Shalom!
Mas há uma Presença que respira em meu peito,
um Fogo sereno que move meus passos
quando penso estar só.
Quando minhas forças cessam,
é Ela que sustenta.
Quando minhas certezas falham,
é Ela que permanece.
Em humilde gratidão reconheço:
o que floresce em mim
não nasce de mim.
Sou instrumento do Invisível,
morada do Inefável,
centelha consciente do Todo.
E nisso descanso —
pleno, confiante,
agradecido.

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