítica de Bacon vai desde os gregos, passando pelos medievais e chega até sua contemporaneidade, a qual, segundo ele, encontra-se num momento muito mais oportuno e maduro para propor um novo modo de fazer ciência, em relação aos tempos passados (...).

Referências

https://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon

sábado, 24 de junho de 2023

"A vida aprisiona todo aquele que não sabe olhar além do seu véu e encontrar a realidade reluzente atrás de tudo."

Om Shanti, Om.

  "A vida aprisiona todo aquele que não sabe olhar além do seu véu

 e encontrar a realidade reluzente atrás de tudo."

1 Hour Bach-Cello Suite No. 1.1 Prelude
*
Perseveremos!

"Nunca descreias do poder de progredir e melhorar, à custa do próprio esforço." (Chico Xavier)

Namastê buscadores!

Uma Fábula, do livro:

 Ilusões de Richard Bach

“Certa vez vivia um povo no leito de um grande rio cristalino. A correnteza deslizava silenciosamente sobre todos eles, jovens e velhos, ricos e pobres, bons e maus. E a correnteza seguia seu caminho, alheia a tudo que não fosse sua própria essência de cristal.

Todas aquelas criaturas se agarravam como podiam aos ramos e às pedras do leito do rio, porque sua vida consistia em se agarrar e porque todas elas, desde o berço, tinham aprendido a resistir à correnteza. Mas por fim uma das criaturas disse: “Estou farta de me agarrar. Mesmo que meus olhos não vejam o que há pela frente, confio que a correnteza saiba para onde vai. Vou me soltar e deixar que ela me leve pra onde quiser. Se eu continuar aqui, imobilizada, morrerei de tédio!”

As outras criaturas riram e exclamaram: “Tola! Se você se soltar, essa correnteza que você venera a lançará, aos trambolhões e feita em pedaços, contra as pedras. Ela a matará mais depressa que o tédio.” Mas ela não lhes deu ouvido. Inspirou profundamente e se soltou. A correnteza lançou-a com violência contra as pedras, mas a criatura, embora machucada, estava decidida a não se agarrar novamente. E então a correnteza a trouxe à tona e ela não mais sofreu nem se lastimou.

As criaturas que viviam rio abaixo e não a conheciam exclamaram: “Vejam, um milagre! Uma criatura igual a nós, e no entanto voa nas águas! Olhem, é o Messias que veio nos salvar!” E a que que tinha sido arrastada pela correnteza respondeu: “Não sou mais Messias do que vocês. O rio gosta de nos fazer voar, com a condição de que ousemos nos soltar. Nossa verdadeira missão na vida é esta viagem, esta aventura”. (...)

"Nunca descreias do poder de progredir 

e melhorar, à custa do próprio esforço." 

(Chico Xavier)

*

"Este mundo é um jardim de valor inestimável com o qual Deus abençoou a humanidade e os outros seres. Deus nos dá todos os recursos e riquezas necessários para que todos nós tenhamos uma vida saudável, feliz e em paz. 

A única condição de Deus é que devolvamos pelo menos a quantidade que tomamos. Deus nos dá a todos permissão e bênçãos para desfrutar e experimentar tudo o que quisermos, mas Deus também nos dá a responsabilidade de manter a beleza e os recursos deste jardim, de forma que não o deterioremos.” 

(Amma)

quarta-feira, 21 de junho de 2023

"O que rege as nossas existências não é o acaso, mas, sim, o livre-arbítrio, uma responsabilidade que o ser conquista por meio do progresso intelecto-moral. Afinal, imprevisível é a presença Divina surpreendendo a qualquer falta cometida. Insuspeitável é a interferência Divina sempre vigilante. Inesperado é a ocorrência Divina trabalhando pela ordem." Pensemos nisso!

  Namastê buscadores!

Reflexionando: 

Liberdade e responsabilidade

Tudo na Criação está em permanente processo de transformação e aprimoramento. Assim também ocorre com os homens.

Em sua condição de Espíritos, trilham marcha ascendente rumo à Angelitude.

Foram criados em estado de absoluta simplicidade e ignorância.

Mas possuem desde o princípio os embriões de todas as virtudes.

Nas primeiras experiências foram conduzidos grandemente pelos instintos.

Gradualmente tomaram ciência de seu potencial e passaram a fazer opções.

Titubeantes no princípio, desenvolveram a consciência de si próprios e da sua vontade. Um elemento primordial do progresso consciente é o livre-arbítrio.

As espécies animais e vegetais são conduzidas pelas forças da natureza, em suas etapas de elaboração. Já os homens podem escolher os caminhos que trilham. O progresso espiritual pressupõe o desenvolvimento da faculdade de discernir o bem e o mal.

Para a aquisição desse senso moral, para crescer em entendimento e compreensão, é imprescindível a liberdade de opção. Quanto mais o Espírito burila seu intelecto e exerce sua vontade, mais liberdade tem. Seu leque de opções aumenta. Mas não é somente a liberdade que ganha expressão. Com o conhecimento e o lento evoluir do ser, ele se torna mais responsável pelo que faz.

Quando o instinto predomina, a responsabilidade é ínfima. Quando a vontade e a consciência regem o destino, torna-se inarredável a responsabilidade. O homem é intrinsecamente livre em seus atos e pensamentos, mas responde por tudo o que faz e pensa.

As leis humanas são frequentemente burladas e enganadas, contudo, nos Estatutos Divinos não há qualquer falha. Sendo as Leis Divinas inscritas na consciência de cada homem, elas jamais são burladas. 

Ninguém escapará de si próprio (...)

*  *  *

Imprevisível, insuspeitável, inesperado

(...) Encontros, desencontros, chegadas, despedidas, alegrias, tristezas.

Em nossa existência, nada ocorre por acaso.

As provações e tribulações pelas quais passamos, os sucessos e os insucessos da vida, o país no qual residimos, a religião que professamos, as condições financeiras de que desfrutamos, para tudo há uma explicação.

A família na qual fomos acolhidos, as amizades que cultivamos, o companheiro ou a companheira que elegemos, os filhos que nos foram confiados, nada disso deve ser atribuído ao acaso.

Atentemo-nos às nossas escolhas. São elas as responsáveis pelos acontecimentos tanto do passado quanto pelos do presente e futuros, felizes ou infelizes, comumente atribuídos ao acaso, à sorte ou ao azar.

Por assim ser, é preciso responsabilidade ao fazermos uso do livre-arbítrio que o Criador nos concedeu. A lei de causa e efeito é universal: para cada escolha, uma consequência.

Sem dúvida, é certo que podemos contar com a misericórdia Divina, que leva em conta as nossas fraquezas.

Porém, no devido tempo, quando estivermos preparados, a justiça de Deus permite que reparemos as faltas cometidas, registradas no tribunal da consciência.

*  *  *  

O que rege as nossas existências não é o acaso, mas, sim, o livre-arbítrio, uma responsabilidade que o ser conquista por meio do progresso intelecto-moral.

Afinal, imprevisível é a presença Divina surpreendendo a qualquer falta cometida. Insuspeitável é a interferência Divina sempre vigilante. 

Inesperado é a ocorrência Divina trabalhando pela ordem.

Pensemos nisso!

Redações do Momento Espírita, com transcrição de frases do

cap. 3, do livro Alerta, pelo Espírito Joanna de Ângelis,

psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.

fonte: http://www.momento.com.br

Meditemos! "É fato que na formação correta, o poder de elevação de muitas asas pode cobrir duas vezes mais a distância de qualquer pássaro voando sozinho."

 Om Shanti, Om.


Meditemos!
"É fato que na formação correta, o poder de elevação de muitas asas pode cobrir duas vezes mais a distância de qualquer pássaro voando sozinho."
(Autoria desconhecida)
por TheChokAAA
Amazing Nature Full HD 1080p :Time Lapse
*
Perseveremos!

segunda-feira, 12 de junho de 2023

“Deveríamos ser contentes por apreciar a vida, mas nunca complacentes a ponto de não fazer esforço para progredir.” (Brahma Kumaris Serra Negra)

Om Shanti, Om.

"Realizem que há um oceano ilimitado, entrem profundamente nele e peguem as jóias. Aquele que realiza o valor da espiritualidade irá profundamente dentro de si. Tornem suas vidas valiosas. Tornem seu padrão de pensamentos tão elevado de forma que não haja traço de ego, apego, ganância e vingança. Não mantenham nada sujo em seu coração. 
Tenham um coração limpo e honesto."
(Dadi Janki)
"Silenciar palavras é fácil, e a Mente?
O Coração? É possível?"
dias 8, 9, 10 e 11 de junho*
Facilitadoras: *Juçara Oliveira*, Bel. em Ciências Contábeis, praticante e professora de meditação Raja Yoga, há 35 anos, na Organização Brahma Kumaris e *Katia Roel*, formada em Ciências Contábeis, professora de meditação Raja Yoga e Coordenadora da Editora Brahma Kumaris.
Namastê!

O céu estava límpido; azul.
O Sol vibrante; sintonizava os dias, vividos em silêncio...
Unindo-nos, na egrégora de Deus Pai.
Ao som dos burburinhos das águas;
na Casa da Fonte, nos aconchegámos...
Enquanto na Casa das Flores, na paz meditavam...
Ao silenciarmos as cordas vocais; 
a sinfonia mágica dos pássaros; das matas;
 das abelhas polinizando os jardins...
 Geravam, a amplitude da temperança.
Somando há este espaço, os voos delicados das borboletas 
criavam uma matiz criativa de cores...
Próximas; as aranhas isoladas em suas teias de pensamentos interiores... 
Teciam sua natureza, de origem pacífica.
Criavam cada qual, uma singela ponte: 
Entre os galhos secos das adversidades vivenciadas...
E a árvore frondosa e frutífera, que alegravam e alimentavam
 o canto dos passarinhos. 
Cedendo humildemente há passagem do tempo...
  Na fonte de Luz Serena, onde pulsa constantemente
 a generosidade do Amor Maior: Deus!
“Deveríamos ser contentes por apreciar a vida, mas nunca 
complacentes a ponto de não fazer esforço para progredir.”
Gratidão!

segunda-feira, 29 de maio de 2023

Rivers of Light - Stanton Lanier "Rivers of Light" do CD e DVD "Desvendados"

Namastê buscadores!

Rivers of Light - Stanton Lanier 
"Rivers of Light" do CD e DVD "Desvendados"
É sobre pausar para contar as bênçãos em nossa vida, mesmo no meio de nossas lutas. Inspirado por Isaías 65:24 e Tiago 1:17, que falam sobre Deus ouvindo nossas orações antes de terminar de falar e as bênçãos que desciam do céu como rios de luz do Pai da Luz. Piano de Stanton Lanier acompanhado por Jeff Oster em chifre de flugel e orquestração por Philip Aaberg. Música produzida por Windham Hill Founder Will Ackerman. Vídeo da Geórgia do Norte produzido por Brenton Smith e Michael Simmons.

"A Porta" Vai e abre a porta. Talvez lá fora haja uma árvore, ou um bosque, um jardim, ou uma cidade mágica. Vai e abre a porta. Talvez haja um cão a vasculhar. Talvez vejas uma cara, ou um olho, ou a imagem de uma imagem. Vai e abre a porta. Se houver nevoeiro dissipar-se-á. Vai e abre a porta. Mesmo que nada mais haja que o tiquetaque da escuridão, mesmo que nada mais haja que o vento surdo, mesmo que nada mais haja, vai e abre a porta. Pelo menos haverá uma corrente de ar. (Miroslav Holub) *

Om shanti, buscadores!
Meditemos!
"...O homem vê o reflexo da Pura Consciência nos seus invólucros e o confunde com o Eu verdadeiro. Para olhar o sol, deves afastar-te do jarro, da água e dos reflexos do sol na água. O sábio sabe que estes objetos só são revelados pelo reflexo do sol, que brilha por si mesmo. Não são o próprio sol."
"Caos exterior, despertar interior " - Série Renovação 4
 - Trecho extraído do capítulo: - 'Os três mistérios' -
Pentagrama Publicações -
Imagem: AdinaVolcu, por Pixa
bay
O trabalho de Miroslav Holub (1923-1998), foi fortemente influenciado por suas experiências como imunologista, escrevendo muitos poemas usando seu conhecimento científico para efeito poético. Seu trabalho é quase sempre sem rima, portanto se presta facilmente à tradução. 
Foi traduzido para mais de 30 idiomas e é especialmente popular no mundo de língua inglesa. Embora seja um dos poetas tchecos mais conhecidos internacionalmente, sua reputação continua a definhar em casa. 
Holub nasceu em Plzeň. Seu primeiro livro em tcheco foi Denní služba (1958), que abandonou a tendência um tanto stalinista dos poemas no início da década (publicados em revistas).
Em inglês, ele foi publicado pela primeira vez no Observer em 1962 e, cinco anos depois, um Selected Poems apareceu no selo Penguin Modern European Poets, com uma introdução de Al Alvarez e traduções de Ian Milner e George Theiner. O trabalho de Holub foi elogiado por muitos, incluindo Ted Hughes e Seamus Heaney (por exemplo, há cinco poemas de Holub em sua antologia de 1982, The Rattle Bag),[2] e sua influência é visível na coleção Crow (1970) de Hughes.
Além da poesia, Holub escreveu muitos ensaios curtos sobre vários aspectos da ciência, particularmente biologia e medicina (especificamente imunologia) e vida. Uma coleção deles, intitulada A Dimensão do Momento Presente, ainda está sendo impressa. Na década de 1960, ele publicou dois livros do que chamou de 'semi-reportagem' sobre visitas prolongadas aos Estados Unidos. Sob o nome fictício de "Jaromil", Holub figura com destaque nas memórias de Patricia Hampl sobre sua herança tcheca, A Romantic Education, publicado pela primeira vez em 1981 e reeditado em 1999 com um Posfácio revelando seu nome verdadeiro.

Existem momentos em que é preciso dar uma pausa. Uma pausa para aquietar a mente, esquecer o que está lá fora e olhar para dentro. A meditação faz isso. Alguns minutinhos por dia, todos os dias, e gradativamente sua vida entra em equilíbrio. Nem é preciso recorrer a rituais ou técnicas especiais, é possível meditar a qualquer hora ou lugar... Onde estiver. E de olhos bem abertos.

*

 "A Porta"


Vai e abre a porta.

Talvez lá fora haja

uma árvore, ou um bosque,

um jardim,

ou uma cidade mágica.

 

Vai e abre a porta.

Talvez haja um cão a vasculhar.

Talvez vejas uma cara, 

ou um olho,

ou a imagem de uma imagem.

 

Vai e abre a porta.

Se houver nevoeiro

dissipar-se-á.

 

Vai e abre a porta.

Mesmo que nada mais haja

que o tiquetaque da escuridão,

mesmo que nada mais haja

que o vento surdo,

mesmo que nada mais haja,

vai e abre a porta.

 

Pelo menos haverá uma corrente de ar.

(Miroslav Holub)

*

Perseveremos!