Om, shanti.
PEQUENOS ATOS VALEM MAIS
DO QUE GRANDES PROMESSAS...

Trabalho filantrópico para o bem comum: SOMOS UM TODO CHAMADO AMOR. “Seja um estudante, não um seguidor… debata, pondere e considere de todos os ângulos.” (Jim Rohn). Aqui, toda leitura que gera consciência pode se tornar semente, e, quando compartilhada, amplia o bem. Este espaço não busca números, mas alcance de consciência. Se fizer sentido para você, compartilhe.


Shalom!
Amar é!
"Que a música transforme o silêncio em luz… Shanti."


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A árvore não come o próprio fruto. O rio não bebe suas próprias águas. As nuvens não se regam com a chuva que oferecem. Assim também acontece com o espírito que despertou: sua força não existe para si mesmo, mas para fertilizar o mundo ao redor.
Esse é o sinal do verdadeiro poder.
Não é o poder que nasce do ego inflamado, da pressa ou da disputa. Esses são apenas ventos passageiros que agitam a superfície da alma. O poder real nasce quando a consciência, o coração e a ação caminham na mesma direção; como três chaves que abrem a mesma porta.
Então surge a energia de um ser livre.
Essa energia não grita, não se impõe, não precisa convencer ninguém. Ela simplesmente flui, como um rio que sabe para onde vai. Dentro dela habitam o amor que sustenta, a coragem que atravessa e a determinação que não se desvia.
Quem a possui não perde tempo correndo ao redor da montanha apontando erros nos caminhos alheios. Ele sobe.
Quando o coração encontra sua paz e a consciência encontra sua direção,
o ser humano descobre o segredo que os antigos velaram em símbolos:

“Certo dia decidi me dar por vencido. Renunciei ao meu trabalho, às minhas relações e à minha fé. Resolvi desistir até da minha vida. Me dirigi ao bosque para ter uma última conversa com Deus.
'Deus, eu disse: Poderias me mostrar uma boa razão para eu não entregar os pontos?'
Sua resposta me surpreendeu: 'Olha em redor. Está vendo a samambaia e o bambu?'
'Sim, estou vendo', respondi.
Pois bem. Quando eu semeei as samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem. Não lhes deixei faltar luz e água. A samambaia cresceu rapidamente. Seu verde brilhante cobria o solo. Porém, da semente do bambu nada saía. Apesar disso, eu não desisti do bambu.
No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa. E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu.
Mas, eu não desisti do bambu.
No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa…
E eu não desisti. Então no quinto ano, um pequeno broto saiu da terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno, até insignificante. Seis meses depois, o bambu cresceu vários e vários metros de altura.
Ele ficara cinco anos afundando raízes.
Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver.
'A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas não pudessem superar'
E olhando bem no meu íntimo, disse:
'Você sabia que durante todo esse tempo em que vem lutando, na verdade estava criando raízes?
Eu jamais desistiria do bambu.
Nunca desistiria de você.
Não se compare com outros'.
'O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos são necessários para fazer do bosque um lugar bonito”.
'Seu tempo vai chegar', disse Deus.
'E você crescerá muito!'
Quanto tenho de crescer? perguntei.
'Tão alto como o bambu?' foi a resposta.
E eu deduzi: Tão alto quanto puder!'
Espero que estas palavras possam lhe ajudar a entender que Deus nunca desistirá de você. Nunca se arrependa de um único dia de sua vida. Os bons dias lhe dão felicidade.Os maus lhe dão experiência.Ambos são essenciais para a sua vida.A felicidade lhe faz doce.Os problemas lhe mantêm forte.As penas lhe mantêm humano.As quedas lhe mantêm humilde.O bom êxito lhe mantém brilhante.Mas só Deus lhe mantém caminhando…"
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Autoconhecimento
A senda da autodescoberta é um trilhar íntimo, profundo e — não
raramente — desafiador. Caminhar por dentro de si mesmo exige coragem: coragem
para enfrentar sombras, para acolher fragilidades e para reconhecer aquilo que
ainda está por se tornar luz. Mas cada passo de honestidade interior traz
consigo uma recompensa simples e inegável: a expansão silenciosa da
consciência.
Como nos lembra uma das cartas do apóstolo Paulo: “Por isso, não
desanimamos; mesmo que o nosso homem exterior esteja a desgastar‑se, contudo, o
nosso homem interior se renova dia após dia…” (2 Coríntios 4:16–17)
Esse trecho nos convida a olhar para além do visível e momentâneo — para
além do desgaste físico e das circunstâncias que nos pressionam — e a
reconhecer a renovação constante do ser interior, que cresce em resiliência,
sabedoria e clareza.
O caminho de autoconhecimento envolve cultivar nossa autoconsciência e
refinar a autoimagem com que nos relacionamos. Não como exercício de vaidade,
mas como reconhecimento das potencialidades que brotam quando nos voltamos para
o âmago da própria experiência. Ao fazer isso, cedemos o comando ao que há de
mais profundo em nós — e, ao mesmo tempo, ao propósito maior que transcende a
própria vontade individual.
O equilíbrio que buscamos não é fruto de um único momento de luz, mas de
uma presença contínua: a presença de uma consciência mais ampla que habita cada
instante de nossa vida. Em vez de projetar no outro ou nas circunstâncias o
poder de nos completar, aprendemos que o mundo que desejamos construir primeiro
precisa ser reconhecido dentro de nós.
A consciência universal, viva e penetrante, não está separada do
movimento de nossos pensamentos e nem das intenções que brotam no coração. Ela
se revela como guia sutil, que nos mostra tanto os pontos de tensão a serem
compreendidos quanto as aberturas que nos conduzem à expansão interior.
Por isso, o buscador da verdade é chamado a manter uma paz que não
depende de eventos externos, mas nasce da serenidade de um espírito que
reconhece o invisível e o eterno como fonte de significado. Assim, aprendemos a
abrir, gradualmente, as portas do inconsciente:
— para compreender nossos impulsos afetivos;
— para libertar‑nos do medo que nos paralisa;
— para viver com presença e não no piloto automático;
— e, por fim, para mostrar no mundo — espontaneamente — o fruto dessa
transformação interior.
Meditando:
Paz pela Paz.
