Shalom!
Antes que a voz de Beto Guedes nos conduza pelos acordes de “O Sal da Terra”, que possamos silenciar o ruído das guerras e escutar o que ainda pulsa sob os escombros: uma esperança miúda e teimosa, como semente que racha o concreto em busca de luz; porque, quando o mundo parece endurecido pelo medo, é o gesto simples — o cuidado, a partilha, a coragem de amar — que nos devolve o sentido de humanidade e nos recorda que somos feitos da mesma substância dos sonhos, chamados a ser o sal que preserva a vida e reacende, mesmo na noite mais densa, a promessa do amanhecer.

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