quarta-feira, 21 de junho de 2023

"O que rege as nossas existências não é o acaso, mas, sim, o livre-arbítrio, uma responsabilidade que o ser conquista por meio do progresso intelecto-moral. Afinal, imprevisível é a presença Divina surpreendendo a qualquer falta cometida. Insuspeitável é a interferência Divina sempre vigilante. Inesperado é a ocorrência Divina trabalhando pela ordem." Pensemos nisso!

  Namastê buscadores!

Reflexionando: 

Liberdade e responsabilidade

Tudo na Criação está em permanente processo de transformação e aprimoramento. Assim também ocorre com os homens.

Em sua condição de Espíritos, trilham marcha ascendente rumo à Angelitude.

Foram criados em estado de absoluta simplicidade e ignorância.

Mas possuem desde o princípio os embriões de todas as virtudes.

Nas primeiras experiências foram conduzidos grandemente pelos instintos.

Gradualmente tomaram ciência de seu potencial e passaram a fazer opções.

Titubeantes no princípio, desenvolveram a consciência de si próprios e da sua vontade. Um elemento primordial do progresso consciente é o livre-arbítrio.

As espécies animais e vegetais são conduzidas pelas forças da natureza, em suas etapas de elaboração. Já os homens podem escolher os caminhos que trilham. O progresso espiritual pressupõe o desenvolvimento da faculdade de discernir o bem e o mal.

Para a aquisição desse senso moral, para crescer em entendimento e compreensão, é imprescindível a liberdade de opção. Quanto mais o Espírito burila seu intelecto e exerce sua vontade, mais liberdade tem. Seu leque de opções aumenta. Mas não é somente a liberdade que ganha expressão. Com o conhecimento e o lento evoluir do ser, ele se torna mais responsável pelo que faz.

Quando o instinto predomina, a responsabilidade é ínfima. Quando a vontade e a consciência regem o destino, torna-se inarredável a responsabilidade. O homem é intrinsecamente livre em seus atos e pensamentos, mas responde por tudo o que faz e pensa.

As leis humanas são frequentemente burladas e enganadas, contudo, nos Estatutos Divinos não há qualquer falha. Sendo as Leis Divinas inscritas na consciência de cada homem, elas jamais são burladas. 

Ninguém escapará de si próprio (...)

*  *  *

Imprevisível, insuspeitável, inesperado

(...) Encontros, desencontros, chegadas, despedidas, alegrias, tristezas.

Em nossa existência, nada ocorre por acaso.

As provações e tribulações pelas quais passamos, os sucessos e os insucessos da vida, o país no qual residimos, a religião que professamos, as condições financeiras de que desfrutamos, para tudo há uma explicação.

A família na qual fomos acolhidos, as amizades que cultivamos, o companheiro ou a companheira que elegemos, os filhos que nos foram confiados, nada disso deve ser atribuído ao acaso.

Atentemo-nos às nossas escolhas. São elas as responsáveis pelos acontecimentos tanto do passado quanto pelos do presente e futuros, felizes ou infelizes, comumente atribuídos ao acaso, à sorte ou ao azar.

Por assim ser, é preciso responsabilidade ao fazermos uso do livre-arbítrio que o Criador nos concedeu. A lei de causa e efeito é universal: para cada escolha, uma consequência.

Sem dúvida, é certo que podemos contar com a misericórdia Divina, que leva em conta as nossas fraquezas.

Porém, no devido tempo, quando estivermos preparados, a justiça de Deus permite que reparemos as faltas cometidas, registradas no tribunal da consciência.

*  *  *  

O que rege as nossas existências não é o acaso, mas, sim, o livre-arbítrio, uma responsabilidade que o ser conquista por meio do progresso intelecto-moral.

Afinal, imprevisível é a presença Divina surpreendendo a qualquer falta cometida. Insuspeitável é a interferência Divina sempre vigilante. 

Inesperado é a ocorrência Divina trabalhando pela ordem.

Pensemos nisso!

Redações do Momento Espírita, com transcrição de frases do

cap. 3, do livro Alerta, pelo Espírito Joanna de Ângelis,

psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.

fonte: http://www.momento.com.br

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